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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

[Novidade] - Elsinore: "Onde Todos Observam" de Megan Bradbury

Onde Todos Observam
Megan Bradbury

Nova Iorque. A capital do século XX. A cidade inspiradora, que seduz, onde todos observam, onde todos estão atentos ao que irá acontecer a seguir.

Sinopse:
1967. Robert Mapplethorpe sabe que é artista. Na sua casa de infância, em Queens, anseia pelo calor, pela excitação da cidade, pelos corpos de outras pessoas. Quer ser visto, quer ser célebre.

1891. Walt Whitman já é famoso. Acomodou-se a uma forma de velhice muito sua. Ainda inocente, ainda deslumbrado, viaja com o seu amigo e biógrafo Bucke para a cidade que sempre amou, palco dos seus grandes triunfos e rejeições.

1922. Robert Moses é um homem com uma ideia em mente. Observando à distância a silhueta de Manhattan, antecipa o futuro da cidade. É ele quem vai construir a Nova Iorque moderna. 

2013. Edmund White está de regresso à cidade da sua juventude, da sua vida e das suas paixões. No quarto de hotel, recorda com prazer os dias lascivos e as noites de euforia do passado. Mas, entretanto, passaram os anos, cumpriu-se o volver do tempo… 

Este é um romance em forma de carta de amor a Nova Iorque, escrito a partir das vidas dos homens e das mulheres que a fazem - as suas vozes e obras de arte são urdidas com tal sensibilidade por Megan Bradbury, que a cidade se eleva das páginas do livro perante os nossos olhos: complexa, tentadora, sempre mutável.

Elogios:
«Num livro que é, ele próprio, uma espécie de cidade de palavras, eis uma reflexão bonita e polifónica sobre a sublimação e a transformação do desejo em arte.» 
Simon Richardson, BBC

«Lindíssimo, caleidoscópico.» 
Eimear McBride, autora de Uma Rapariga É Uma Coisa Inacabada 

Sobre o Livro:
Título: Onde Todos Observam
Autor:
Megan Bradbury
Nº de Páginas: 288
PVP:
17,69€
Lançamento:
18 de Julho
 
Sobre a Autora:
Nasceu nos Estados Unidos da América e cresceu no Reino Unido. Licenciou-se em 2005 na University of East Anglia, especializando-se em escrita criativa. 
Em 2013, recebeu o prémio Escalator Literature pela Writers’ Centre Norwich e uma bolsa de criação artística, com a qual financiou a escrita de Onde Todos Observam, o seu romance de estreia. 

Acredito que tem de existir uma forma de escrever ficção sobre o real que nos oferece algo que os textos de não-ficção não nos conseguem dar. Quando comecei este romance, senti que, se queria escrever sobre uma Nova Iorque verdadeira, teria de enfrentar a realidade, pois de outra forma a cidade seria somente um espaço geográfico no qual eu faria mexer as personagens.» 

domingo, 26 de junho de 2016

[Novidade] - Elsinore: "Crash" de J. G. Ballard

Crash
J. G. Ballard

«Agora que o Vaughan morreu, partiremos com os outros que se reuniram à sua volta, qual multidão atraída para um inválido ferido cujas posturas deformadas revelam as fórmulas secretas das suas mentes e vidas.»

Ao destruir o seu carro num acidente, assistindo à morte do condutor do outro veículo diante dos seus olhos, James Ballard, o narrador deste livro, descobre o fascínio pela confusão e caos do metal e de superfícies amolgadas, resultantes do impacto entre carros.

É a visão do seu amigo e visionário Robert Vaughan, homem que conduz uma espécie de irmandade de adoradores obcecados com as possibilidades eróticas dos desastres de viação, que Ballard partilha connosco: o derradeiro acidente, uma colisão frontal, um vórtice de sangue, sémen e líquido refrigerante - retrato singular da dependência crescente da tecnologia como intermediária das relações humanas, em que o erótico, o mecânico e o macabro se confundem.

Publicado originalmente em 1973, Crash continua a ser um dos romances mais chocantes do século XX, tendo sido adaptado para cinema, sob o mesmo título e com igual controvérsia, por David Cronenberg.

Crash é o segundo livro de J. G. Ballard editado pela Elsinore, chancela do Grupo 20l20, depois do elogiado Arranha-Céus. 

