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terça-feira, 28 de junho de 2016

[Novidade] - Livros do Brasil: "O Imenso Adeus" de Raymond Chandler

O Imenso Adeus
Raymond Chandler

Policial de Raymond Chandler em nova edição na colecção Vampiro

A 7 de julho, a Livros do Brasil lança o quarto título da renovada colecção Vampiro, o incontestável clássico da literatura policial O Imenso Adeus, de Raymond Chandler. Publicado originalmente em 1953, O Imenso Adeus é considerado pela crítica o mais ambicioso romance de Raymond Chandler e aquele que mais inequivocamente dá provas de que o seu talento literário se estendia muito além da simples construção de um mistério policial.

Em O Imenso Adeus, o protagonista Terry Lennox parece estar finalmente a deixar para trás os dias de torpor alcoólico, quando a sua mulher milionária aparece morta. Obrigado a abandonar Los Angeles a toda a pressa, recorre àquele que sabe ser o seu único amigo: Phillip Marlowe, detetive privado. Marlowe está decidido a ajudar um amigo em apuros, mas logo lhe chegam notícias de que Lennox se suicidara no México e tudo se torna ainda mais negro. Marlowe vê-se arrastado para um ambiente sórdido de ricos adúlteros e alcoólicos, que desfilam aos tombos pelo elegante e soalheiro Idle Valley de LA. Está convencido de que Lennox não matou a mulher, mas com quantos mais cadáveres terá de se deparar antes de descobrir a verdade?

Sobre o Autor:
Raymond Chandler nasceu em Chicago em 1888. Aos oito anos, mudou-se com a mãe para Inglaterra, regressando aos Estados Unidos em 1912. Combatente da Primeira Guerra Mundial, fixou-se depois do armistício em Los Angeles, onde desempenhou funções como administrador em empresas petrolíferas. Aos 44 anos, em 1932, perde o trabalho na sequência da Grande Depressão e, inspirado pela leitura da revista Black Mask, decide escrever a sua primeira história policial, «Blackmailers Don’t Shoot», revelada naquela publicação em
1933. À Beira do Abismo, o seu romance de estreia, é publicado em 1939, apresentando a personagem do lendário detective privado Philip Marlowe, herói também dos outros seis livros que publicou em vida, entre os quais se destacam A Dama do Lago (1943) e O Imenso Adeus (1953). Considerado um dos fundadores da escola hard-boiled a par de Dashiell Hammett, Chandler tornou-se referência máxima da literatura policial realista, teve as suas obras repetidamente adaptadas ao cinema e a sua escrita influenciaria as convenções do género até aos dias de hoje. Faleceu a 26 de março de 1959, em La Jolla, Califórnia.

domingo, 26 de junho de 2016

[Novidade] - Livros do Brasil: "O Falcão de Malta" de Dashiell Hammett

O Falcão de Malta
Dashiell Hammett

O mais famoso dos livros de Dashiell Hammett é o terceiro título da renovada colecção de policiais.

Depois do sucesso de Os Crimes do Bispo e Vivenda Calamidade, chega às livrarias a 23 de junho o terceiro livro da renovada colecção de policiais da Livros do Brasil: O Falcão de Malta, de Dashiell Hammett. Publicado pela primeira vez em Portugal em 1950, este foi o título com o qual a Vampiro apresentou aos leitores portugueses Dashiell Hammett, um dos principais nomes da história da literatura policial, e continua a ser até hoje o mais famoso da sua obra. O Falcão de Malta foi várias vezes adaptado ao cinema, nomeadamente por John Huston em 1941, com Humphrey Bogart a interpretar o papel do carismático detetive Sam Spade.
Neste livro, uma misteriosa Miss Wonderly contrata a dupla de detectives privados Sam Spade e Miles Archer para encontrarem a sua irmã desaparecida. Mas quando Archer é assassinado, a prioridade para Spade passa a ser descobrir o culpado. Miss Wonderly revela-se afinal a bela e traiçoeira Brigid O’Shaughnessy e a verdadeira perseguição faz-se por uma relíquia medieval em ouro e diamantes de valor incalculável – a estatueta de um falcão. 

Sobre o Autor:
Dashiell Hammett nasceu em 1894, em Maryland, EUA. Começou a trabalhar aos catorze anos para ajudar a sustentar a família e em 1915, tinha então vinte e um anos, foi contratado pela Agência de Detectives Pinkerton. Este período serviu-lhe de inspiração para a escrita de policiais. A sua carreira literária iniciou-se com a publicação de contos na revista Black Mask, protagonizados desde logo pelo investigador Continental Op, um verdadeiro «duro» com vinte anos de experiência, que seria o herói do seu livro de estreia, Colheita
Sangrenta
, lançado em 1929. O Falcão de Malta, publicado em 1930, é a primeira obra onde surge outra das suas personagens marcantes, o dectetive Sam Spade, e continua a ser até hoje o seu livro mais famoso, tendo sido frequentemente transposto para o cinema.
Completam a obra essencial de Hammett os títulos A Maldição dos Dain (1929), A Chave de Cristal (1931) e O Homem Sombra (1934).
Juntamente com Raymond Chandler, Dashiell Hammett introduziu o realismo nas histórias de dectetives e é considerado o pai do género hard-boiled. Faleceu em Nova Iorque a 10 de Janeiro de 1961. 

