sexta-feira, 10 de maio de 2013

[Divulgação] - Guerra e Paz: "Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico" de Pedro Correia



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160 páginas
14,99 €
Não Ficção/Actualidade/Língua Portuguesa

Nas livrarias a 9 de Maio


«O Acordo Ortográfico é tecnicamente insustentável, juridicamente inválido, politicamente
inepto e materialmente impraticável»

Pedro Correia





Sinopse:
Duas dezenas de académicos reunidos em Lisboa em Outubro de 1990 quiseram alterar o destino de um idioma falado por 250 milhões de pessoas: assim nasceu o chamado Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Impondo frases absurdas, como «o correu [co-réu] correu para a audiência» ou «ninguém para [pára] o Benfica». Contestado por vozes autorizadas de diversos quadrantes, quase sem ninguém a defendê- lo, mesmo assim foi adoptado pelo Estado português. À revelia das normas jurídicas, dos pareceres de muitos especialistas e do mais elementar bom senso. Em 2008, ao ser aprovado no Parlamento, só quatro deputados votaram contra. Hoje, vários outros não escondem críticas. O Presidente da República ratificou-o,mas admite que em casa continua a escrever como aprendeu na escola. O ministro da Educação confessa: «Eu não gosto de mudar a maneira de escrever.»
Valerá a pena manter algo que quase ninguém quer? Este é o livro politicamente incorrecto,sem deixar cair o c, que prova que não.

Sobre o Autor:
Com uma carreira de três décadas no jornalismo, Pedro Correia, nascido há 51 anos em Lisboa, sempre teve na língua portuguesa o seu principal instrumento de trabalho. Viveu dez anos em Macau, onde dirigiu os jornais Tribuna de Macau e Ponto Final, tendo sido ainda chefe de redacção do Jornal de Macau. Em Lisboa, trabalhou no semanário Tempo, onde exerceu as funções de editor, e no Diário de Notícias, onde foi grande repórter, editor da secção internacional e editorialista (2008-2011).
Correspondente em Macau do jornal Público, de cuja equipa fundadora fez parte, foi também correspondente do semanário Expresso e colaborador de O Independente. A escrita levou-o também à blogosfera, onde é presença assídua nos blogues Delito de Opinião, Forte Apache e És a nossa Fé.

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