domingo, 27 de janeiro de 2013

Dia Internacional em Memória das Vitimas do Holocausto






"Comemora-se hoje o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, data que coincide com o aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, em 1945.

O Governo Português associa-se às cerimónias que, nas Nações Unidas e em todo o mundo, rendem homenagem às vítimas do Holocausto. Recordar os seis milhões de Judeus e as demais vítimas do extermínio nazi é um dever que Portugal honra ao assinalar de novo esta trágica efeméride.

Não podemos deixar de recordar também os Heróis do Holocausto, que arriscaram as suas vidas e as das suas famílias para salvar as de outros. Homens como os diplomatas Aristides de Sousa Mendes, Carlos Sampaio Garrido e Alberto Teixeira Branquinho continuarão a inspirar a nossa atuação e a recordar-nos da nossa responsabilidade de proteger.

Ao evocar o Holocausto o Governo reitera o compromisso de promover a educação, a memória e o estudo deste episódio tenebroso da história da Humanidade, que abalou profundamente a nossa civilização. Na qualidade de membro observador na Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, Portugal continuará a promover a educação das gerações vindouras para o respeito dos Direitos Humanos, da tolerância e do respeito mútuo entre pessoas e povos."





 Leitura Recomendada:

 

[À Lareira com] - Joaquim Fernandes






À Lareira com...Joaquim Fernandes, autor do livro "História Prodigiosa de Portugal:Mitos e maravilhas".

Fale-nos um pouco sobre si 
Sou um portuense de gema – desde o ovo… - e fui despertando em mim a curiosidade de saber mais, de me interrogar sobre as grandes questões do cosmos, da aventura humana neste espaço e neste planeta que ocupamos como membros da família solar. Sou um idealista que gosta de antecipar os futuros – mais do que o Futuro – e daí o meu apego à poesia e à ficção científica, por exemplo. Apaixono-me facilmente pelas incertezas e mistérios e detesto respostas fáceis e eternas. Se recuso os dogmas de toda a espécie é porque eles não parte da minha estrutura genética, ainda que por educação tenha sido no cumprimento de normas rígidas e credos absolutos. Fui-me libertando dessas amarras pela análise da História e dos seus agentes, percursos e encruzilhadas.    

  
É professor na Universidade Fernando Pessoa. O que é mais gratificante para si em dar aulas na universidade?
A experiência docente é gratificante porque sempre quis partilhar as minhas aquisições e expor as minhas dúvidas e inquietações com os outros. Nesse sentido, é uma missão que valoriza quem transmite ideias ao mesmo tempo que se vai testando a eficácia da mensagem que tentamos emitir.  

É Co-Fundador do CTEC. O que é o CTEC e como surgiu a oportunidade de fundar este centro?
O projeto concretizou-se há mais de uma década por obra de um patrocínio exemplar do responsável máximo da Universidade Fernando Pessoa, o professor Salvato Trigo. O CTEC tentou ser uma inovação útil, necessária ao confronto de novas hipóteses científicas abdicando da comodidade das certezas adquiridas e rompendo com preconceitos consolidados na Academia portuguesa. Colóquios e encontros descomprometidos geraram ao longo deste tempo um conjunto de respostas positivas e uma avaliação de novos problemas que foram surgindo nas últimas décadas e que têm a ver com o progresso dos saberes.  