Já na colecção Vampiro: 
Nº. 1: Os Crimes do Bispo, de S.S. Van Dine
Nº. 2: Vivenda Calamidade, de Ellery Queen 

sábado, 11 de junho de 2016

[Novidade] - Livros do Brasil: "Viagens com o Charley" de John Steinbeck

Viagens com o Charley
John Steinbeck

Viagens com o Charley pela América dos anos 60

Publicada pouco antes de John Steinbeck receber o Nobel da Literatura, esta é uma obra de referência da literatura de viagem sobre os EUA 

 Escritor americano com uma extensa obra literária focada sobre a América, John Steinbeck quis, aos 58 anos, redescobrir o seu país. A bordo de uma camioneta a que chamou Rocinante, tendo apenas como companhia o cão-d’água Charley, partiu numa viagem de mais de três meses do Maine à Califórnia, atravessando quarenta Estados norte-americanos. Dessa expedição resultou o livro Viagens com o Charley, que a Livros do Brasil publica a 2 de junho, e que permanece hoje como uma das obras mais surpreendentes de Steinbeck, onde o discurso diarístico se enlaça com o ficcional e onde se sente ressoar um alerta profético de uma enorme actualidade, nomeadamente em temas como o racismo, o consumismo e a degradação da Natureza.
Viagens com o Charley foi lançado pela primeira vez em meados de 1962, meses antes de o autor ser distinguido com o Prémio Nobel da Literatura, e alcançou um êxito estrondoso. Com um olhar de algum humor e muito ceticismo, Steinbeck produziu uma reflexão crítica que é também uma reunião de memórias, um autorretrato de um homem que até então pouco assumira na sua obra como autobiográfico.

Sobre o Autor:
John Steinbeck nasceu em Salinas, na Califórnia, em 1902, numa família de parcos haveres. Chegou a frequentar a Universidade de Stanford, sem concluir nenhuma licenciatura. Em 1925 foi para Nova Iorque, onde tentou uma carreira de escritor, cedo regressando à Califórnia sem ter obtido qualquer sucesso. Alcançou o seu primeiro êxito em 1935, com O Milagre de São Francisco (Tortilla Flat na edição original), confirmado depois, em 1937, com a novela Ratos e Homens. Em 1939, publicaria aquela que, por muitos, é considerada a sua obra-prima, As Vinhas da Ira. Entre os seus livros, destacam-se ainda os romances A Leste do Paraíso (1952) e O Inverno do Nosso Descontentamento (1961), bem como Viagens com o Charley (1962), em que relata uma viagem de três meses por quarenta Estados norteamericanos.
Recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1962. Faleceu em Nova Iorque, a 20 de Dezembro de 1968.
Na Livros do Brasil foram já publicados os livros As Vinhas da Ira, A Pérola, O Inverno do Nosso Descontentamento e A Taça de Ouro.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

[Novidades] - Livros do Brasil: A VAMPIRO está de volta!


Livros do Brasil relança a 26 de maio a emblemática colecção de clássicos do policial.

Um ano depois do relançamento da coleção Dois Mundos, a Livros do Brasil cumpre agora uma promessa já feita aos leitores: o relançamento da coleção Vampiro, que se iniciará com dois livros, Os Crimes do Bispo, de S.S. Van Dine (n.º 1) e Vivenda Calamidade, de Ellery Queen (n.º 2). Numerados, em formato de bolso e com um preço acessível – como sempre foi característico desta colecção –, regressam a partir do dia 26 de maio às livrarias os clássicos da literatura policial.

Criada no final dos anos 40 e com mais de 700 títulos, a colecção Vampiro marcou gerações de leitores e a história da edição em Portugal, lançando livros dos grandes autores do policial, como Raymond Chandler, Agatha Christie, Dashiell Hammett, Rex Stout, Erle Stanley Gardner, Georges Simenon ou Van Dine e Ellery Queen, muitos deles pioneiros no género e criadores de detectives marcantes que tinham a dedução como principal arma contra o crime.

Os Crimes do Bispo
S. S. Van Dine

Quando um homem conhecido como Cock Robin aparece assassinado com uma flecha cravada no peito, John Markham, procurador do distrito judicial de Nova Iorque, chama para a investigação Philo Vance. Detective amador de olho apurado e fraca crença em coincidências, Vance logo assinala a referência a uma conhecida lengalenga infantil. E rapidamente se torna claro que este será o padrão numa série de crimes extraordinários, arquitectados por um assassino de mente perversa, que mantém uma provocação constante à polícia através de cartas enviadas aos jornais, todas elas com a assinatura «O Bispo».
Num estilo simples e directo, construído pela mão hábil de S. S. van Dine, esta é uma história recheada de mortes, de suspeitos e de detalhes surpreendentes – como as peças de xadrez ou as de teatro.
Um policial brilhante, uma obra clássica da literatura de mistério.