Elogios:
«Uma obra de uma originalidade poderosa. Ballard é um dos nossos melhores escritores de ficção.» 
Anthony Burgess

«[Ballard] possui uma imaginação aterradora e extraordinária.» 
The Guardian

«Ballard lembra-nos de que os sonhos são, muitas das vezes, perversos.» 
Zadie Smith  

Sobre o Autor:
Filho de pais ingleses, nasceu em 1930 em Xangai, na China, para onde o pai tinha ido trabalhar, e morreu em 2009. Na sequência do ataque a Pearl Harbor, ele e a família foram colocados num campo de prisioneiros civis. Regressou a Inglaterra com a mãe e os irmãos em 1946.

Após dois anos em Cambridge, onde estudou Medicina sem concluir o curso, Ballard escreveu para publicidade e foi porteiro em Covent Garden antes de partir para o Canadá como piloto da Força Áerea britânica.

Começou a escrever contos na década de 1950 e estreou-se na ficção mais longa em 1962: The Drowned World é o primeiro romance de uma das mais sólidas carreiras da ficção contemporânea. 

Celebrizou-se pela sua autobiografia Império do Sol (adaptada ao cinema por Steven Spielberg), mas é em romances como Crash (igualmente adaptado à Sétima Arte por David Cronenberg) e Arranha-Céus (também ed. Elsinore) que se encontram os seus temas obsessivos: os efeitos psicológicos da cidade e da tecnologia na alienação do ser humano.
 

sábado, 7 de maio de 2016

[Novidade] - Elsinore: "Extremo Ocidental" de Paulo Moura

Extremo Ocidental
Paulo Moura

Uma moto, uma tenda e um bloco de notas. Este foi o ponto de partida para a viagem que o premiado o jornalista Paulo Moura realizou ao longo da nossa costa portuguesa. De Caminha a Monte Gordo, é possível viajar quase sempre à beira-mar. São mais de mil quilómetros de uma viagem prodigiosa e inesquecível.

Extremo Ocidental é o primeiro livro de Paulo Moura editado na Elsinore, chancela literária do Grupo 20l20 Editora. Em outubro, a Elsinore publicará o segundo livro do premiado jornalista.

Extremo Ocidental – Uma viagem de moto pela costa portuguesa de Caminha a Monte Gordo - aborda a costa ocidental portuguesa como elemento fundador da identidade portuguesa, apresentando histórias interessantes e incomuns. Será, no fundo, um livro de viagens que apresentará a importância da nossa costa para o país e o mundo através de um ensaio em forma de jornalismo literário.

«Esta viagem é assim. Necessita de enredos, como combustível. Perder tempo com as histórias que vou encontrando não atrasa a viagem - dá-lhe movimento.»

Percorrer a costa portuguesa, de Caminha a Monte Gordo, é uma das mais belas viagens que se pode fazer na Europa. Há muitas formas de cruzar essa orla magnífica, incrivelmente variada e harmoniosa. Esta é uma jornada de repórter. Uma narrativa que inclui as estradas, as paisagens, as praias, as cidades, mas também as pessoas, as histórias.

Um casino numa aldeia, uma capela que desapareceu misteriosamente, a última noite de uma discoteca de praia, um parque de campismo proibido a campistas, uma comunidade de amor livre, um homem que vive sozinho numa ilha, um pescador que comunica com os peixes. O que se pode descobrir quando, com uma moto, uma tenda e todo um Verão pela frente, mergulhamos no mundo da beira-mar portuguesa?

Este livro é uma colecção de achados de viagem. Formas de vida, sombras do passado, pequenas utopias redentoras. Pode ser lido como um guia das praias e dos caminhos, um diário de aventura, ou um ensaio sobre a identidade portuguesa.

Sobre o Autor: 
Paulo Moura é um escritor e repórter freelance português, nascido no Porto em 1959. Estudou História e Jornalismo e, durante 23 anos, foi jornalista do Público, diário com que mantém uma colaboração regular.
Exerceu funções de correspondente em Nova Iorque e de editor da revista Pública, e tem feito reportagens em zonas de crise por todo o mundo.