É licenciado em História, mestre em História Moderna e doutorou-se em História. Quando é que o seu gosto pela História despertou?
Desde cedo me seduziram os recantos mais sombrios da História, as encruzilhadas menos frequentadas e os lugares mais soturnos e menos frequentados da nossa vivência comum. Os largos espaços cósmicos assediaram a minha atenção e cuidado, e assim me vi ocupado, desde finais da década de 1970, em discernir os arroubos extraterrenos do imaginário dos concidadãos de olhos nas estrelas e corpo aqui na terra. Passagem obrigatória em Fátima, 1917, estação de trânsito dos mais ousados sonhos de ligação ao Céu, com maiúsculas, ponte para outras indagações com o mesmo sentido, mas em escala mais astronómica e menos religiosa e popular-mariana. Daí em diante, contaminado com a febre das estantes, das velhas crónicas e periódicos bafientos, instalei-me como monge copista nas sombras das bibliotecas. De vidas de santos e santas rotulados de virtudes na vida e na morte, dos repertórios dos hagiológios setecentistas, fiz dissertação de mestrado; em imparável sucessão de leituras indaguei os caminhos da formação do imaginário extraterrestre nas nossas elites culturais, desde o fim da Modernidade até meados do século XIX e vi-me desembocar num doutoramento original, estreia europeia nos domínios da História. Entre céus menores, mais próximos do nosso alcance, não menos distantes dos nossos medos e pavores. 

Tem vários livros publicados, sendo o mais recente “História Prodigiosa de Portugal: mitos e maravilhas”. Em que consiste o livro e como surgiu a oportunidade para o escrever?
Para lá das narrativas dos factos políticos e económico-sociais, resta todo um edifício de questões, mais ou menos subterrâneas geralmente omitidas pelos compêndios da nossa historiografia. A forma mental de toda esta construção emerge, agora, como um icebergue do qual apreciamos apenas a porção visível: donde, o arrolamento de credos, atitudes, superstições e construções mentais que depositei na “História Prodigiosa de Portugal. Mitos & Maravilhas”, primeiro lanço de um edifício que prosseguirá nos meus próximos planos. Fui-me fazendo, deste modo, observador de atitudes mentais, de estereótipos psicológicos e sociais que, diante do extraordinário, do fantástico, do prodigioso, nos tem mantido nesta infância sensorial e interpretativa dos que não compreendemos Já antes, o fabuloso terror planetário, fatalmente nacional, produzido pela passagem do cometa de Halley, em 1910, motivara o meu interesse: assim lhe chamei o “Cometa da República” por anteceder em poucos meses a data do 5 de Outubro desse ano. 

Tem, actualmente, algum projecto literário em mãos? Se sim, pode falar-nos um pouco sobre ele?
No imediato tenho em curso a elaboração do 2º volume da “História Prodigiosa de Portugal”, com o subtítulo “Magias & Mistérios”, que sairá em finais de 2013.

Tem alguma rotina de escrita?
Sou um pouco imprevisível nos meus ritmos. Depende do estado das minhas investigações e dos materiais de que disponho e julgo indispensáveis à elaboração do texto. Faço-o geralmente sob pressão à conta dos prazos que estipulei para apresentar a obra. 

Gosta de ler?
Sou um livro-dependente, tanto na leitura como na sua posse. A busca de leituras inacabadas ou nunca realizadas conduzem-me por longos períodos para as bibliotecas porque é na revisão e descoberta da literatura histórica que me reveja melhor. 

Diga-nos pff um dos seus autores preferidos e um dos livros que considere como dos melhores livros que já leu.
Para mim Fernando Pessoa – e os seus heterónimos - esgota todas as possibilidades de criação e recriação. Um dos mais exaltantes e desafiadores textos é o seu “Livro do Desassossego”.

Tem outros Hobbies? Quais?
Ouvir música, clássica e jazz, fazer exercício físico com regularidades.

O que é mais gratificante para si, como escritor?
Levar a minha mensagem a públicos que a não conheçam, fazendo-os cúmplices das minhas inquietações ou desassossegos, parafraseando Bernardo Soares/Fernando Pessoa. 

Para terminar, deixe uma mensagem aos nossos leitores.
Teimem em não desistir, em proclamar a dúvida, a incerteza, como ponto de partida da condição humana, acidente em trânsito de uma manifestação da Vida que será muito provavelmente uma constante nessa vastidão a que chamamos Infinito.
 


sábado, 26 de janeiro de 2013

[Personalidades] - Virginia Woolf







Virginia Woolf nasceu em Londres a 25 de Janeiro de 1882 e foi uma escritora, ensaísta e editora britânica, conhecida como uma das mais proeminentes figuras do modernismo.
Woolf era membro do Grupo de Bloomsbury e desempenhava um papel de significância dentro da sociedade literária londrina durante o período entreguerras. Seus trabalhos mais famosos incluem os romances Mrs Dalloway (1925), Passeio ao Farol (1927) e Orlando (1928), bem como o livro-ensaio Um Quarto Só Para Si (1929), onde encontra-se a famosa citação "Uma mulher deve ter dinheiro e um quarto próprio se ela quiser escrever ficção".