Sobre o Autor:
S. S. Van Dine (pseudónimo de Willard Huntington Wright) nasceu a 15 de Outubro de 1888, em Charlottesville, EUA. Aluno brilhante, estudou em Harvard antes de partir para Paris e Munique, onde prosseguiu a sua formação em artes e letras e iniciou carreira como editor e crítico de arte. Em 1923, na convalescença de uma tuberculose, lê uma série de romances policiais e fica fascinado pelo género. Três anos mais tarde, lança o seu primeiro romance com
assinatura S. S. van Dine, O Caso Benson, que se revela um bestseller imediato. Este será o primeiro de uma série de romances protagonizados por Philo Vance, um detective amador algo arrogante que privilegia os indícios psicológicos dos casos a que se dedica. Com várias adaptações de obras suas ao cinema, Van Dine torna-se um nome fundamental da literatura policial norte-americana dos anos 20 e 30. Morre a 11 de abril de 1939 em Nova Iorque.

Vivenda Calamidade
Ellery Queen

Decidido a iniciar a redacção do seu próximo romance policial num ambiente de tranquilidade, Ellery Queen deixa Nova Iorque e aporta a Wrightsville, típica cidade provinciana onde os dias parecem correr sem que nada de diferente aconteça. Os hotéis, porém, estão totalmente ocupados e não parece existir uma única casa para arrendar – à excepção de um pequeno anexo à mansão da poderosa família Wright, originalmente construído para acolher a filha Nora e o seu noivo, Jim Haight, antes de este desaparecer na véspera do casamento havia já três anos. Primeiro livro de Ellery Queen que tem como cenário esta cidade ficcionada, considerado o melhor da série Wrightsville, Vivenda Calamidade é um romance de grande riqueza psicológica, revelador de uma estrutura notável, onde as mortes se sucedem numa lógica irrepreensível e onde um elegante cocktail numa festa de passagem de ano pode ser a arma do crime.

Sobre o Autor:
Ellery Queen é o pseudónimo conjunto de Frederic Dannay (de seu verdadeiro nome Daniel Nathan, nascido em 1905 e falecido em 1982, em Nova Iorque) e do seu primo Manfred B. Lee (Manford Lepofsky, também nascido em 1905 e falecido em 1971, naquela mesma cidade). A dupla escreveu o seu primeiro romance, O Mistério do Chapéu Romano, em 1929, apresentando então o detective Ellery Queen, ele próprio escritor de romances policiais, formado em
Harvard, dono de uma genialidade tão grandiosa quanto a sua arrogância. Até 1971, Ellery Queen foi autor e herói de mais de trinta romances, numerosas novelas, peças radiofónicas, filmes e séries de televisão. Dannay e Lee deixaram também a sua marca na história da literatura policial pela criação, em 1941, da Ellery Queen’s Mystery Magazine, famosa revista policial ainda hoje em actividade.

sábado, 7 de maio de 2016

[Novidades] - Livros do Brasil: O livro perdido de Malcolm Lowry e "A Peste", de Camus

Rumo ao Mar Branco
Malcolm Lowry

O romance desaparecido de Malcolm Lowry

A inesperada descoberta e publicação de Rumo ao Mar Branco foi um acontecimento literário mundial

A Livros do Brasil orgulha-se de publicar, a 9 de maio, Rumo ao Mar Branco, o romance de Malcolm Lowry que se julgava ter sido destruído num incêndio em 1944. Mais de 50 anos depois, foi revelado que uma cópia desse manuscrito tinha sido guardada pela mãe da primeira mulher de Lowry e o livro seria finalmente trazido a público em 2014 pela Universidade de Otava. Rumo ao Mar Branco foi desde logo considerado um fenómeno editorial. Antecipando as características que viria a consolidar em Debaixo do Vulcão, a sua obra-prima e um dos romances mais importantes do século XX, esta é uma história com base autobiográfica sobre um aluno de Cambridge, com um passado de marinheiro, que aspira a tornar-se escritor.
Esta edição foi traduzida por Daniel Jonas, responsável também pelo prefácio do livro.

Sinopse:
Rumo ao Mar Branco foi o mais extenso e ambicioso projecto a que Malcolm Lowry se dedicou na década de 1930. Com múltiplas referências autobiográficas, o romance conta a história de um estudante de Cambridge, ex-marinheiro, que aspira a tornar-se escritor – embora esteja convencido de que a sua obra (e em certa medida toda a sua vida) já se encontra escrita, pela mão de um romancista norueguês com quem não pode competir. Esta seria a peça correspondente ao «Paraíso» na trilogia de inspiração dantesca que Malcolm Lowry planeara escrever e da qual Debaixo do Vulcão, considerada a sua obra-prima, representaria o «Inferno». Julgado perdido num incêndio que devastou a casa do autor em 1944, Rumo ao Mar Branco foi finalmente publicado em 2014, após a descoberta de que uma cópia de um primeiro manuscrito tinha resistido e se encontrava na posse da família da sua primeira mulher, Jan Gabrial, a quem o livro é dedicado.

Sobre o Autor:
Malcolm Lowry nasceu em 1909 no noroeste de Inglaterra, próximo de Liverpool. Concluiu a sua formação em Cambridge em 1932 e viveu os anos que se seguiram entre Londres, Paris, Nova Iorque, México e Los Angeles, acabando por se fixar em 1939 na província canadiana da Colúmbia Britânica. Poeta e romancista, publicou apenas dois títulos em vida: em 1933 Ultramarina e em 1947 Debaixo do Vulcão, aquela que é considerada a sua obra maior e um dos mais importantes romances do século XX. Malcolm Lowry teve uma vida intensa e curta: morreu a 26 de Junho de 1957, na aldeia de Ripe, Sussex, Inglaterra, após ingerir uma dose excessiva de álcool e comprimidos.