Fez a cobertura jornalística de conflitos no Kosovo, Afeganistão, Iraque, Chetchénia, Argélia, Angola, Caxemira, Mauritânia, Israel, Haiti, Turquia, China, Sudão, Egipto, Líbia e muitas outras regiões. Ganhou vários prémios (Gazeta, AMI - Assistência Médica Internacional, ACIDI - Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, Clube Português de Imprensa, FLAD - Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Comissão Europeia, UNESCO, Lettre Ulisses, Lorenzo Natali, etc.)

É professor de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, e autor de seis livros, entre os quais a biografia de Otelo Saraiva de Carvalho e Passaporte para o Céu (edições Dom Quixote), um relato sobre a imigração ilegal de africanos para a Europa. Mantém um blogue de reportagens e crónicas intitulado Repórter à Solta, bem como o sítio paulomoura.net.

quarta-feira, 30 de março de 2016

[Novidade] - Elsinore: "Uma Rapariga É Uma Coisa Inacabada" de Eimear McBride

Uma Rapariga É Uma Coisa Inacabada
Eimar McBride

  
Galardoado com diversos prémios e considerado logo como um clássico, "Uma Rapariga É Uma Coisa Inacabada", um romance breve mas intenso, dá-nos o retrato nu do relacionamento de uma jovem com o seu irmão, e da longa sombra projetada, nas suas vidas, pelo tumor cerebral de que ele padece e pela família profundamente disfuncional em que vivem.

Narrado na primeira pessoa por esta rapariga sem nome, numa espécie de fluxo de consciência repleto de elipses e incoerências, que reflete o estado de quebra emocional da narradora, este é o romance de estreia de Eimear McBride, escritora irlandesa, considerada por muitos críticos a grande revelação de língua inglesa da última década. Ler este livro é mergulhar na mente da narradora, sentir a vida em bruto, tal como ela a atravessa. Nem sempre é uma experiência confortável - mas é decerto uma descoberta.


«Eu acho o teu rosto o melhor que há. Quando éramos nós novos. Quando eras pequenino e eu uma menina. Era uma vez. Vou lembrar-te lembra-te bem. Agora. Não nessa altura. E eu ajoelho-me sobre a tua cama tranquila. Beijo a tua cara. Saio do quarto. Eu vou. Dormir. Tal como tu.»


"Uma Rapariga É uma Coisa Inacabada" venceu diversos prémios: Baileys Women's Prize for Fiction , Goldsmiths Prize , Kerry Group Irish Novel of the Year Award Desmond E lliott Prize e Geoffrey Faber Memorial Prize.


Críticas:

Um futuro clássico. […] Inevitavelmente comparável ao cânone irlandês - os monólogos de Beckett, o solilóquio de Molly Bloom de Joyce em Ulisses, e a prosa ontogenética de Retrato do Artista quando Jovem - e às vanguardistas britânicas e irlandesas: Edna O’Brien, Virginia Woolf, Ann Quin.»
Joshua Cohen, New York Times
 

«Eimear McBride é uma espécie em vias de extinção: um génio. O leitor ousado irá perceber que tem nas mãos um livro a sério, vivo, um livro como nenhum outro.»
Anne Enright, vencedora do Man Booker Prize
 

«Um livro notável. […] A linguagem é desconstruída com engenho para tornar novas e estranhas experiências que nos são familiares, mas existe nessa desordem vitalidade, e até um certo agrado. McBride vai mais longe do que Beckett naquilo a que o próprio chamou "sintaxe da fragilidade".»  
The New York Review of Books
 

«Um romance fulgurante e original.» 
James Wood, The New Yorker
 
 
Sobre a autora:

Filha de irlandeses, nasceu em 1976 em Liverpool, mas a família regressou à Irlanda quando Eimear ainda era criança. Escreveu um só romance, que demorou nove anos a publicar depois de o ter enviado para dezenas de editoras, sem receber resposta.

"Uma Rapariga É Uma Coisa Inacabada" foi imediatamente aclamado e considerado um clássico aquando da publicação numa pequena editora, o que lhe garantiu o convite imediato para ser representada por Andrew Wylie e a consagração enquanto grande revelação literária dos últimos anos. Mais sobre a autora em: eimearmcbride.com
 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

[Novidades] - Chancelas 20|20: Novembro 2015


A Casa das Bonecas
M. J. Arlidge
Páginas: 320
PVP: 17,69€

Comparado com Jo Nesbo, o britânico M. J. Arlidge traz-nos um novo e arrepiante thriller,A Casa das Bonecas, o terceiro editado em Portugal depois dos bem-sucedidos Um-Dó-Li-Tá e À Morte Ninguém Escapa.

