quarta-feira, 25 de abril de 2012

[À Lareira Com] - Carina Portugal


Bom dia e Bom 25 de Abril. Estão de feriado ou a trabalhar? Onde estavam no 25 de Abril de 1974?
Bem, eu nem sequer estava a ser pensada pela minha mãezinha, mas gostava de ter um poder mágico e poder regressar no tempo e ver e viver o 25 de Abril. :D

Bem, hoje deixo-vos um À Lareira Com, Carina Portugal. Que acham?


 À Lareira Com...Carina Portugal

Fala-nos um pouco sobre ti

Falar de mim… uma daquelas coisas para a qual não tenho muito jeito. Vejamos, chamo-me Carina, mas no mundo cibernético sou muitas vezes conhecida por “Leto of the Crows” ou simplesmente “Leto”. Tenho 22 anos e sou formada num curso espectacular para o qual há muito pouco emprego: Biologia (ramo de Biologia Molecular e Genética), por isso, sim, estou desempregada. Desde pequena que sempre tive um gosto particular pela escrita, de poder criar histórias e aventurar-me nas próprias palavras e poder sentir a sua magia. Para divulgar esse gosto ao mundo, criei um blogue não muito frequentado, ao qual chamei “As Ameias do Crepúsculo” http://asameiasdocrepusculo.blogspot.pt/ (e não, não tem nada a ver com pseudo-vampiros que brilham ao Sol).

Como surgiu a ideia de escreveres “O Retrato da Biblioteca”?

Há cinco anos atrás, depois de finalizar os exames do 12º ano, estava eu a escrever em duas fanfics e a pensar para mim “estou a ficar cansada de escrever histórias em mundos que não são meus. Porque não criar personagens próprias e locais próprios?”. Foi nessa altura que decidi escrever “O Retrato da Biblioteca”. Ao princípio não tinha certezas do rumo da história, deixei que fossem as personagens a decidir.

Porque razão não foi publicado, estando apenas em formato e-book?

Esta não é uma pergunta difícil de responder, o mesmo já aconteceu a muitos mais autores iniciantes. Quando me surgiu a ideia de publicar o livro, enviei-o a algumas editoras. O que aconteceu foi: a falta de resposta de algumas; a negação à publicação por outras; a publicação com base num patrocínio do autor; e uma chegou mesmo a dizer que estava interessada em publicar, que não era preciso pagar, que enviariam um contrato… mas o contrato nunca chegou, enviei-lhes e-mails aos quais não responderam e cheguei mesmo a telefonar, altura em que disseram que não sabiam de nada, por isso deixei de insistir.
Face ao panorama, pensei numa edição de autor. Porém, havia um pequeno problema – não tinha fundos para sustentar a impressão do livro. A hipótese que me restava seria publicá-lo em formato de e-book e, a bem da verdade, não me pareceu tão mau quanto isso. No final de contas, qual é realmente a intenção de escrever um livro? Primeiro de tudo, é ele ser lido. O dinheiro que se possa fazer com a venda, apesar de sempre bem-vindo, é acessório. Penso que a maior recompensa para um escritor não é ganhar dinheiro, é ser lido.
Assim sendo, um e-book de um escritor iniciante, principalmente se for gratuito, é bastante mais apelativo do que a necessidade de se pagar 15€ por um livro do qual desconhecemos a qualidade. Para além disso, é uma forma fácil de se obter feed-back para poder melhorar tudo o que precisa de ser melhorado, tanto na escrita como na concepção da história.

Tens tido boa receptividade por parte dos leitores, sendo e-book?

Tenho tido alguma receptividade, o que em muito me agrada, mesmo sabendo o quanto algumas pessoas detestam e-book’s. Eu própria também não sou muito fã de livros electrónicos, mas não digo que não se forem grátis, principalmente porque gosto de ler novos autores, ver como evoluem.
(Já agora, para quem estiver interessado em lê-lo:

Tens outro livro do qual fazem parte contos da tua autoria, “Os Passos do Destino”. Fala-nos um pouco sobre ele.