Sobre Rumo ao Mar Branco:

«Quem diria que alguma vez teríamos a possibilidade de ler o romance-fábula de Malcolm Lowry, escrito nos anos 1930 e 1940, Rumo ao Mar Branco?» 
The Times Literary Supplement

«O elo perdido entre o algo imaturo primeiro romance de Lowry, Ultramarina [...], e a sua reconhecida obra-prima, Debaixo do Vulcão.» 
The Guardian

«O esqueleto de uma obra-prima.» 
BBC

«Um romance de artista brilhante.» 
Flavorwire

«Contém já tudo o que marcará a sua obra-prima.» 
Le Point


A Peste
Albert Camus

Livros do Brasil edita romance de consagração do Nobel da Literatura de 1957

No dia 12 de maio, a Livros do Brasil lança uma nova edição de A Peste, de Albert Camus, uma história arrebatadora sobre o horror, a sobrevivência e a resiliência do ser humano. Parábola de ressonância intemporal, este é um romance magistralmente construído que, publicado originalmente em 1947, consagrou em definitivo Albert Camus como um dos autores fundamentais da literatura moderna.
Distinguido com o Prémio dos Críticos em França, o livro A Peste foi escrito em plena Segunda Guerra Mundial e tem como cenário a cidade argelina de Orão atacada por uma fatal epidemia.
Na renovada colecção Dois Mundos da Livros do Brasil foram já publicados outros dois livros de Camus, O Estrangeiro e A Queda.

Sinopse:
Na manhã de um dia 16 de Abril dos anos de 1940, o doutor Bernard Rieux sai do seu consultório e tropeça num rato morto. Este é o primeiro sinal de uma epidemia de peste que em breve toma conta de toda a cidade de Orão, na Argélia. Sujeita a quarentena, esta torna-se um território irrespirável e os seus habitantes são conduzidos até estados de sofrimento, de loucura, mas também de compaixão de proporções desmedidas.

Sobre o Autor:
Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de Novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura, pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século xx. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de Janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

[Novidade] - Livros do Brasil: "O Livro da Selva" de Rudyard Kipling

O Livro da Selva
Rudyard Kipling


O regresso do clássico juvenil universal O Livro da Selva

Nova edição do famoso livro de Rudyard Kipling, vencedor do Nobel da Literatura em 1907. A nova adaptação ao cinema pela Disney estreia dia 14 de Abril em Portugal.

O Livro da Selva, de Rudyard Kipling, é um clássico da literatura universal e a sua leitura tem atravessado gerações. Em Portugal, a Livros do Brasil publicou-o pela primeira vez há mais de 50 anos e, a 31 de Março, chega às livrarias uma nova edição. A acompanhar este lançamento, estreia dia 14 de Abril nos cinemas portugueses a adaptação cinematográfica desta história. Apresentado pela Disney, o filme conta com as vozes de actores como Bill Murray, Scarlett Johanson, Lupita Nyongo, Ben Kingsley, Christopher Walken e o jovem Neel Sethi no papel de Mowgli. 
A edição de O Livro da Selva que agora lançamos conta com as ilustrações de J. Lockwood Kipling, pai do autor, e W. H. Drake, incluídas na edição original de 1894. Rudyard Kipling foi o primeiro escritor de língua inglesa a ser galardoado com o Prémio Nobel da Literatura e continua a ser, ainda hoje, o mais jovem a ter recebido a distinção (tinha na altura 42 anos).


Sinopse:
Abandonada pelos pais no interior da selva indiana, uma criança morena e nua, ainda a dar os primeiros passos, é encontrada por uma alcateia – e logo esta se torna a sua alcateia. Mowgli, assim lhe chama a Mãe Loba, tornar-se-ia um dos seus lobitos e em breve aprenderia a conhecer todos os sussurros da erva, todo o sopro tépido da noite, todo o pio de mocho ou som de peixe no charco. O sábio urso Baloo e a pantera negra Bagheera, a poderosa jiboia Kaa e o ameaçador tigre Shere Khan são alguns dos fascinantes habitantes do mundo de perigos e deslumbramento, de excitação e de medos, de coragem e de amizade onde Mowgli irá crescer. Publicadas originalmente em revistas, estas inesquecíveis aventuras foram compiladas pela primeira vez em livro em 1894, numa edição que contou com ilustrações originais concebidas pelo pai do autor e que recuperamos nesta nova edição. Diversas vezes adaptado ao cinema O Livro da Selva é uma obra-prima da literatura juvenil, adoptado pelo Escutismo como livro de referência e acarinhado por crianças e adultos de todo o mundo.