Um thriller que vai agarrar os amantes de policiais da primeira à última página.

O corpo de uma jovem é desenterrado numa praia remota, mas o seu desaparecimento nunca tinha sido denunciado.
Alguém a mantivera «viva» ao longo do tempo, enviando à família, regularmente, mensagens em seu nome.
Para a detetive Helen Grace, todas as provas apontam para um assassino em série, um monstro distorcido mas engenhoso e hábil — um predador que já matou antes.
À medida que Helen se esforça por destrinçar as motivações do assassino, ela compreende que se trata de uma verdadeira corrida contra o tempo. Uma única falha pode significar a perda de mais uma vida.
M. J. Arlidge é a grande aposta da Penguin Random House dentro deste género literário, tendo a editora garantido a publicação de mais três obras do autor. Confirmada está, também, a compra da BBC1 dos direitos de adaptação de Um-Dó-Li-Tá para televisão - Série de 4 episódios.

Elogios:
«M. J. Arlidge mantém o ritmo acelerado e o ambiente tenso. Viciante!» - The Sun

«Assustador e de leitura compulsiva.» - The Times

«M. J. Arlidge criou uma heroína genuinamente nova… não nos poupa a nenhum dos detalhes mais sombrios, tecendoos numa teia que arrepia o leitor até aos ossos.» - Daily Mail

«M. J. Arlidge é o novo Jo Nesbo.» - Judy Finning

Sobre o autor:
M. J. Arlidge trabalha em televisão há mais de 15 anos, tendo-se especializado em produções dramáticas de alta qualidade. Nos últimos anos produziu um grande número de séries criminais passadas em horário nobre na ITV, rede de televisão do Reino Unido. Escreveu uma nova série policial para a BBC, além de estar a criar novas séries para canais de televisão britânicos e americanos.
Os seus livros receberam críticas excelentes de todos os meios de comunicação social internacionais e têm sido traduzidos para várias línguas. Os dois primeiros livros do autor, Um, Dó, Li, Tá e À Morte Ninguém Escapa, também publicados pela Topseller, resultaram em êxitos de vendas internacionais.


Um Conde Apaixonante
Sarah MacLean
Páginas: 352pp 
PVP: 18,79€ 

Depois de Um Marquês Irresistível (vencedor do Prémio RITA para melhor romance histórico), Sarah MacLean regressa às livrarias com o elogiado Um Conde Apaixonante. Um romance divertido, cativante e sensual.

Lady Philippa Marbury, ou Pippa, é… estranha. É jovem, bela e filha de um marquês respeitado da sociedade, mas interessa-se por livros em vez de rapazes, por ciência em vez de passeios, e por laboratórios em vez de amor. O seu plano é casar-se em breve com o seu noivo, um homem simples, e viver o resto dos dias em sossego com os seus cães e as suas experiências científicas. Mas antes do casamento, Pippa tem duas semanas
para experimentar tudo o resto. Quinze dias para fazer pesquisa sobre as partes excitantes da vida. Não é muito tempo e, para o fazer, precisa de um guia que esteja familiarizado com os recantos mais obscuros de Londres.
Ela precisa de Cross: o sócio da casa de jogo mais exclusiva da cidade, e que tem fama de ser o maior
conhecedor do mundo do vício e dos prazeres. Mas a fama muitas vezes esconde segredos negros, e quando a nada convencional Pippa lhe pede que lhe arruíne a reputação, isso vai ameaçar tudo o que ele sempre se esforçou por proteger.

