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terça-feira, 7 de julho de 2015
[Novidade] - Matéria- Prima: "As anedotas do Zé Banana"
Infantil Páginas: 128
PVP com IVA: €10,90
Formato: 14 x 20 cm
ISBN: 978-989-769-011-2
À VENDA A PARTIR DE 8 DE JULHO
O ZÉ BANANA CHEGOU PARA TE FAZER RIR!
O Zé Banana é um rapazola com talento especial para a asneira. Em casa, na escola, na rua, com o seu melhor amigo Manelinho ou com a sua irmã mais nova, a peste da Lili, todas as desculpas servem para uma boa piada.
Junta os teus amigos e entrem no mundo do Zé Banana, onde o disparate é constante e a gargalhada é garantida.
MAIS DE 100 ANEDOTAS PARA RIRES COM OS TEUS AMIGOS.
Ilustrações de Patrícia Furtado.
domingo, 7 de junho de 2015
[Novidade] - Matéria-Prima Edições: "O assassinio de Catarina Eufémia" de Pedro Prostes da Fonseca
Titulo: O Assassino de Catarina Eufémia
Autor: Pedro Prostes da Fonseca
História
Páginas: 216
PVP: €15,80
UMA MORTE MISTERIOSA.
UM ASSASSINO POR CONDENAR.
UMA HISTÓRIA DE INJUSTIÇA E FRAUDE QUE TRAZ À LUZ FACTOS INÉDITOS.
A 19 de maio de 1954, em Baleizão, no Alentejo, a morte de uma jovem mulher às mãos de um tenente da Guarda Nacional Republicana fez nascer uma heroína da resistência antissalazarista: Catarina Eufémia. Aos 26 anos, analfabeta e com três filhos pequenos, esta ceifeira lutava por um salário melhor quando foi morta com três tiros à queima-roupa.
Mais de 60 anos depois ainda há muito por esclarecer sobre a morte desta mulher que encantou poetas, como Sophia de Mello Breyner ou Eugénio de Andrade, e que inspirou milhares de trabalhadores rurais na luta por uma vida mais digna. Das poucas certezas que persistem uma é a de que foi da arma de João Tomás Carrajola, oficial da GNR, que saíram os três disparos fatais. Em O Assassino de Catarina Eufémia, o jornalista Pedro Prostes da Fonseca conta-nos a história desta mulher de rara fibra e determinação, de todo o mistério que envolveu a sua morte e da forma pouco ortodoxa como o julgamento de Carrajola foi conduzido e que levou à sua absolvição. Numa escrita repleta de pormenores e de informações inéditas, onde se destaca o acesso ao processo do autor do crime, que era dado como desaparecido, o autor parte da pequena história do nosso país para depois nos fazer mergulhar na realidade de um Alentejo onde a fome grassava e de um Portugal amordaçado pela ditadura.
“UM LIVRO QUE NOS ILUMINA COM RIGOR HISTÓRICO.” Ricardo Sá Fernandes in prefácio
Pedro Prostes da Fonseca nasceu em Lisboa, em 1962, e iniciou-se no jornalismo, em 1988, na Agência Lusa, depois de cinco anos como documentalista. Foi colaborador do semanário Expresso (2003) e das revistas Sábado (1992/93), Superjovem (1994/95), Pais & Filhos (1996), Clube de Empresários (1997/2000) e Arquitectura & Construção (2006/2012). Editou as revistas Vela & Náutica (1993/1996) e Arquitectura & Vida (2001/2005). Chefiou a redação do jornal Meios & Publicidade (2000) e foi coordenador no semanário SOL (2006/2012) – período em que conheceu a fundo a realidade das cadeias portuguesas, ao ser responsável pela rubrica “Conversas na Prisão”. Em 1996, fundou o Gabinete de Reportagem no Grupo Impala e, em 1999, a empresa Culturmedia, vocacionada para projetos culturais e editoriais no domínio das autarquias. Em 2000 publicou o livro infantil Histórias dos 4 Cantinhos (editora Paulinas) e em 2014 A Porta para a Liberdade, pela Matéria-Prima Edições.
domingo, 30 de novembro de 2014
[Novidade] - Matéria-Prima: "Até que consigas voar" de José Gameiro
Titulo: Até que consigas Voar
Autor: José Gameiro
Ficção terapêutica
Páginas: 182
PVP: € 15,80
Páginas: 182
PVP: € 15,80
Sobre o livro:
Um livro pessoal e profundo, em que o psiquiatra é tão humano como os pacientes; em que todos somos muito parecidos no sofrimento e na esperança.