Sobre o Autor:
Rudyard Kipling nasceu em Bombaim, então Índia britânica, a 30 de Dezembro de 1865. Iniciou a sua carreira literária em 1886 com a publicação do volume de poemas Departmental Ditties, afirmando-se rapidamente como um dos escritores mais populares do Reino Unido, quer na poesia quer na prosa. Em 1894 lançou O Livro da Selva, que viria a consolidar-se como um clássico para a juventude em todo o mundo. O Segundo Livro da Selva foi publicado no ano seguinte e Kim, considerada a sua obra mais conseguida, saiu em 1901. Em 1907 tornou-se o primeiro autor de língua inglesa a receber o Prémio Nobel da Literatura e é, até hoje, o mais jovem escritor a quem foi atribuída essa distinção (tinha 42 anos). Rudyard Kipling morreu em Londres, a 18 de Janeiro de 1936.


Sinopse O Livro da Selva (filme):
O Livro da Selva é a nova aventura épica em imagem real sobre Mogli, uma cria de homem que foi criada por uma família de lobos. No entanto, Mogli descobre que já não é bem-vindo na selva, quando um tigre assustador, Shere Khan, que carrega cicatrizes feitas pelo Homem, promete eliminar tudo o que lhe pareça uma ameaça. Convidado a abandonar a única casa que conheceu, Mogli embarca numa cativante viagem de autodescoberta, guiado pela pantera que se torna na sua mentora, Baguera, e pelo urso com um espírito livre, Balu. Ao longo do caminho, Mogli encontra criaturas da selva que não têm as melhores intenções, como Casca, uma cobra piton que, com uma voz e olhar sedutores, o vai hipnotizar ou o bem-falante Rei Lu, que tenta dissuadir Mogli a desistir do segredo da indescritível e mortal flor vermelha: o fogo.

quinta-feira, 3 de março de 2016

[Novidade] - Livros do Brasil: A estreia e a consagração na ficção de Ernest Hemingway

A estreia e a consagração na ficção de Ernest Hemingway
Chegam no dia 3 de março às livrarias duas reedições de Ernest Hemingway na renovada coleção Dois Mundos da Livros do Brasil.
Esgotado há anos em Portugal, volta agora a estar disponível As Torrentes da Primavera seguido de Um Gato à Chuva e Outros Contos, um livro menos conhecido do autor onde se inclui o seu romance de estreia, lançado pela primeira vez há 90 anos, e 14 contos escritos também nesse primeiro período da sua produção literária. Simultaneamente é publicado Por Quem os Sinos Dobram, um dos mais conhecidos e lidos romances de Hemingway, um verdadeiro clássico da literatura universal que, desde 1955, tem tido várias reedições na Livros do Brasil. Este título, incluído no Plano Nacional de Leitura, é um dos mais reputados romances sobre a Guerra Civil de Espanha. Foi originalmente publicado em 1940 e logo em 1943 adaptado ao cinema por Sam Wood, um filme que contou com Gary Cooper e Ingrid Bergman nos papéis principais.
As Torrentes da Primavera seguido de Um Gato à Chuva e Outros Contos
Ernest Hemingway
As Torrentes da Primavera seguido de Um Gato à Chuva e Outros Contos
Romance de estreia de Ernest Hemingway, publicado originalmente em 1926, As Torrentes da Primavera conta a história de dois homens – um deles escritor, o outro veterano de guerra, ambos funcionários de uma fábrica de bombas no norte do Michigan e os dois em busca da sua mulher ideal. Paródia à escola literária da sua geração, aos seus temas e estilos, este é um texto de juventude cheio de ironia por onde despontam já, com vigor, as valiosas características literárias que Hemingway viria a consolidar em numerosas obras de referência. E que são confirmadas pelo conjunto de catorze contos apresentados neste volume, escritos também nesses seus primeiros anos de criação.


Por Quem os Sinos Dobram
Ernest Hemingway
Em 1937 Ernest Hemingway viajou para Madrid, com o intuito de aí realizar algumas reportagens sobre a resistência do governo legítimo de Espanha ao avanço dos revoltosos fascistas. Três anos mais tarde, concluiria a elaboração de um dos mais famosos romances sobre a Guerra Civil de Espanha, Por Quem os Sinos Dobram. A história de Robert Jordan, um jovem americano das Brigadas Internacionais, membro de uma unidade guerrilheira que combate algures numa zona montanhosa, é um relato de coragem e lealdade, de amor e derrota, que acabou por constituir um dos
mais belos romances de guerra do século XX. «Se a função de um escritor é revelar a realidade», escreveria o editor Maxwell Perkins em carta dirigida a Hemingway após ter concluído a leitura do seu manuscrito, «nunca ninguém o fez melhor do que você.»
Sobre o Autor:
Ernest Hemingway, um dos grandes nomes da literatura do século XX, nasceu em Oak Park, no Illinois, a 21 de julho de 1899, e suicidou-se em Ketchum, no Idaho, em julho de 1961. Em 1953 ganhou o Prémio Pulitzer, com O Velho e o Mar, e em 1954 o Prémio Nobel de Literatura. 



*Este post não obedece ao novo acordo ortográfico 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

[Novidades] - Chancelas Porto Editora: Novembro 2015


Título: Toda a Esperança do Mundo
Autores: Alfredo Cunha e Luís Pedro Nunes
Págs: 320
PVP: € 39,90
Preço WOOK: € 35,91
 
Um livro onde cabe Toda a Esperança do Mundo

No ano em que se comemora o 30.º aniversário da AMI, Alfredo Cunha e Luís Pedro Nunes assinam uma obra que homenageia o trabalho notável da organização fundada e dirigida por Fernando Nobre.