“Os Passos do Destino” já tem uns aninhos de existência e é um livro de quatro contos: dois meus e dois da escritora Carla Ribeiro. Todos eles têm como base aventura e acção. Pelo que me diz respeito, os contos que escrevi intitulam-se “Pluma Escarlate” e “A Profecia”, sendo o primeiro sobre piratas e o segundo de fantasia. Gostaria de um dia poder explorar um pouco mais a história de cada um.

Gostarias de, um dia, ver estes dois livros nas prateleiras de uma livraria?

Não é fácil responder a esta questão. Acho que qualquer autor gostaria de ver as suas obras nas prateleiras de uma livraria, saber que alguém lhes pega, que as folheia… No entanto, por entre este sentimento, surge a sensação de perfeccionismo, de que se quer melhor, de se pensar que a obra não está suficientemente boa. E isso rivaliza com o gosto de ver os livros à venda numa livraria.

Tens algum projecto em mente, no mundo da escrita, para breve?

Para já, estou a terminar de escrever a história que segue “O Retrato da Biblioteca”. Para quem possa não saber, o livro faz parte de uma trilogia. Este segundo irá intitular-se “O Príncipe do Mar do Interior”. Tenho outros projectos em mente, mas gosto de fazer uma coisa de cada vez.

O que significa para ti, na tua vida, a escrita?

Para mim, a escrita é um mundo infinito onde posso viajar, aventurar-me e até mesmo viver, quando me abstraio da realidade. Basicamente, é como criar uma nova realidade. Acaba por ser uma terapia que alimenta a alma.
  
Gostas de ler?

Adoro ler!

Tens algum género literário preferido?

Não tenho qualquer dúvida: o género fantástico, em todo o seu amplo espectro.

Diz-nos um livro que consideres um dos livros “da tua vida”.

“Harry Potter e a Pedra Filosofal”, da J. K. Rowling. Antes dele, nunca antes tinha lido um livro de fantasia, mas o mundo da Rowling foi completamente contagiante, o que me fez devorar os livros que lhe seguiram e incitou-me a procurar outros.

O que podes dizer aos nossos leitores, de modo a promover a leitura de autores portugueses?

Não tenham medo de dar uma hipótese a um autor português. Um escritor, independentemente da nacionalidade, não nasce a saber escrever, vai evoluindo. E são os leitores e os críticos que muitas vezes o ajudam a melhorar. Há autores que consideram a sua obra péssima, há outros que a consideram perfeita. Nada é perfeito e o que é péssimo pode não ser assim tanto quanto se pensa. Se não se experimentar, nunca se vai saber; e se se experimentar uma leitura menos boa, não se deve generalizar, porque cada um é único e mutável.

E, por falar em autores portugueses, aproveito para fazer um pouco de publicidade a um livro de contos fantásticos que acabou de ser lançado pela HM Editora: a “Vollüspa”! Reúne uma panóplia de escritores portugueses, uns mais conhecidos do que outros (onde eu me incluo). Tenho a certeza de que os apreciadores de Literatura Fantástica não vão querer perder.

Obrigada Carina Portugal

25 de Abril - Revolução dos Cravos


Revolução dos Cravos foi um período da história de Portugal resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de Abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e que iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático, com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976.
Este golpe, normalmente conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que foram apoiados por oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universitários. Este movimento nasceu por volta de 1973, baseado inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por se estender ao regime político em vigor. Sem apoios militares, e com a adesão em massa da população ao golpe de estado, a resistência do regime foi praticamente inexistente, registando-se apenas quatro mortos em Lisboa pelas balas da DGS.
Após o golpe foi criada a Junta de Salvação Nacional, responsável pela nomeação do Presidente da República, pelo programa do Governo Provisório e respectiva orgânica. Assim, a 15 de Maio de 1974 o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atribuido a Adelino da Palma Carlos.
Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e confrontos militares, apenas terminado com o 25 de Novembro de 1975.
Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República.
Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de Abril, denominado "Dia da Liberdade".