Quando as pessoas chegam ao consultório de um psiquiatra, já esgotaram todas as suas alternativas. Sentem-se perdidas, vazias ou profundamente tristes. Neste livro, José Gameiro, psiquiatra há 40 anos, dá-nos a oportunidade de sermos os seus olhos e os seus ouvidos. Em Até que consigas voar, encontramos relatos intimistas sobre o luto, os medos, a conjugalidade e todo um conjunto de feridas que não se vêem. Mostra-nos que podemos voltar a encontrar um rumo, mesmo quando enfrentamos o pior dos desgostos.
«Aconteceu-me quase não conseguir conter as lágrimas quando me falaram sobre a morte de um filho. Aconteceu-me sentir-me impotente quando alguém perdeu tudo e não queria sair do seu papel de vítima.
Aconteceu-me algumas vezes não resistir à minha própria ansiedade de cumprir rapidamente o que se espera de um médico – que trate e cure o mais depressa possível.
Aconteceu-me ter muito medo de que alguém se matasse e telefonar anonimamente para a pessoa só para saber se estava viva.»
Há momentos em que parece que tudo acabou, que nada faz sentido e que a dor não vai parar. É nesses momentos, em que o sofrimento nos agarra, que temos de nos lembrar que é possível voltar a voar.
Sobre o autor:
José Gameiro nasceu em Lisboa em 1949. É psiquiatra, doutorado em Psicologia e Saúde Mental, e membro fundador da Soc. Portuguesa de Terapia Familiar, colunista da Revista do Expresso e autor de vários livros, entre eles Até que o Amor nos Separe.
José Gameiro nasceu em Lisboa em 1949. É psiquiatra, doutorado em Psicologia e Saúde Mental, e membro fundador da Soc. Portuguesa de Terapia Familiar, colunista da Revista do Expresso e autor de vários livros, entre eles Até que o Amor nos Separe.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
[Novidade] - Matéria-Prima: "Maria Modista" de Filipa Bibe
Titulo: Maria Modista
Autora: Filipa Bibe
Páginas: 188
P.V.P.: €22
Autora: Filipa Bibe
Páginas: 188
P.V.P.: €22
CRIE E TRANSFORME O SEU GUARDA-ROUPA OFEREÇA PEÇAS FEITAS POR SI! DESCUBRA O PRAZER DA COSTURA
O Livro
Sempre quis fazer roupa à sua medida? Não sabe o que há-de fazer com aquele lençol bonito mas que já está a ficar velho? Prefere oferecer presentes feitos por si ou quer lançar um negócio próprio?
Com o livro Maria Modista: amor ao primeiro ponto, vai poder tornar reais todos aqueles projetos que sonhou fazer. E mesmo que não saiba sequer prender um botão, não se iniba: tudo é explicado em detalhe para que o difícil se torne simples!
A costura está na moda. Deixe-se levar pelos projetos apresentados no livro e descubra uma nova paixão entre linhas e agulhas. (inclui moldes).
A Autora
Filipa Bibe nasceu em Lisboa, em 1978, numa família de gestores. Desde pequena que os números foram convivendo, na sua vida, com agulhas e dedais, muito por culpa da avó e da tia que lhe costuravam roupas para as bonecas. Filipa decidiu-se pelos números e criou uma empresa de contabilidade. No entanto, o gosto pela costura nunca desapareceu. Numa resolução de Ano Novo, decidiu concretizar o seu sonho de criança: aventurar-se na costura, criando uma escola. A Maria Modista nasceu em 2012 e pelas suas aulas já passaram mais de 10 mil pessoas.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
[Novidade] - Matéria-Prima: "Não temos de ser Alemães" de José Matos Torres
Título: Não Temos de ser Alemães
Autor: José Matos Torres
Género: Economia
N.º de Páginas: 216
PVP: 15€
Autor: José Matos Torres
Género: Economia
N.º de Páginas: 216
PVP: 15€
A austeridade excessiva não é uma solução
Um novo caminho económico e orçamental para Portugal
Sinopse:
A atual situação em que nos encontramos não é apenas da responsabilidade do Estado. As empresas e as famílias também se juntaram a este devaneio económico vivido nos últimos anos em que todos nos deixámos iludir por câmbios estáveis e taxas de juro muito baixas.
Na hora de pagar a fatura fomos acordados para uma dura realidade com sacrifícios para todos. Mas será o caminho seguido o correto?