Uma «viagem superlativa (…) pela “geografia humana do sofrimento, da dor e da esperança”, nas palavras de Adelino Gomes, que assina um dos dois prefácios – o outro é assinado pelo também jornalista José Manuel Barata-Feyo; um «espelho da sensibilidade e humanismo que sempre nortearam esta instituição, como também deverá ser a prova do amor humano que a AMI tentou partilhar na construção de um mundo mais fraterno, mais ético, mais equitativo, menos violento e mais harmonioso», como explica Fernando Nobre no texto de apresentação que abre o livro Toda a Esperança do Mundo, da autoria de Alfredo Cunha (fotos) e Luís Pedro Nunes (textos).

Com apresentações agendadas para os próximos dias 13 de novembro (Lisboa) e 14 de novembro (Porto), Toda a Esperança do Mundo reúne nove fotorreportagens realizadas por Alfredo Cunha e Luís Pedro Nunes acompanhando o trabalho da Assistência Médica Internacional (AMI), numa viagem que os levou a conhecer escravos que lutam por recuperar a dignidade nas terras áridas do Níger, habitantes dos bairros de lata do Bangladesh que tentam assegurar um futuro aos seus filhos, pescadores no Sri Lanka a quem o mesmo mar que os alimenta tudo levou num tsunami apocalíptico, crianças que sobrevivem no limbo surreal do Haiti, meninas que lutam contra a tradição na Guiné Bissau e curdos encurralados no Iraque pelo Estado Islâmico, resistindo à barbárie e à extinção – pessoas que na AMI encontraram um porto de abrigo que lhes providencia o que mais precisam: atenção e esperança.
Toda a Esperança do Mundo assinala o 30.º aniversário da AMI – que receberá 2€ por cada exemplar vendido – e constituirá, nas palavras do seu fundador, como «o objeto de Arte mais perene do que foram as intervenções e preocupações da Fundação AMI» ao longo destas três décadas.
Para além dos prefácios de José Manuel Barata-Feyo e de Adelino Gomes, destaque para a entrevista feita a Fernando Nobre, que revisita o percurso da AMI.

 Sobre os autores:
Alfredo Cunha nasceu em 1953. Começou sua carreira profissional em fotografia publicitária em 1970, e como fotojornalista no Notícias da Amadora em 1971. Trabalhou no jornal O Século e n´O Século Ilustrado (1972), na Agência Noticiosa Portuguesa ANOP (1977) e nas agências de notícias Notícias de Portugal (1982) e Lusa (1987). Foi fotógrafo e editor-chefe no Público entre 1989 e 1997, quando decidiu juntar-se ao grupo Edipresse como fotógrafochefe.
Em 2000, começou a trabalhar na revista Focus. Em 2002, colaborou com Ana Sousa Dias no programa “Por Outro Lado”, da RTP2. Foi o fotógrafo e editor-chefe do Jornal de Notícias entre 2003 e 2009 e diretor fotográfico da Global Imagens entre 2010 a 2012. Atualmente trabalha como freelancer e está desenvolvendo vários projetos editoriais. Fotografou o 25 de Abril de 1974 em Portugal. Pouco depois, viajou por Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, S. Tomé, Timor-Leste e Cabo Verde, fotografando a descolonização Portuguesa.
Publicou vários livros de fotografia, entre os quais Raízes da Nossa Força (1972), Vidas Alheias (1975), Disparos (1976), Naquele Tempo (1995), O Melhor Café (1996) Porto de Mar (1998), 77 Fotografias e um Retrato (1999), Cidade das Pontes (2001), Cuidado com as crianças (2003), Cortina dos Dias (2012), O Grande Incêndio do Chiado (2013) e Os Rapazes dos Tanques (2014).

Luís Pedro Nunes
Fundador do Público em 1989, como estagiário, onde esteve como repórter e editor até 1997. Em 1991, ganhou o Prémio Gazeta Revelação com a reportagem com as crianças na Roménia. Durante os anos em que esteve neste jornal, fez todo o tipo de reportagens pelo mundo e pelo País, abarcando a cobertura de diversos acontecimentos para todas as secções do jornal.
Foi enviado especial a vários cenários internacionais como o conflito de Angola em 1992, onde percorreu o país logo a seguir às eleições que degeneraram no recomeço da guerra civil. Esteve vários meses em Moçambique antes das eleições onde cruzou todo o território a elaborar reportagens. Desdobrou-se em incontáveis trabalhos: de voltas ao mundo no Concorde à cobertura das Voltas a Portugal em Bicicleta. A reportagem sempre foi o seu território.
Em 1997, mudou-se para o Independente, onde esteve dois anos como repórter, e, posteriormente, como chefe de redação. Seguiu para o universo das dot.com, onde elaborou diversos sites para grandes grupos económicos. Foi consultor de comunicação de crise, até regressar aos jornais, mas desta vez como diretor do Inimigo Público, suplemento satírico que fundou. É, “por mero acaso”, comentador do programa Eixo do Mal na SIC Notícias, tem uma crónica semanal no Expresso, e pretende continuar a fazer por muitos e bons anos reportagens com o seu grande amigo e camarada Alfredo Cunha: o primeiro companheiro numa reportagem internacional em 1991 na Roménia. Com a AMI.
 