«Este livro não devia ser apenas lido, devia ser saboreado. É decadência e prazer, palpitação e tormento, humor e desejo. É arrebatador; uma leitura maravilhosa.» - Usa Today

«Absolutamente cativante e requintadamente sensual.» - Booklist

«Uma história original, sedutora, divertida e apelativa como o pecado.» - Library Journal

«Riso e luxúria deliciosamente entrelaçados.» - Publishers Weekly

Sobre a autora:
Sarah MacLean nasceu em Rhode Island, na costa leste dos Estados Unidos. É autora
bestseller doNew York Times e do USA Today.
O seu amor pela ficção histórica levou-a a formar-se em História da Europa no Smith College, em Massachusetts, e em Ciências da Educação, na Universidade de Harvard.
Mudou-se para Nova Iorque para se dedicar à escrita, onde ainda vive com o seu marido, o seu cão, e a sua imensa coleção de romances.
É colunista noWashington Post . Venceu duas vezes o Prémio RITA para Melhor Romance Histórico, atribuído pela Associação Americana de Escritores de Romance, com os romances Um Marquês Irresistível e No Good Duke Goes Unpunished, este último a publicar em 2016 pela Topseller.
Saiba mais sobre a autora em: www.sarahmaclean.net


Viagem à Procura de Mim
David Arnold
Páginas: 272
PVP: 16,59 €


David Arnold mora nos Estados Unidos com a mulher (adorável) e o filho (agitado). Já trabalhou como músico e produtor freelance, professor do pré-escolar, pai a tempo inteiro e empregado de café. Acredita no poder da gentileza e da comunidade. Gosta de molho pesto, dos Arcade Fire, de livrarias independentes, da Terra Média, de Elliott Smith e do Natal. Não gosta de azeitonas, de mentirosos e de meias molhadas. 

Tão comovente como hilariante, Viagem à Procura de Mim é o seu romance de estreia. Uma narrativa plena de diferentes histórias, tempos e lugares. Um livro aclamado pela crítica.

Após o súbito divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada da sua casa no norte dos EUA para o desolado sul, no Mississípi, onde passa a morar com o pai e a madrasta. Como se não bastasse estar a dar-se mal com a mudança, ainda descobre que a mãe está doente e pode precisar da sua ajuda. É então que decide fugir de casa e embarcar numa viagem de mais de 1500 quilómetros, de regresso à sua terra natal e à presença apaziguadora da mãe. Mas o caminho está repleto de perigos e de amizades inesperadas. Para se reencontrar, Mim vai ter de enfrentar demónios pessoais, pôr em causa as suas verdades e pisar as fronteiras da normalidade.

«David captura a voz de uma adolescente de 16 anos com beleza e estilo. A sua prosa maravilha-nos à medida que revela as diferentes camadas da personagem principal durante a sua longa jornada.» - Book Page

«Absolutamente sensacional.» - Publishers Weekly

«Uma estreia surpreendente e hilariante.» - Wall Street Journal

«Será sem dúvida o livro favorito de muitos adolescentes e conquistará também bastantes adultos.» - USA Today

«Memorável.» - People

«Hipnotizante.» - Kirkus Reviews

«Resplandecente.» - Washington Post

«Cheio de personagens notáveis e de momentos que ficarão para o futuro como uma espécie de tatuagens literárias.» - The Huffington Post



Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa. Um livro há muito esgotado em Portugal e que regressa agora às livrarias sob a chancela Booksmile. Considerada um clássico da literatura juvenil, e inspirada na vida da própria autora, esta envolvente obra fala-nos da Segunda Guerra Mundial numa nova perspetiva e, de forma inusitada, com algum humor.

Vive-se o ano de 1933. Anna tem apenas nove anos e anda demasiado ocupada com a escola e com os amigos para reparar nos cartazes políticos espalhados pela cidade de Berlim com a suástica nazi e a fotografia de Adolf Hitler, o homem que muito em breve mudaria a face da Europa. Ser judeu, pensa ela, é apenas algo que somos porque os nossos pais e avós são judeus.

Mas um dia o pai dela desaparece inexplicavelmente. E, pouco tempo depois, ela e o irmão, Max, são levados pela mãe com todo o sigilo para fora da Alemanha, deixando para trás a sua casa, os amigos e os amados brinquedos. Reunida na Suíça, a família de Anna embarca numa aventura que vai durar anos.
Mas um dia o pai dela desaparece inexplicavelmente. E, pouco tempo depois, ela e o irmão, Max, são levados pela mãe com todo o sigilo para fora da Alemanha, deixando para trás a sua casa, os amigos e os amados
brinquedos. Reunida na Suíça, a família de Anna embarca numa aventura que vai durar anos.

