segunda-feira, 23 de março de 2015

[Resultados de Passatempos] - 3º aniversário e Dia da Mulher


Passatempo Artidar:
Vencedor:
66. Silvia Caseiro, castanheiro do sul



Passatempo Salamaleque e Bizâncio
Vencedor:
226. Carina Pereira, Alhos Vedros



Passatempo RLeite
Vencedor:
114. Mónica Silva, Bragança


Passatempo Sukira Art
Vencedor:
17. Maria Odete Silva, Quinta do Anjo


Passatempo Quinta Essência
Vencedor:
17. Maria Leontina Lopes, Touguinha


Passatempo Porto Editora
Vencedor:
87. Maria Fatima Valente, guarda


Passatempo Editorial Presença
Vencedor:
236. Alexandra Guimaraes, cascais


Passatempo Planeta
Vencedor:
34. Paula Ferreira, Porto


Passatempo Clube do Autor
Vencedor:
34. Susana Almeida, Porto



Passatempo Saída de emergência
Vencedor:
34. Joaquim Freire, Paredes

Passatempo 20|20
Vencedor:
177. Carmen Mendes, Portimao


Passatempo Alfarroba
Vencedor:
109. Jose Fernandes, Funchal


Passatempo Guerra e Paz
Vencedor:
82. Filomena Sousa, Vila Nova de Gaia



Passatempo Suma de Letras
Vencedores:
172. Rosa Passos, Belas (A lista dos meus desejos)
145. Maria Isabel Rodrigues, Arcozelo (O Nadador)
28. Pedro Oliveira, Cascais ( Mildred Pierce)
117. Maria Margarida Pereira,  Santo Antonio cavaleiros (Amores Secretos)


Passatempo Especial Dia da Mulher
Vencedor:
111. Sofia Teixeira, Maia



domingo, 22 de março de 2015

[Passatempo] - "Segredos de uma condessa respeitável" de Lecia Cornwall


O Tertúlias, em colaboração com a planeta  tem um exemplar do livro "Segredos de uma condessa respeitável" de Lecia Cornwall, para oferecer.

Para terem a hipótese de ganhar este livro basta responderem acertadamente às questões abaixo, e claro, seguir as regras. Podem participar até ás 23h59 de dia 29 de Março.

Caso partilhem o passatempo, terão uma entrada extra.



As respostas podem ser encontradas aqui.




Regras:
1) O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 29 Março
2) Qualquer participação que não possua algum dos dados correctamente preenchido ou contenha respostas incorrectas é automaticamente anulada.
3) OBRIGATÓRIO ser seguidor público do blogue ou seguidor via facebook.    
4) O vencedor será escolhido aleatoriamente, através do Random. 
5) O vencedor será publicado no blogue e será contactado por email.  
6) É aceite uma participação por pessoa/email e residentes em Portugal (continental e ilhas) 
7) Nem eu nem as editoras/autores  nos responsabilizamos por extravios nos ctt


sábado, 21 de março de 2015

[Divulgação] - Terra Lusa: Bordado de Guimarães

Mais uma peça de homenagem ao património cultural
Terra Lusa lança caixa de óculos com o Bordado de Guimarães

Já é tempo de voltar a usar os óculos de sol na mala. Os dias ficam mais longos e apetecíveis num país com um sol invejável. E para tal, nada melhor do que a nova caixa de óculos que a Terra Lusa acaba de lançar com o Bordado de Guimarães. Esta peça vem integrar uma coleção que presta homenagem a um dos bordados mais antigos de Portugal.
O Bordado de Guimarães é um trabalho delicado e rigoroso sobre linho caseiro, lembrando às populações mais jovens o carinho dos bordados da avó. A sua originalidade passa pela singularidade do desenho geométrico de inspiração floral.
Sobre Terra Lusa:
A marca Terra Lusa apresenta várias coleções de produtos onde cada referência é um tributo ao Património Cultural de Portugal: relógios, leques, eco sacos, caixas de óculos, panos microfibra, lenços e mini guarda-chuvas, todos divididos em temáticas com raízes em elementos tipicamente portugueses.
800 Anos de História, Cultura e Tradição que inspiraram a conceção das várias peças em que a tecnologia de qualidade se alia ao design contemporâneo. As peças deste projeto 100% português encontram-se à venda em estações dos CTT a nível nacional, em Museus, Lojas de Artesanato e Aeroportos.