Título: Porto Desconhecido & Insólito
Autor: Germano Silva
Págs: 176
PVP
: € 18,80
Preço WOOK: € 16,92

As histórias de um Porto desconhecido e insólito

O novo livro de Germano Silva surpreende a cada página. Chega às livrarias nos próximos dias e tem lançamento agendado para sábado, dia 7.
 
Germano Silva tem um novo livro. Se isso é uma (boa) notícia, mais interessante se torna quando, página a página, se revela uma cidade que o próprio autor confessa que lhe tinha passado algo despercebido – até agora.
Eis Porto Desconhecido & Insólito, 176 páginas de pura descoberta de histórias fascinantes: um imperador caloteiro; um amor de fazer perder a cabeça; uma igreja envergonhada; estas são algumas das histórias desconhecidas (ou pouco conhecidas) da maioria das pessoas, que agora Germano Silva partilha.
“Há anos comecei a pensar em como seria interessante descobrir outras histórias de um Porto que se esconde nas traseiras dos edifícios, invisível, por isso, a quem passa apressado pelas suas ruas ou sobe as suas escadinhas. Julguei que sabia muito do Porto, das pessoas que nele habitam, das suas ruas e ruelas, esconsas e estreitas, e dos sorrisos atrás das janelas. Mas um dia comecei a olhar também para os jardins escondidos nas traseiras das casas e para o interior de certas habitações e a prestar mais atenção a certas imagens das nossas igrejas e capelas. E não imaginam as histórias e outras curiosidades que acabei por descobrir…”. Porto Desconhecido & Insólito chega às livrarias nos próximos dias e será lançado no próximo dia 7 de novembro, sábado, pelas 15:30, na Casa do Cais Novo, no Porto. A apresentação estará a cargo do jornalista David Pontes, subdiretor do Jornal de Notícias. "Quem já percorreu as ruas do Porto pelo seu olhar sabe-o. Quem o vê passar percebe que ele não anda, não caminha, não calcorreia, mas desliza veloz pelo Porto como, ele próprio, parte integrante e indissociável desta cidade que ama e conhece como poucos. Germano é pedra granítica, azulejo biselado de fachada e ferro forjado de uma varanda portuense."

O autor
Germano Silva nasceu em Penafiel (S. Martinho de Recezinhos), em 1931. Veio com a família para o Porto quando tinha somente um ano de idade. Fez nesta cidade a Instrução Primária, após o que começou de imediato a trabalhar. Foi marçano num retroseiro da Rua de Santa Catarina. Trabalhou, depois, na desaparecida Fábrica de Fósforos e logo a seguir na Fábrica de Lanifícios de Lordelo. Na década de cinquenta frequentou, em horário noturno, o Curso Geral de Comércio na antiga Escola Comercial de Oliveira Martins. A conclusão do curso possibilitou-lhe a entrada, como escriturário, na Secretaria do Hospital de Santo António. Ingressou no jornalismo em 1956 como colaborador desportivo no Jornal de Notícias. Três anos depois foi admitido nos seus quadros redatoriais. Aí fez toda a sua carreira, percorrendo todos os escalões da profissão: estagiário, repórter informador, repórter, redator e chefe da Redação. Aposentou-se em 1996, mas continua ligado ao JN, onde mantém a coluna dominical “À Descoberta do Porto”. Foi dirigente sindical em várias legislaturas e membro do desaparecido Conselho de Imprensa. Pertenceu aos corpos gerentes do Teatro Experimental do Porto, da Cooperativa Árvore e da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, de que é presidente da Assembleia Geral. É sócio fundador do Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende e membro do seu Conselho Fiscal. Foi correspondente do semanário Expresso no Porto e, nesta cidade, exerceu também por largos anos o cargo de delegado do desaparecido semanário O Jornal e da Visão, onde ainda colabora com uma crónica semanal dedicada ao Porto. Foi distinguido pelas Câmaras Municipais do Porto e de Penafiel com as medalhas de mérito de ouro.

Outras obras do autor publicadas pela Porto Editora
Dicionário de Personalidades Portuenses, coautor, 2001 
Porto – História e Memórias, 2.ª edição, 2011 
Porto – Nos Lugares da História, 2011 
Porto – Nos Recantos do Passado, 2012 
Porto – Viagem ao Passado, 2013
Caminhar pelo Porto, 2014

Título: A mulher da lama
Autor: Joyce Carol Oates
Tradutor:
 Maria João Delgado
Págs.: 464
PVP: € 19,90

Novo livro de Joyce Carol Oates

A mulher da lama põe em confronto o pesadelo e a realidade, um passado tenebroso e o sucesso do presente
 
A Sextante Editora publica, a 19 de novembro, A mulher da lama, um novo romance de Joyce Carol Oates, uma das mais importantes e premiadas escritoras americanas da atualidade, com mais de 50 livros publicados. Neste romance magistral, a autora explora o elevado preço do sucesso na vida de uma mulher a braços com os seus demónios pessoais e profissionais. Considerada, a par com Edgar Allan Poe, uma das grandes mestres do terror, Joyce Carol Oates tem sido por várias vezes apontada como uma das candidatas ao Prémio Nobel da Literatura, «uma escritora perigosa no melhor sentido da palavra», segundo o The New York Times. Este é o quarto livro da autora no catálogo da Sextante Editora.