Estreou na literatura em 1915 com um romance (The Voyage Out) e posteriormente teria realizado uma série de obras notáveis, as quais lhe valeriam o título de "a Proust inglesa". Faleceu em 1941, tendo cometido suicídio.
Virginia Woolf era filha do editor Leslie Stephen, o qual deu-lhe uma educação esmerada, de forma que a jovem teria frequentado desde cedo o mundo literário.
Em 1912, casou-se com Leonard Woolf, com quem funda, em 1917, a Hogarth Press, editora que revelou escritores como Katherine Mansfield e T.S. Eliot. Virginia Woolf apresentava crises depressivas. Em 1941, deixou um bilhete para seu marido, Leonard Woolf, e para a irmã, Vanessa. Neste bilhete, ela se despede das pessoas que mais amara na vida, e comete suicídio.
Virginia Woolf foi integrante do grupo de Bloomsbury, círculo de intelectuais que, após a Primeira Guerra Mundial, se posicionaria contra as tradições literárias, políticas e sociais da Era Vitoriana. Deste grupo participaram, dentre outros, os escritores Roger Fry e Duncan Grant; os historiadores e economistas Lytton Strachey e John Maynard Keynes; e os críticos Clive Bell e Desmond McCarthy.
A obra de Virginia é classificada como modernista. O fluxo de consciência foi uma de suas marcas mais conhecidas e da qual é considerada uma das criadoras.
Suas reflexões sobre a arte literária - da liberdade de criação ao prazer da leitura - baseadas em obras-primas de Conrad, Defoe, Dostoievski, Jane Austen, Joyce, Montaigne, Tolstoi, Tchekov, Sterne, entre outros clássicos, foram reunidos em dois volumes publicados pela Hogarth Press em 1925 e 1932 sob o título de The Common Reader - O Leitor Comum, homenagem explícita da autora àquele que, livre de qualquer tipo de obrigação, lê para seu próprio desfrute pessoal. Uma seleta destes ensaios, reveladores da busca de Virginia Woolf por uma estética não só do texto mas de sua percepção, foi reunida em língua portuguesa em 2007 pela Graphia Editorial, com tradução de Luciana Viegas.

Sua primeira obra foi The Voyage Out, publicada em 1915.
O romance Mrs. Dalloway ficou conhecido pelo filme As Horas, baseado na obra homônima de Michael Cunningham, filme no qual Virginia foi interpretada por Nicole Kidman, premiada com um Oscar por seu retrato da escritora britânica. As Horas conta várias histórias, mescla a vida da própria autora numa personagem e coloca algumas particularidades de Mrs. Dalloway numa dessas histórias. Em Mrs. Dalloway, Virginia descreve um único dia da personagem, quando ela prepara uma festa.
Sua obra mais conhecida é Orlando, publicada em 1928. É uma fantasia histórica sobre a era elisabetana.
Após terminar As Ondas, uma de suas obras mais importantes, Virginia Woolf estava exausta. Ela seguiu então para a sua casa de campo levando o livro das cartas entre os poetas Elizabeth Barrett e Robert Browning. Na leitura, percebeu a presença permanente de um cachorro, Flush; resolve então, por diversão, escrever a visão desse cachorro do mundo à sua volta. Essa obra foi muito elogiada por fazer um relato minucioso sobre a época dos poetas. Ironicamente foi a obra que mais deu retorno financeiro à escritora e a mais traduzida em outros idiomas.
A sua última obra foi Entre os atos, publicada em 1941, posterior à sua morte.