[Divulgação] - Bairro Arte: Colecção Adventure

Coleção Adventure para a melhor mãe do mundo!
A Bairro Arte diz que as mães são aventureiras

O que é que merece a nossa mãe? Este mundo e o outro. Conjugados com uma pitada de originalidade, a Bairro Arte lançou a coleção “adventure” para mães modernas e divertidas, que pretende homenagear todas as supermães que acreditam nelas próprias.
A coleção contempla um kit de manicure, etiquetas de viagem e mealheiros que retratam uma explosão de cor, ideias para fugir à oferta clichê de uma caixa de bombons ou um ramo de flores e substitui-los por algo bem mais útil.
Não deixe que a correria do dia a dia a faça esquecer de mimar quem mais se preocupa connosco. Invista num presente original, com a assinatura Bairro Arte.
Segundo Alexandra Ferreira, representante da marca em Portugal, “Os nossos clientes têm-se surpreendido com a oferta original que a Bairro Arte contempla. O nosso sucesso advém do facto de procurarmos sempre ir mais além: combinações originais que fazem emitir gargalhadas a quem nos visita. E quem nos visita sabe que pode encontrar de tudo para oferecer a quem mais ama.”
Sobre a Bairro Arte: Aqui não há lugar para a monotonia, se gosta de produtos inovadores e de design irreverente, venha ver todos os que estão constantemente a chegar.

Nesta loja pode encontrar peças de decoração de interiores com design ou artigos do dia a dia com um simples toque que fazem deles produtos únicos.

[Divulgação] - "Trovan" de Ricardo Pereira Cruz


[Novidades] - Grupo Porto Editora: "Atraida" e "O Falhado"


Título: Atraída
Autor: Sylvia Day
Tradução: Cláudia Ramos
Págs: 400
Capa: mole com badanas
PVP: 16,60 €
5 Sentidos publica quarto livro da série de
sucesso Crossfire

É uma notícia esperada por milhares de fãs em Portugal: Atraída, o novo romance de Sylvia Day, autora da série de sucesso Crossfire, que vendeu mais de 16 milhões de livros no mundo inteiro, chega às livrarias portuguesas a 27 de março.

Líder das principais listas de vendas internacionais, a série Crossfire, protagonizada por Eva e Gideon, era composta, até ao momento, pelos livros Rendida, Refletida e Envolvida. A 5 Sentidos também publicou, em 2014, Feitiço, uma obra que se enquadra fora desta série, mas em tudo próxima no que toca a momentos de enorme sedução.
Sylvia Day publicou em ebook, com grande sucesso, a série Crossfire, que despertou o interesse das maiores editoras internacionais. 
Recentemente, os famosos estúdios Lionsgate adquiriram os diretos para adaptação à televisão. Atraída teve uma primeira tiragem, só nos Estados Unidos, de um milhão de exemplares.

Sinopse:
Para Gideon, eu sou um anjo, mas ele é o verdadeiro milagre na minha vida: é o meu guerreiro, arrebatador e ferido, tão determinado em acabar com os meus demónios como hesitante em enfrentar os seus. Os votos que trocámos deviam ter-nos unido mais do que tudo, mas, em vez disso, abriram feridas antigas, expuseram dores e inseguranças, e tiraram da sombra velhos inimigos. Sinto que ele me está a escapar; os meus maiores medos começam a tornar-se reais; o meu amor é testado de formas que nunca julguei conseguir suportar.
No melhor momento das nossas vidas, as sombras do passado invadiram e ameaçaram tudo aquilo por que tanto lutámos. Enfrentámos então uma escolha terrível: a familiar segurança das vidas que tínhamos antes de nos apaixonarmos ou a luta por um futuro que, de repente, parecia um sonho impossível e sem esperança.

Sobre a autora:
Sylvia Day é autora n.º 1 nas listas de bestsellers do New York Times e bestseller internacional de cerca de 20 romances premiados e publicados em mais de 40 países. Autora de eleição para seguidores de vários géneros, é bestseller em 27 países e conta já com dezenas de milhões de livros impressos em todo o mundo.
Os direitos para televisão da série Crossfire foram adquiridos pela Lionsgate.