SINOPSE
Uma criança é abandonada pela mãe no leito lamacento do Black Snake River. Contra todas as expectativas, «a menina da lama» sobrevive e é adotada por um casal de classe média que tentará esconder para sempre essa terrível história. Mas o presente vai tornar-se surpreendentemente vulnerável aos agentes do passado.
Meredith «M. R.» Neukirchen será a primeira mulher a presidir a uma universidade da Ivy League. Imersa numa carreira absorvente, num amor secreto por um homem que não define os seus sentimentos, e preocupada com o ambiente político dos Estados Unidos em vésperas da Guerra do Iraque, M. R. depara-se subitamente com inúmeros desafios. Para além de ver a sua carreira em jogo, as duras marcas do passado e o confronto com «a menina da lama» ameaçam fazer ruir todas as suas convicções.

A AUTORA
Joyce Carol Oates nasceu em 1938 nos Estados Unidos. Publicou o seu primeiro romance em 1963 e ganhou o National Book Award em 1970 com o romance Eles. É professora na Universidade de Princeton e já publicou uma obra vasta com cerca de trinta romances, mas também ensaios, contos, peças de teatro, poesia. A sua obra foi traduzida em várias línguas e elogiada pela crítica internacional. Joyce Carol Oates é, desde 1978, membro da Academia Americana de Artes e Letras.

IMPRENSA
Cruzando magistralmente pesadelo com realidade, Oates criou um resoluto, incisivo e empolgante drama sobre a profunda ligação a um lugar, a persistência do passado e as batalhas de uma alma resiliente que sofre cercada pelo interior e pelo exterior. Booklist
 
Não é possível confundir uma história de Joyce Carol Oates com a de outro qualquer autor… Não penas o seu virtuosismo mas também a sua aura ameaçadora faz com que seja uma história «dela»… Pensamos em Oates, como em Poe, como um mestre do terror, mas a sua verdadeira mestria reside em nunca deixar uma emoção forte ficar sozinha… Los Angeles Times

Oates é uma escritora perigosa no melhor sentido da palavra, aquela que arrisca obsessivamente com energia e deleite. New York Times



Título: Tatuagens num grão de areia – Tattoos on a grain of sand
Autor: José Micard Teixeira
Formato
: e-wook
N.º páginas (estimado): 160
PVP: 4,99 €

Motivar a mudança com Tatuagens num grão de areia
 
José Micard Teixeira aponta caminhos alternativos para uma vida mais feliz
 
Tatuagens num grão de areia, de José Micard Teixeira, é a mais recente obra publicada pela Coolbooks e está disponível a partir de hoje em coolbooks.pt e na livraria virtual wook.pt.
Em 2001, José Micard Teixeira era diretor-geral de empresas num grande grupo empresarial e decidiu deixar a sua carreira de sucesso para se tornar life coach. A sua experiência enquanto motivador de mudança cristaliza-se agora em Tatuagens num grão de areia. Esta coletânea de textos procura mostrar caminhos alternativos para a construção de uma nova vida e apontar escolhas que podem levar a mudanças significativas no dia a dia dos leitores. Uma das reflexões presentes nesta coletânea tornou-se viral na internet, em 2014, depois de a sua autoria ter sido erroneamente atribuída à atriz Meryl Streep.
Tatuagens num grão de areia é o seu segundo título publicado na Coolbooks e o primeiro livro da chancela a ser publicado numa edição bilingue (Tattoos on a grain of sand).

O AUTOR
José Micard Teixeira nasceu em Aveiro, no ano de 1961.
É licenciado em Relações Internacionais pela Universidade do Minho.
Trabalhou no Comité Económico e Social das Comunidades Europeias, em Bruxelas, e foi Diretor-Geral de empresas no Grupo Sonae durante cerca de 10 anos.
Em 2001, decide mudar de vida e torna-se Life Coach e Motivador de Mudança. Em 2007, edita o seu 1º livro e começa a ministrar palestras e workshops um pouco por todo o país.



Título: A Queda
Autor: Albert Camus
Tradutor
: José Terra
N.º de Páginas: 88
PVP: 11,00 €

O regresso do derradeiro romance de Albert Camus

A primeira edição de A Queda na Livros do Brasil data de 1957, ano em que Camus recebeu o Nobel da Literatura.
 
A 12 de novembro regressa às livrarias.
A Queda foi o último livro de ficção publicado em vida por Albert Camus, um ano antes de o autor ser distinguido com o Prémio Nobel da Literatura, em 1957. Nesse mesmo ano, o romance teria a sua
publicação em Portugal pela Livros do Brasil, com tradução de José Terra que agora recuperamos, numa nova edição que chega dia 12 de novembro às livrarias. Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno, tendo sido considerada por Jean-Paul Sarte «talvez a mais bela e menos compreendida» obra de Camus.
Na coleção Dois Mundos da Livros do Brasil foi também já lançada em julho uma nova edição de O Estrangeiro, do mesmo autor.

Sinopse
Num bar de marinheiros em Amesterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam.

O Autor
Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura, pelo
conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século xx. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.