No dia 28 de Março de 1941, após ter um colapso nervoso Virginia suicidou-se. Ela vestiu um casaco, encheu seus bolsos com pedras e entrou no Rio Ouse, afogando-se. Seu corpo só foi encontrado no dia 18 de abril.
Em seu último bilhete para o marido, Leonardo Woolf, Virginia escreveu:

Querido, Tenho certeza de estar ficando louca novamente. Sinto que não conseguiremos passar por novos tempos difíceis. E não quero revivê-los. Começo a escutar vozes e não consigo me concentrar. Portanto, estou fazendo o que me parece ser o melhor a se fazer. Você me deu muitas possibilidades de ser feliz. Você esteve presente como nenhum outro. Não creio que duas pessoas possam ser felizes convivendo com esta doença terrível. Não posso mais lutar. Sei que estarei tirando um peso de suas costas, pois, sem mim, você poderá trabalhar. E você vai, eu sei. Você vê, não consigo sequer escrever. Nem ler. Enfim, o que quero dizer é que é a você que eu devo toda minha felicidade. Você foi bom para mim, como ninguém poderia ter sido. Eu queria dizer isto - todos sabem. Se alguém pudesse me salvar, este alguém seria você. Tudo se foi para mim mas o que ficará é a certeza da sua bondade, sem igual. Não posso atrapalhar sua vida. Não mais. Não acredito que duas pessoas poderiam ter sido tão felizes quanto nós fomos.V.

Encontra-se sepultada em Non-Cemetery, Sussex na Inglaterra.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

[Rimas e Poesia] - "Viajar pela Leitura" de Clarice Pacheco



Viajar pela Leitura 
 
Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.
Só para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim sem compromisso,
você vai me entender.
Mergulhe de cabeça
na imaginação!
By: Clarice Pacheco

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

[Passatempo] - "Na Cama dos Reis" de Juliette Benzoni



O Tertúlias, em colaboração com a Planeta , tem para oferecer  um exemplar do livro "Na Cama dos Reis" de Juliette Benzoni. Para terem a hipotese de ganhar este livro basta responderem acertadamente às questões abaixo, e claro, seguir as regras.
Podem participar até ás 23h59 de dia 31 de Janeiro.




As respostas podem ser encontradas aqui.







Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 31 de Janeiro
2) Qualquer participação que não possua algum dos dados correctamente preenchido ou contenha respostas incorrectas é automaticamente anulada.
3) OBRIGATÓRIO ser seguidor público do blogue ou seguidor via facebook.  
 
4) O vencedor será escolhido aleatoriamente, através do Random.
 
5) O vencedor será publicado no blogue e será contactado por email.
  
6) Só é aceite uma participação por pessoa/morada e residentes em Portugal (continental e ilhas)  
7) Nem eu nem as editoras nos responsabilizamos por extravios nos ctt


[Caminhos de Portugal] - Fonte Monumental da Alameda






Foi idealizada no âmbito das comemorações do duplo centenário da Fundação e Restauração de Portugal (1940). A sua grandiosidade excedeu tudo o que até então se vira. A fonte veio cumprir um triplo objectivo:fornecer um fecho condigno à Alameda D. Afonso Henriques; proporcionar um miradouro sobre a Alameda, e, por fim, um objectivo simbólico, comemorativo da entrada das águas do vale do Tejo na cidade, que permitiram, em 1940, elevar o caudal destinado ao consumo. Com projecto riscado, em 1939, pelo arq. Carlos Rebelo de Andrade, só foi inaugurada em 1948. Trata-se de uma construção monumental, que abrange quase toda a largura da Alameda, dotada de um corpo central, dois outros, avançados nos extremos, com baixos-relevos, e escadarias laterais de acesso ao terraço superior, delimitado por uma balaustrada ritmada por plintos. No topo do corpo central 13 olhos de água jorram sobre enormes descarregadores, que formam cascatas de queda dupla, compostos por 2 taças sobrepostas. A partir daí a água precipita-se em catadupa para um lago superior de perfil contracurvado, de onde extravaza para um grande lago inferior de recorte elíptico. Esta fonte surge pontuada por grupos escultóricos ligados à temática da água, que traduzem repuxos e outros jogos-de-água. Diogo de Macedo esculpiu a figura alegórica do Tejo, segurando uma nau, que um tritão-criança procura alcançar, montado num cavalo-marinho empinado sobre golfinhos revoltos, e as Tágides com caudas de peixe, segurando golfinhos e búzios. Maximiano Alves executou as 13 figuras femininas, segurando búzios e vieiras. As fachadas dos corpos laterais, que albergam a maquinaria, exibem 2 baixos-relevos verticais com alegorias ao trabalho, em tempos polícromos, da autoria de Jorge Barradas.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