Saiba mais sobre a autora em www.sylviaday.com e
facebook.com/authorsylviaday
 e ainda twitter.com/sylday


Título: O falhado
Autor: João Reis
Formato: e-wook
N.º estimado de páginas: 48
PVP: 2,99 €

Segunda obra do autor publicada pela Coolbooks

«Sou tão falhado que tive de nascer de cesariana»: João Reis apresenta-nos, em O falhado, uma divertida história cujo protagonista é um homem pouco bafejado pela sorte, nascido numa família às avessas. A obra já está disponível em coolbooks.pt e na livraria virtual wook.pt. Homem mesquinho com ganas de megalomania, narra-nos na primeira pessoa a sua história e todos os episódios constrangedores que o marcaram, desde o bullying que sofreu na escola aos embaraços nas aulas de Educação Física, passando pela angústia de se sentir um génio desprezado e pela incapacidade no campo amoroso.
Este é um relato ficcional de um homem que podia ter sido mais, mas que se resignou, acabando por se envolver em esquemas de vão de escada com resultados que têm tanto de trágicos quanto de cómicos.
Deste autor, que traduziu para português obras de escritores como Knut Hamsun ou o Nobel Halldór Laxness, a Coolbooks já havia publicado, em setembro, Os quatro pontos corporais.

Sobre o autor:
João Reis nasceu em Vila Nova de Gaia em 1985. Cursou Medicina Veterinária, mas foi em Filosofia que se licenciou. Em 2010, cofundou a Eucleia Editora, na qual exerceu o cargo de editor até 2013, altura em que a empresa passou para outras mãos. Atualmente, é tradutor freelance de Sueco, Norueguês, Dinamarquês, Islandês e Inglês, tendo traduzido obras de diversos autores, incluindo Halldór Laxness, Knut Hamsun, Hjalmar Bergman, entre outros, colaborando com várias editoras portuguesas. Desde 2012, trabalhou e residiu na Noruega, Suécia e Inglaterra, onde, sem pruridos quanto ao trabalho, exerceu várias profissões, desde empregado de armazém a chefe de cozinha.

[Novidades] - Guerra e Paz: Inicio de Março



Título: Gosto desta terra e destas mãos 
Autor: José D’alexandre  
Páginas: 256  
PVP: 26,5 € 
Género: Não Ficção 
Nas livrarias a 18 de Março 
Guerra e Paz Editores | Predicado 

Sinopse: 
Gosto desta terra e destas mãos é uma homenagem colectiva a um artista plástico cuja assinatura pouco mais além foi do seu distrito de residência (Santarém-Mação). Porque não quis “pôr-se em bicos de pés” e se marimbou para os “mercados”, a sua obra é aqui revista de modo a equilibrar a sua quase indiferença em mostrá-la em vida. No seu conjunto, a obra de José D’alexandre (assim, a assinatura) apresenta uma estética muito mais abrangente (ou nacional, digamos assim) que a região onde nasceu e viveu a última fase da sua vida. “É uma linguagem pessoal e por ela nos chegaram essas imagens dentro das imagens que frequentemente encontramos nas suas telas; uma pintura de narrativas”, descreve o pintor Mário Tropa no seu depoimento nesta homenagem. Mas neste livro também se quis mostrar o homem-artista numa biografia breve de 54 anos e através da correspondência particular com o organizador, do tempo em que o correio postal era motivo maior para surpresas manuscritas ou dactilografadas com ilustrações. Tem a curiosidade acrescentada pela passagem entre a antiga forma de correspondência e a actual (e-mail) que é também aqui reproduzida. A presente homenagem, subtitulada memória gráfica, tem o objectivo maior, como acima dito, de “expor” o seu trabalho estético que além destas páginas inclui suporte digital anexo à edição. Procurou-se evitar tanto quanto possível a “literatura”, de modo que toda a atenção incidisse sobre o artista e seu trabalho plástico. 

Sobre o autor: 
Nasceu a 5 de Janeiro de 1958, em Mação. Formou-se em Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e frequentou o atelier de pintura da Cooperativa AR.CO, na secção de Lisboa. Bancário de profissão, à semelhança de Paul Gauguin, entendia que “diante do seu cavalete, o pintor não é escravo nem do passado, nem do presente: nem da natureza, nem do seu vizinho” (Paul Gaugin, Paleios de Borra-Tintas, & etc., Lisboa: 1993). Expôs individual e colectivamente em Mação, Abrantes, Amadora e Lisboa. Fez cenografia para teatro e ilustrou capas para o Movimento de Escritores Novos e para a editora & etc. Desenvolveu também trabalho na área da fotografia e vídeo.