«Uma introdução apaixonante ao tema da Segunda Guerra Mundial.» Books for Your Children

Vamos Apanhar o Pai Natal?
Páginas: 32
PVP: 9,99€  

De Jean Reagan, a mesma autora de Como Tomar Conta de um Avô e Como Tomar Conta de uma Avó, este último finalista do Children Choise Book Award, e ambos bestsellers do New York Times, chega-nos mais uma história divertida e pedagógica. Vamos Apanhar o Pai Natal? vai fazer as delícias dos mais pequenos nesta quadra tão especial.

Depois de longos meses de espera, finalmente chegou a véspera de Natal! Gostavas de oferecer um presente ao Pai Natal e de lhe perguntar imensas coisas? Esta é a tua grande oportunidade para o apanhares! Descobre como podes consegui-lo neste livro cheio de ideias fantásticas. Vais precisar de:
cenouras • bolachas • montes de purpurinas • luzes de Natal adivinhas • alguma paciência!
Mas lembra-te: o Pai Natal está sempre com pressa! Tens de aproveitar ao máximo esse momento tão
importante!


Recomendados pelo Patriarcado de Lisboa, estes dois livrinhos, de Sérgio Franclim (texto) e Diana 
de Oliveira (ilustrações), são perfeitos, não só para a época festiva que se aproxima, mas também para os mais novos folhearem ao longo de todo o ano.


«Há muito, muito tempo, no tempo do Império Romano, Deus enviou um anjo, chamado Gabriel, até Nazaré, uma cidade da Galileia. O anjo desceu dos Céus com uma mensagem para Maria…»
Assim começa A História do Natal , agora adaptada para os leitores mais novos, com ilustrações que farão as delícias de todos, que lhes ensinará tudo sobre o nascimento de Jesus. No final deste livro, vão também encontrar algumas curiosidades sobre o Natal. 


Todos os momentos do dia são bons para conversar com Jesus. Em O Meu Livro de Orações, encontra orações escritas especificamente para os mais pequenos. Graças às suas rimas e ilustrações ternurentas, vai incentivar as crianças a rezar ao longo do dia e a ficar mais próximas de Deus.
Algumas das orações que encontrará neste livro: Rezo quando Acordo; Agradeço o Alimento; Invoco o meu Anjo da Guarda; Rezo pela Família; Rezo pelos Amigos; Celebro o Natal; e muitas outras.



​Com mais de três milhões de livros vendidos, Go Girl fala sobre o quotidiano e assuntos reais. Está publicada em mais de 10 países e já conta com mais de 20 títulos. A Rainha da Dança e Um Natal Perfeito, são os dois primeiros volumes desta série, perfeita para as meninas que já sabem ler. 

Gog Girl 1: A Rainha da Dança.
A Charlie está eufórica com a sua primeira aula de dança contemporânea! Mas nem tudo é perfeito. O seu equipamento não é o adequado e as outras meninas estão sempre a implicar com ela. Além disso, há o nervosismo do espetáculo que está para breve. Contudo, assim que a Charlie começa a dançar, todos os problemas parecem desaparecer! Uma história cheia de ritmo que podia muito bem ser a tua!
Go Girl 2: Um Natal Perfeito.
A Anna mal pode esperar pelo Natal. Ela adora embrulhar presentes, olhar para as luzes cintilantes da árvore de Natal e comer os doces deliciosos. Mas, no meio desta felicidade, ela descobre que, para algumas pessoas, o Natal pode ser uma época triste e solitária. Por isso, a Anna decide que está na hora de fazer alguma coisa para ajudar. Uma história ternurenta que podia muito bem ser a tua!


Do sucesso na televisão, para os livros. A nova série Lego Ninjago já chegou às livrarias e promete conquistar os mais novos. Perfeito para pais e filhos partilharem momentos em conjunto. Os títulos A Hora dos Fantasmas e Torneio dos Elementos trazem uma minifugura de oferta. E Preparar, Apontar, Colar está cheio de atividades, com 200 fantásticos autocolantes.