Estaremos a caminhar para o tão desejado crescimento económico? Será esta excessiva austeridade em que vivemos a solução? José Matos Torres defende que não. A austeridade é importante mas só por si não resolverá os problemas estruturais de Portugal.
O modelo económico a seguir não pode ser desenhado numa folha de excel pelo norte da Europa, como já se provou pelos sucessivos erros de avaliação e de resultados das políticas da troika.
Na hora de pagar a fatura fomos acordados para uma dura realidade com sacrifícios para todos. Mas será o caminho seguido o correto?
Estaremos a caminhar para o tão desejado crescimento económico? Será esta excessiva austeridade em que vivemos a solução? José Matos Torres defende que não. A austeridade é importante mas só por si não resolverá os problemas estruturais de Portugal.
O modelo económico a seguir não pode ser desenhado numa folha de excel pelo norte da Europa, como já se provou pelos sucessivos erros de avaliação e de resultados das políticas da troika.
O crescimento é possível mas passa mais por nós, portugueses e pelas apostas certas do que pelas restrições orçamentais da Alemanha.
Sobre o autor:
José Matos Torres é licenciado em Ciências Policiais e em Organização e Gestão de Empresas. Atualmente é diretor nacional adjunto da PSP (Logística e Finanças). Tem obras publicadas no domínio da segurança interna e da gestão, bem como artigos publicados em revistas de especialidade. É professor auxiliar e investigador no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI) nas temáticas de Logística, Contabilidade e Finanças Públicas, para além de docente em diversos cursos de especialização de dirigentes públicos e em pós-graduações e mestrados nas áreas de administração, estratégia e gestão do risco.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
[Novidades] - Matéria-Prima Edições: "Os estrangeiros que mandaram em portugal" e "900 anos a Irritar os Espanhóis"
Titulo: 900 anos a Irritar os Espanhóis
Autora: Margarida de Magalhães Ramalho
HISTÓRIA
Número de páginas: 240
PVP: € 16,80
Número de páginas: 240
PVP: € 16,80
SÉCULOS DE AMOR E ÓDIO ENTRE DOIS PAÍSES
QUE CRESCERAM A DISCUTIR
QUE CRESCERAM A DISCUTIR
O LIVRO:
Sabe por que existem, na fronteira, esculturas de homens de rabo ao léu virados para Espanha?
E que Portugal esteve para ser invadido por Espanha no século XX?
E que o rei da Roménia fugiu aos espanhóis com a nossa ajuda?
E sabe por que razão D. António, prior do Crato, é visto como um «osso duro de roer»?
ENTRE NUMA VIAGEM DE NOVE SÉCULOS DE CONFRONTOS
E PERIPÉCIAS ENTRE DOIS VIZINHOS DETERMINADOS E AMBICIOSOS.
E PERIPÉCIAS ENTRE DOIS VIZINHOS DETERMINADOS E AMBICIOSOS.
DESCUBRA PERSONAGENS MÍTICAS E MOMENTOS CRUCIAIS
EM QUE PORTUGAL E ESPANHA SE METERAM, LITERALMENTE, EM SARILHOS E PICARDIAS.
EM QUE PORTUGAL E ESPANHA SE METERAM, LITERALMENTE, EM SARILHOS E PICARDIAS.
A AUTORA:
Margarida de Magalhães Ramalho é licenciada em História da Arte.
Responsável pelas escavações arqueológicas realizadas entre 1987 e 2005 na Fortaleza de Nª Sª da Luz, em Cascais, tem alguns estudos publicados nesta matéria. Entre 1993 e 1998 pertenceu aos quadros da EXPO'98.
Freelancer desde 1999, comissariou várias exposições. Publicou já dezenas de livros na área da História e assinou artigos para revistas a Egoísta e o Expresso.
Margarida de Magalhães Ramalho é licenciada em História da Arte.
Responsável pelas escavações arqueológicas realizadas entre 1987 e 2005 na Fortaleza de Nª Sª da Luz, em Cascais, tem alguns estudos publicados nesta matéria. Entre 1993 e 1998 pertenceu aos quadros da EXPO'98.
Freelancer desde 1999, comissariou várias exposições. Publicou já dezenas de livros na área da História e assinou artigos para revistas a Egoísta e o Expresso.