[Novidades] - Matéria Prima: Janeiro 2013



Espiritualidade
Número de páginas: 184
PVP com IVA: € 13,90
Formato: 15,5 *23,5
ISBN: 978-989-8461-53-7











Sobre o livro:
Este livro é uma colecção de relatos extremamente invulgares, inspiradores e sensibilizadores de pessoas comuns que viveram experiências incomuns, ou mesmo místicas. Inclui histórias de assombro e felicidade plena, de anjos, de ocorrências milagrosas, de experiências próximas da morte, de intervenções divinas, de curas, de transformações pessoais, de encontros com homens e mulheres santos, e de coincidências fantásticas. As pessoas que as contam têm as mais variadas origens. São escritores, médicos, bailarinos, músicos, professores, pasteleiros, actrizes, advogados, arquitectos, estudantes, funcionários públicos, locutores de rádio, jornalistas. As histórias de Alguém No Céu Gosta de Si destinam-se àqueles que acreditam numa presença invisível que nos ama e protege. Gosto de pensar nelas como contos de fadas para adultos (crianças grandes!), na maioria com final feliz. Como os contos de fadas, muitas destas histórias revelam pedaços escondidos de sabedoria que tornarão a vida de quem as lê mais rica e gratificante. Porque o universo tem um sentido e uma razão, e o que acontece nas nossas vidas não é meramente casual.

Sobre a autora:
Arielle Ford vive em La Jolla, Califórnia (Estados Unidos), com o marido Brian Hilliard, que define como a sua alma gémea, e com os seus gatos. Autora de dezenas de livros que atingiram o topo da lista internacional de vendas, Ford teve o seu maior sucesso com Alguém No Céu Gosta de Si, o primeiro de uma série em que reúne testemunhos reveladores sobre a vida, a morte e a espiritualidade. É também uma reconhecida oradora, participando em centenas de palestras todos os anos: ajuda pessoas a encontrar uma maior paz espiritual e um equilíbrio que abra portas a todo o seu potencial. Amiga pessoal de Deepak Chopra, Miguel Ruiz e Donald Walsch, Ford partilha com eles a visão sobre o sentido da vida e sobre a necessidade que todos temos de evoluir espiritualmente. Depois de anos de pesquisa e de intensas experiências pessoais, Arielle Ford acredita, com todo o seu coração, que aqueles que amamos continuam connosco mesmo depois de partirem. E que a vida tem um sentido divino e está repleta de sinais, escondidos atrás das mais pequenas coisas. No seu tempo livre recolhe fundos para ajudar crianças desfavorecidas através da plataforma www.justlikemychild.org.





Livro prático
Número de páginas: 204
PVP com IVA: € 14,80
Formato: 16 *23,5
ISBN: 978-989-8461-55-1









Sobre o livro:
Se o orçamento mensal anda cada vez mais apertado e parece que não se consegue poupar mais, este é o livro ideal para si. Um Ano a Encher o Mealheiro reúne um conjunto de dicas muito úteis que nos vão ajudar a todos a ter uma vida menos difícil, aproveitando o lado positivo da poupança. Organizado pelas quatro estações do ano, tem soluções de poupança e combate ao desperdício em áreas como saúde, refeições, telecomunicações, vestuário, férias, só para mencionar algumas. Inclui tabelas para fazer os orçamentos mensais, as listas de compras, de férias, a ementa semanal, entre outras. Experimentem e comprovem que é possível reduzir os gastos, viver com menos e poupar sem comprometer a qualidade de vida.

