terça-feira, 22 de maio de 2012

[Divulgação] - Edições Esgotadas





“O livro é  uma coletânea de contos inéditos  que comungam da ruralidade de  um interior  agreste onde  a dureza da  vida se traduz numa labuta constante  para tirar  da terra o  sustento.  Numa linguagem de cariz  regional sem hermetismos,  a autora pinta quadros das nossas aldeias de xisto, desenhando vivências enriquecedoras da cultura local. “


“Despedir é do mais fácil que se pode fazer em Portugal. Basta informar verbalmente. Mesmo com contrato de trabalho, a certeza é de que é possível «deitar fora pessoas» com toda a impunidade. Se recorrer à Justiça, pode só chegar a tribunal dois anos depois. Verá a empresa mudar de morada e de nome várias vezes, alterar a composição societária, alienar equipamento, dissipar património, numa sucessão alargada de ilicitudes e fraudes. Os Casos 1, 2 e 3 descritos nesta obra são exemplos simples da inoperância do sistema regulador e judicial. Ter bom-nome em Portugal é fruto do investimento na aparência, subvertendo nos actos todas as normas e regras instituídas, morais e legais. Os tribunais encarregam-se de manter ou recuperar a reputação dos infractores. No mundo do trabalho, as entidades reguladoras nacionais, como a ACT, a SS, a DGCI e a Justiça (Provedoria, Procuradoria, DIAP e DCIAP) prestam um deplorável serviço à comunidade, legitimando actos ilícitos efectuados por uma casta de empresários, com a ajuda de advogados, técnicos de contas, administradores de falências e outros profissionais protegidos por Ordens. Vencerá se for polido nas palavras e selvagem nos comportamentos; educado na aparência e fraudulento nos actos. Neste livro encontrará também pistas de como lidar com esta realidade se estiver por ela envolvido. Lidar com as emoções, como desespero e a revolta. Encontrará também como encontrar novos caminhos e terá acesso a um e-book gratuito através de palavra-passe fornecida no livro. Bem-vindo ao mundo do bom-nome!

   



“Ao longo de gerações que percorreram vários séculos, A LENDA DO POÇO DE FERRO manteve-se viva na tradição oral, povoando o imaginário de quantos nasceram e cresceram na pitoresca e pacata aldeia duriense de Granja do Tedo.
Remontando ao tempo em que os celtas ali se terão entregue ao laborioso amanho e exploração da Mãe-Natureza, que adoravam e tão bem sabiam trabalhar, a história foi construída à volta dos hábitos e costumes deste povo, centrada num amor que culminará na tragédia que marcou o Poço de Ferro como lugar onde se misturam o respeito, a força da
natureza e a fatalidade.”

 

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