terça-feira, 24 de abril de 2012

[Novidade] - Civilização: "Regresso às Raízes" de Tim Pears

O mais recente romance de Tim Pears, Regresso às Raízes, editado em março de 2011 pela Civilização, é um dos dez finalistas do reputado IMPAC Dublin. O vencedor vai ser anunciado a 13 de junho próximo. Um pai que tenta dar sentido à sua vida após perder a filha num acidente de automóvel em que ele era o condutor. Em desespero, resolve reencontrar-se com o seu passado e com o mundo da Natureza. Rapta os outros filhos e embarca numa longa e trágica viagem. Com cinco romances publicados, Tim Pears pode vir agora a juntar a Hawthornden Prize, Ruth Hadden Memorial Award e Lannan Award o prémio literário mais valioso do mundo (cem mil euros) para uma obra de ficção escrita em língua Inglesa.
Regresso às Raizes é, segundo o Telegraph, um romance “com uma história muito poderosa” e impressionante. O Guardian descreve-o como “profundamente comovente” e o Sunday Times como “cativante, impressionante”. O mesmo Sunday Times assegura ainda que “Pears é mestre a dar um significado às coisas do dia-a-dia”.
Mas os elogios à escrita prodigiosa de Pears não ficam por aqui. O New York Times considera o autor de Regresso às Raízes “Um contador de histórias dotado […] como Thomas Hardy […] está preocupado com a dignidade do trabalho, a força do destino e as consequências da paixão humana”. Já o Times garante: “A França do século XIX tem Balzac: nós temos Pears para traçar o nosso destino e as nossas loucuras”.

Sinopse:
Criado na fronteira galesa por uma mãe afectuosa mas alcoólica, Owen Ithell cria um sentido de identidade próprio centrado nas longas visitas à pequena quinta dos avós nas colinas.
Já adulto, Owen muda-se do campo da sua infância para uma cidade inglesa onde constrói uma nova vida, trabalhando como jardineiro. Conhece Mel e têm filhos. Owen acredita que encontrou a felicidade – e o amor. Mas, depois de um acidente de carro, no qual a filha morre e ele perde uma mão, o curso da sua vida e das vidas dos que mais ama muda para sempre. Incapaz de trabalhar, alienado e legalmente separado da família, é perseguido por pensamentos suicidas. Em desespero, resolve reencontrar-se com o seu passado e com o mundo da Natureza. Rapta os próprios filhos e embarca numa longa e trágica viagem, a pé até à fronteira galesa da sua infância. No seu transtorno, a jornada é uma tentativa de compreensão da perda que sofreu.
Poderoso, rico, evocativo e perfeitamente equilibrado entre a esperança da redenção e a ameaça da tragédia irrevogável, Regresso às Raízes é o romance mais seguro e sedutor de Tim Pears até à data.

Sobre o autor:




Tim Pears nasceu em 1956, cresceu em Devon e, com apenas dezasseis anos de idade, abandonou a escola e começou a trabalhar. Teve vários empregos menores antes de começar a estudar na National Film and Television School. Tim Pears publicou já cinco romances, entre os quais In the Place of Fallen Leaves, galardoado com o Hawthornden Prize e o Ruth Hadden Memorial Award, Na Terra da Abundância, adaptado para uma série dramática de dez episódios pela BBC (e transmitido pela RTP), e Blenheim Orchard.
Tem sido Escritor Residente no Festival de Literatura de Cheltenham, e na Royal Literary Fund Fellow da Universidade de Oxford Brookes, e ensinou escrita criativa no Ruskin College e noutros locais. Tim Pears vive em Oxford com a mulher e os filhos.

[Divulgação] - Book.It


Relembro que a Book.It está na Feira do Livro (está está que eu fui lá hoje e vi-os lá =D).