Sobre a autora:
Fátima Caetano é licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa e exerce a profissão de jornalista desde 1998, integrando a redacção do programa “Fátima Lopes”, produzido pela Comunicasom para a SIC. Desde então, trabalhou de forma continuada em diversos programas diários de televisão, emitidos em vários canais. Actualmente, trabalha como jornalista/repórter no "A Tarde é sua", programa produzido pela Coral Europa para a TVI. Rita Rebelo é licenciada em Ciências da Comunicação - vertente de jornalismo - pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Desde 2001, trabalhou de forma continuada em programas de televisão para variados canais, desempenhando funções de jornalista, repórter, guionista e editora de conteúdos. Actualmente é freelancer e conciliaprojectos televisivos com colaborações em obras literárias.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

[Cantinho da Semana] - Vou conversar e beber chá com a lua para o Telhado






Hoje venho falar-vos de um cantinho muito recente. Este é um projecto novo da autora do blog Letra a Letra, Olhos nos Olhos, que já vos falei aqui.

Neste "Vou conversar e beber chá com a lua para o Telhado", a autora vai colocar contos e histórias escritas por ela, algumas a pedido dos seus leitores.

"Foi em dezembro de 2012 que, perto da época dos meus primeiros exames da faculdade (que sentido de oportunidade fantástico o meu) resolvi dar uma reviravolta no rumo da minha ambição a escritora - vamos começar devagarinho, por pequenas histórias, fazer chegar diariamente um pouco de magia às pessoas - pensei.
Como tal, o vou conversar e beber chá com a lua para o telhado nasceu."

O primeiro conto foi publicado ontem e tem o nome "Concertina".
Quem vai espreitar? 
Eu já fiquei fã :)

[Passatempo] - "Amores Altamente Perigosos" de Walter Riso



O Tertúlias, em colaboração com a Planeta , tem para oferecer  um exemplar do livro "Amores Altamente Perigosos" de Walter Riso. Para terem a hipotese de ganhar este livro basta responderem acertadamente às questões abaixo, e claro, seguir as regras.
Podem participar até ás 23h59 de dia 29 de Janeiro.




As respostas podem ser encontradas aqui e aqui.






Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 29 de Janeiro
2) Qualquer participação que não possua algum dos dados correctamente preenchido ou contenha respostas incorrectas é automaticamente anulada.
3) OBRIGATÓRIO ser seguidor público do blogue ou seguidor via facebook.  
 
4) O vencedor será escolhido aleatoriamente, através do Random.
 
5) O vencedor será publicado no blogue e será contactado por email.
  
6) Só é aceite uma participação por pessoa/morada e residentes em Portugal (continental e ilhas)  
7) Nem eu nem as editoras nos responsabilizamos por extravios nos ctt


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

[Resultado do passatempo] - "Um Anjo Falou comigo" de Theresa Cheung



Aqui fica o resultado do passatempo que acabou dia 16 de Janeiro, ás 23h59, e que tinha como prémio o livro "Um anjo falou comigo" de Theresa Cheung, com o apoio Planeta Manuscrito.
 

 



Tivemos 142 participações válidas.
 






 
 
Aqui ficam as respostas certas:

1 -
de surpreendentes histórias verídicas acerca das inúmeras maneiras diferentes que os nossos anjos-da-guarda dispõem para falar connosco e revelar as suas mensagens divinas de conforto, orientação e inspiração.
2 - 
mensagens necessárias de conforto, de compaixão, de bondade e de amor
3 -
Editou em Portugal os livros Um Anjo Chamou por Mim e Um Anjo a Meu Lado. (estes eram suficientes, no entanto respostas com outros titulos também foram aceites).
 
 

E, sem mais demoras, o/a vencedor/a é.....                                              


65. Sofia Alexandra Duarte Barroco



Parabéns ao vencedor, os seus dados serão enviados para a editora, de modo a poder receber o livro:)