Titulo: António Victorino d’Almeida: Vivo como Um Leopardo
Diálogo com José Jorge Letria
Páginas: 128
pvp: 13,99 €
Não Ficção/Biografia
Nas livrarias a 18 de Março
Guerra e Paz Editores | o fio da memória

Sinopse
De menino-prodígio a figura da cultura portuguesa com décadas de criatividade em domínios tão diversos como a música, o cinema, a literatura ou a televisão, António Victorino d’Almeida revela-se sem reservas numa grande entrevista a José Jorge Letria.
Figura maior da nossa vida cultural, António Victorino d’Almeida construiu uma obra múltipla e por vezes desconcertante que a comunidade crítica e artística tem dificuldade em aceitar com os traços únicos da sua diversidade.
O livro em que António Victorino d’Almeida nos diz que está e não está «zangado com Portugal» e que vive como um leopardo que desce de um ramo alto para caçar e depois fica em paz enquanto a comunidade que dirige tem com que se alimentar.

António Victorino d’Almeida - Nasceu em Lisboa, a 21 de Maio de 1940. Fez o curso superior de Piano do Conservatório Nacional de Lisboa com 19 valores e é diplomado em Composição pela Escola Superior de Música de Viena. Foi e é compositor, maestro, pianista, escritor e realizador. A sua obra musical é muito vasta, abrangendo os mais variados géneros musicais, da ópera à música sinfónica e de câmara, à música para cinema, ao teatro e ao fado.


Titulo: Ao Reencontro do Tempo
Autor: Vítor Matias Ferreira
Páginas: 248
PVP: 16,00 €
Não Ficção
Nas livrarias a 18 de Março
Guerra e Paz Editores | Predicado

Sinopse
Viagem memorial revisitando lugares e tempos que ficaram gravados na memória do viajante. E se alguns desses en­contros foram traumáticos (como a Guerra Colonial), outros foram empolgantes (na Revolução de Abril). Outros, ainda, foram mais anónimos ou mais subtis, mas inexoravelmente fixados naquela memória. É uma revisitação sem nostalgias de um tempo passado, com o dramatismo de que o tempo «envelhece depressa». Em todo o caso, um desafio para ir ao reencontro desse mesmo tempo.

Uma viagem, aqui narrada num discurso que procura um contraponto ou um complemento ao itinerário universitá­rio que, durante décadas, o narrador percorreu. É ainda um confronto entre o espaço público do viajante e a sua intimi­dade, viagens também a uma Europa aqui tão perto.

Sobre o autor:
Vítor Matias Ferreira - Professor emérito do ISCTE – Instituto Uni­versitário de Lisboa. Catedrático de Sociolo­gia (aposentado) do IUL. Docência de mais de trinta anos, desde a criação deste institu­to. Um dos fundadores do Centro de Estudos Territoriais, entretanto integrado no Centro Dinâmia’Cet. Director, durante alguns anos, da revista daquele centro de estudos, Cidades. Comunidades e Territórios. Publicou diversos li­vros, bem como capítulos de livros e artigos em publicações nacionais e estrangeiras. Dos livros mais recentes destacam-se Lisboa, de Capital do Império a Centro da Metrópole (1986); Lisboa, a Metrópole e o Rio (coord.) (1997); A Cidade da Expo ’98 (em colaboração com Francesco In­dovina) (1999), Fascínio da Cidade. Memória e Projecto da Urbanidade (2004).

[Novidade] - Marcador: "1089" de Emilio Miranda


Titulo:1089  
Autor: Emilio Miranda
Páginas:496
PVP: 19,95€

UM ROMANCE SOBRE AS ORIGENS DE PORTUGAL

O NASCIMENTO DE UMA NAÇÃO
AS LUTAS DOS HOMENS

Ano de 1089. Uma nação em formação ergue-se na bruma do tempo, movida pelo forte e leal braço do povo, pelo arrojo de senhores feudais e pela fé nos ditames da Igreja e dos seus ministros. Num velho mosteiro, são muitas e sinceras as preces, mas também as manobras pela conquista do poder nesse novo território.

O DESTINO DE UM POVO

1089 relata, de forma precisa, viva e cativante, os dias da fundação de Portugal tendo como palco central as terras de um mosteiro beneditino. E não deixa de fora relatos da ambição dos homens e, em particular, dos da Igreja, com os seus segredos e jogos de luz e sombra. 

EMÍLIO MIRANDA nasceu em Luanda, Angola, em 1966. Em 1975, fruto da guerra colonial, vem viver para o Norte de Portugal, de onde os pais são originários, mais concretamente para a aldeia de Lordelo, próxima de Vila Real, onde mais tarde passou a residir. É o contacto com esta nova realidade – de espaços abertos no verão e horizontes fechados nos longos invernos – que definitivamente o vai marcar. Uma realidade na qual conviveu com costumes como a matança do porco, a vindima e a pisa do vinho, com a agricultura regida por preceitos tradicionais. Foi com essa mistura mágica das práticas religiosas com as pagãs que também cinzelou esse território.