Campanha dia da Mãe:

Livros:
“MENTIRAS CRUEIS” de NORA ROBERTS
MARLENA DE BLASI “AQUELE VERAO SICIL”  de MARLENA DE BLASI
'RESISTIR AO AMOR' de JILL MANSELL
'O LIVRO DA MAE' de TRACEY GODRIDGE
'A FILHA DO CAPITÃO” de JOSE RODRIGUES DOS SANTOS
'O ANJO BRANCO' de JOSE RODRIGUES DOS SANTOS
'A LESTE DO SOL' de JULIA GREGSON
CHOCOLATE-HISTORIAS PARA LER
'UM DIA'  de DAVID NICHOLLS
'DELICIAS DA NIGELLA' de NIGELLA LAWSON
'A PROMESSA' de BRUNONIA BARRY
'O JOGO DA VE' de SVEVA CASATI MODIGNANI

Hora do Conto:



Livro da Semana  :


Autor do Mês:


Workshop:


[Novidade] - Alphabetum: "O Dom do Dinis" de Ana Terceiro e Paulo Rosa


Lançamento do livro “O Dom do Dinis”
Ana Terceiro e Paulo Rosa
30 de abril (segunda-feira), 18h, Sala de Âmbito Cultural, El Corte Inglés Lisboa

DINIS TEM UM DOM E LUTA CONTRA UM INIMIGO DESCONHECIDO: DOENÇA RARA

O nascimento do Dinis não teve nada de anormal. Parecia um bebé vulgarmente saudável e foi recebido com a felicidade que traz uma criança a um jovem casal. Mas Dinis trazia mais consigo... Uma doença rara, única em Portugal. O “O Dom do Dinis”, livro a lançar a 30 abril pela Alphabetum Edições Literárias, na Sala de Âmbito Cultural, do El Corte Inglés de Lisboa, 18h00, conta, na primeira pessoa, a luta dos pais deste menino especial, Ana Terceiro e Paulo Rosa, para dar voltas ao mundo, à doença e, até, à ciência para que o filho tenha melhor qualidade de vida.

O livro retrata uma história real de determinação e coragem, de uma luta desleal travada com o destino que decidiu comunicar aos pais de Dinis, quando este tinha apenas 11 meses de vida, que o filho padecia de uma síndrome genética com complicações neurológicas muito complexa e rara, designando-se pela literatura médica como Leucoencefalopatia (LCC), calcificações e quistos cerebrais. Uma doença incurável e sem gene conhecido. Frustrados com o fracasso dos médicos e com a ausência de respostas por parte da ciência, incluindo de medicação, Ana Terceiro e Paulo Rosa tiveram de aprender a lidar com um filho que possuía o diagnóstico nº 20 de uma doença rara. A família arregaçou mangas e iniciou uma batalha científica para melhor entender o “inimigo”, na esperança de descobrir algo que pudesse deter o avanço da doença invisível que lentamente destruía e calcificava o cérebro de Dinis.

Este livro conta ainda com a especial participação do BIPP – Banco de Informação de Pais para Pais, que reuniu em compilação todos os direitos e recursos para a deficiência de acordo com a legislação atual.

[Cantinho da Semana] - Just Little Books e Just Little Pieces

Bom Dia. Hoje o cantinho que vos trago não é um, são dois. Mas tem duas razões de ser: a autora é a mesma e acabam por ser um género de complemento um do outro. Assim apresento-vos o Just Little Books e o Just Little Pieces.



Estes são os blogues da AndreiaC. Ela começou o seu primeiro projecto, ou seja, o Just Little Pieces em Julho de 2011 pois já seguia alguns blogues que a inspiraram.

"Depois de acompanhar vários bloggers e youtubers decidi arriscar e criar o meu próprio blog - já o tinha feito anteriormente mas nunca me tinha empenhado para os ver crescer, como acontece com estes. Dá muito trabalho, mas compensa, por tudo."

Em Março deste ano (2012) nasceu o Just Little Books, como suplemento ao primeiro. A Andreiac. falava de tudo no Just Little Pieces, essencialmente moda, mas também falava sobre os livros que estava a ler. No entanto, achou que os livros mereciam um blogue só seu, pois são um dos seus vicios.

Ela já tinha tido outros blogues mas que nunca correram como ela esperava. Desta vez ela queria algo onde pudesse escrever o que quisesse, sobre o que lhe apetecesse.
 