 Em A Hora dos Fantasmas, a equipa ninja está pronta a enfrentar as invasões dos guerreiros fantasmas, com o líder, Morro, a querer conquistar o reino inteiro. Mas como é que vão combater fantasmas, especialmente quando um dos ninjas fica possuído?
Em Torneio dos Elementos, a equipa ninja dividiu-se quando perdeu o Zane na batalha final com o Overlord, mas quando surge um misterioso convite para o Torneio dos Elementos do Mestre Chen as perguntas ficam no ar. Será que o Zane está vivo? E haverá mais com poderes como eles?
Estes dois títulos trazem de oferta uma minifugura.
Do sucesso na televisão, para os livros. A nova série Lego Ninjago já chegou às livrarias e
promete conquistar os mais novos. Perfeito para pais e filhos partilharem momentos em conjunto.
Preparar, Apontar, Colar é um livro cheio de atividades, com 200 fantásticos autocolantes. Convidados para o Torneio dos Elementos do Mestre Chen, os quatro ninjas vão competir com os maiores lutadores de Ninjago.
Será que os Mestres de Spinjitzu conseguem enfrentar os Mestres Elementais? Irão eles descobrir os segredos do Mestre Chen?



Desmobilizados
Phil Klay
Páginas: 304
PVP: 17,99€

«Extraordinariamente poderoso. […] Procuram o Tim O’Brien ou o Joseph Heller ou o Erich Maria Remarque da nossa incursão pelo Iraque? Missão cumprida.», The Washington Post

«A melhor obra literária escrita até hoje por um veterano das guerras recentes travadas pelos Estados Unidos. A prosa de Klay revela todas as falsidades e ilusões no encontro entre veteranos e as pessoas por quem eles alegadamente combateram.», The New Yorker

«O melhor livro já escrito sobre o que a guerra faz à alma das pessoas.», The New York Times Book Review

Vencedor do National Book Award na categoria de ficção em 2014, Desmobilizados, de Phil Klay (Elsinore l 304 pp l 17,99€ l à venda a 9 de novembro), é um conjunto de 12 contos que abrange a totalidade da experiência da guerra contemporânea pelos militares norte-americanos no Iraque e no Afeganistão. Tradução de Maria do Carmo Figueira. Capa com ilustração original de Lorde Mantraste.

São contos sobre a experiência da guerra sempre presente, mesmo quando já dela se saiu, e sobre quem a viveu, seja na linha da frente, de arma em punho, seja nos bastidores: soldados que ainda combatem no Iraque, combatentes entretanto desmobilizados que regressam aos EUA e vivem na alucinação permanente da guerra, administrativos no Iraque para quem a guerra é uma folha de Excel, e pouco mais, ou um capelão que tem de gerir as tentativas de confissão de um soldado (que se presume que matou uma criança à vista da própria família).

Desmobilizados é uma peça de literatura que, entre batalhas e mortes, monotonia e burocracia, isolamento e remorsos, ilustra o enorme abismo que há entre a guerra idealizada (que vemos no cinema e na televisão) e a guerra real. Transporta-nos para a linha da frente da guerra armada, mas igualmente para a luta diária das vidas de todos os que se ofereceram em serviço pela pátria. O que testemunharam, afinal, estes homens nos desertos do Médio Oriente?

«Não confio na minha memória. Lembro-me do veículo, retorcido e queimado e destruído. Como o Jenks. Não são histórias. São coisas. Corpos. As pessoas mentem. As memórias mentem.»

Sobre o autor:​
Phil Klay Nasceu em 1983. Licenciou-se no prestigiado Dartmouth College e é veterano do Corpo de Fuzileiros dos Estados Unidos, tendo servido no Iraque entre 2007 e 2008. Depois de ser desmobilizado, enveredou pelo estudo da escrita criativa.

O primeiro conto, «Fim de Missão», foi originalmente publicado na revista Granta, o que lhe granjeou a presença imediata nas mais variadas antologias. Desmobilizados é o seu primeiro livro, de imediato alvo dos mais rasgados elogios da crítica: venceu o National Book Award na categoria de Ficção. Foi também finalista do Prémio Frank O’Connor e considerado pelo New York Times um dos dez melhores livros norte-americanos publicados em 2014.

Recebeu em 2015 o prémio James Webb da Marine Corps Heritage Foundation, pelo seu retrato da vida dos fuzileiros no teatro de guerra, e o prémio John Leonard do National Book Critics Circle Award para a melhor primeira obra publicada em qualquer género. Saiba mais sobre o autor em www.philklay.com.