Titulo: OS ESTRANGEIROS QUE MANDARAM EM PORTUGAL
Autora: Sara Capelo
HISTÓRIA
Número de páginas: 248
PVP: € 16,00
Número de páginas: 248
PVP: € 16,00
A HISTÓRIA DE PORTUGAL CRUZA-SE COM A DOS ESTRANGEIROS QUE MANDARAM NO NOSSO PAÍS.
DECISÕES, EXCESSOS E POLÉMICAS QUE
TRANSFORMARAM PORTUGAL
TRANSFORMARAM PORTUGAL
De Filipe I a Junot, do Cardeal Alberto a Beresford, de Wellesley a Angela Merkel, conheça os estrangeiros que afrontaram a soberania nacional.
O LIVRO:
Sabia que o reinado de Filipe I fica marcado pelo aumento de impostos e criação de taxas? Que o inglês Beresford tentou aprender português e se fez amigo do rei, mas era odiado pelo povo porque favorecia o marido da amante? E que Junot esbanjava o dinheiro dos portugueses em festas sumptuosas?
A perda de soberania não é uma novidade para nós. Desde o desaparecimento de D. Sebastião – que abriu uma crise de sucessão – que sete estrangeiros mandaram em Portugal. Foram muitas vezes prejudiciais aos interesses do país e foram quase sempre recebidos com desconfiança, um sentimento que perdura dirigido agora a personalidades como Christine Lagarde ou Angela Merkel, representantes de instituições e Estados estrangeiros.
Um livro sobre os portugueses e os estrangeiros, que revela um povo que nunca desiste de defender os seus interesses.
Sabia que o reinado de Filipe I fica marcado pelo aumento de impostos e criação de taxas? Que o inglês Beresford tentou aprender português e se fez amigo do rei, mas era odiado pelo povo porque favorecia o marido da amante? E que Junot esbanjava o dinheiro dos portugueses em festas sumptuosas?
A perda de soberania não é uma novidade para nós. Desde o desaparecimento de D. Sebastião – que abriu uma crise de sucessão – que sete estrangeiros mandaram em Portugal. Foram muitas vezes prejudiciais aos interesses do país e foram quase sempre recebidos com desconfiança, um sentimento que perdura dirigido agora a personalidades como Christine Lagarde ou Angela Merkel, representantes de instituições e Estados estrangeiros.
Um livro sobre os portugueses e os estrangeiros, que revela um povo que nunca desiste de defender os seus interesses.
A AUTORA:
Sara Capelo, jornalista, é licenciada em Ciências da Comunicação e pós-graduada em Ciência Política e Relações Internacionais. Desde 2008 integra a secção de Política da revista Sábado. Em 2013 ganhou o prémio de Jornalismo Económico Santander / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
[Novidade] - Matéria-Prima Edições : «O Herói Português da I Guerra Mundial» de Francisco Galope
Título: Herói Português da I Guerra Mundial
Autor: Francisco Galope
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 256
Nas livrarias a 18 de Junho
Sinopse:
Na Batalha de La Lys, o soldado Milhões ficou para trás e cobriu a retirada dos camaradas. Durante vários dias vagueou por trincheiras e descampados, sobrevivendo graças à sua metralhadora e a um pacote de amêndoas da Páscoa. Ao regressar ao acampamento, depois de salvar civis e matar militares alemães, foi recebido como um herói.
Porém, no regresso a casa, cai no esquecimento, apesar de ter recebido a mais alta condecoração. Só anos mais tarde, o regime decide fazer dele um símbolo do amor à pátria…
«A história do Milhões tem qualquer coisa de conto de fadas. Quando o seu filhito tiver idade de ouvir histórias, se alguém o tomar sobre os joelhos e lhe contar a de seu pai, o pequeno tem de abrir uns grandes olhos, como se lhe relatassem o caso do Grão de Milho ou da Gata Borralheira.»
André Brun in Diário de Lisboa (1924)
Porém, no regresso a casa, cai no esquecimento, apesar de ter recebido a mais alta condecoração. Só anos mais tarde, o regime decide fazer dele um símbolo do amor à pátria…
«A história do Milhões tem qualquer coisa de conto de fadas. Quando o seu filhito tiver idade de ouvir histórias, se alguém o tomar sobre os joelhos e lhe contar a de seu pai, o pequeno tem de abrir uns grandes olhos, como se lhe relatassem o caso do Grão de Milho ou da Gata Borralheira.»
André Brun in Diário de Lisboa (1924)
Sobre o autor:
Francisco Galope, jornalista, passou pelo Correio da Manhã e pela Agência Lusa. Atualmente, é redator principal na revista Visão, onde trabalha desde 1999.
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