"Um blog que não me obrigasse a nada fixo- hoje falo de maquilhagem, amanha de livros e no dia seguinte de fotografia. Até mesmo decoração e alimentação. Um blog para partilhar tudo aquilo que me "completa", pequenos pedaços por assim dizer. Daí o titulo. O just little books é uma simples continuação do just little pieces mas com um publico alvo mais especifico."


Para ela o mais gratificante de ter um (ou dois) blogue é conhecer algumas pessoas novas.
   
"Tenho umas quantas pessoas que considero como amigas, e acho que só isso vale tudo. Claro que depois temos sempre a troca de conhecimento(seja o que for) e não menos importante, saber que alguém do outro lado do monitor partilha as nossas opiniões, perde o seu tempo a ler aquilo que muitas vezes a pessoa que esta fisicamente ao nosso lado não quer saber. Ou chegarmos a casa e termos um email de uma pessoa do outro lado do mundo a dizer que gosta imenso de nos acompanhar."


Posso dizer que sou amiga da Andreiac. desde pequena, e que só há muito pouco tempo soube destes seus projectos, os quais sigo com bastante atenção. E vocês, conheciam?

Como não podia deixar de ser, aqui fica o selinho que fiz para os meus "cantinhos da semana"=D

 Obrigada Andreia.

Feira do Livro de Lisboa 2012






A 82ª Feira do Livro de Lisboa começa hoje. Quem vai ou quem quer ir? =D

segunda-feira, 23 de abril de 2012

[Caixa do Correio] - Aquisições da Semana (16 a 23 de Abril)

Aqui ficam as novidades que chagaram a casa esta semana que passou. O que acham? Já leram algum?:D

[As Receitas da Marina] - Tomates Recheados com Atum

Bom Dia. Hoje trago-vos uma receita de legumes recheados, neste caso, tomate. Já experimentaram? O que acharam?
Bom Apetite:)



Ingredientes:
 - 8 tomates
 - 1 lata grande de atum sem o óleo
 - 2 colheres de salsa picada
 - 3 colheres de sopa de azeitonas picadas
 - 1 cebola pequena picada
 - ½ chávena de parmesão


Preparação:
 - Tirar uma tampa do tomate na parte superior, retirar as sementes, temperar com sal e virar ao contrário para perder um pouco da água. 
 - Numa tigela, misturar o atum, a cebola, as azeitonas e o queijo.  Se necessário sal, temperar com um pouco mais de sal.
 - Rechear os tomates e cobrir com parmesão. Levar ao forno forte até gratinar.

Nota: não deitem o recheio dos tomates fora, podem refogar com cebola, alho e uma folhinha de louro e fazer um delicioso e caseiro molho de tomate. Depois de triturado podem congelar e utilizar em futuras receitas.

Esta e outras receitas em: http://em-marinada.blogspot.pt/

domingo, 22 de abril de 2012

[Passatempo] - "Soberba Escuridão" de Andreia Ferreira

Boa Noite.
Já leram a entrevista de hoje, com a Andreia Ferreira? Não? De que estão à espera?
O Tertúlias, em colaboração com a Alfarroba, tem uma surpresa para vocês: um exemplar do livro da autora: "Soberba Escuridão". Gostam?


Para este livro poder vir a ser vosso basta responderem acertadamente às questões abaixo, e claro, seguirem as regras (abaixo indicadas).

Podem participar até dia 30 de Abril, ás 23h59m.

As respostas podem ser encontradas aqui ou aqui e aqui.

Boa Sorte:)





Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 30 de Abril.
2) Qualquer participação que não possua algum dos dados correctamente preenchido ou contenha respostas incorrectas é automaticamente anulada.

3) OBRIGATÓRIO ser seguidor público do blogue ou seguidor via facebook 
 
4) O vencedor será escolhido aleatoriamente, através do Random.
 
5) O vencedor será publicado no blogue e será contactado por email.
 
6) Só é aceite uma participação por pessoa/morada e residentes em Portugal (continental e ilhas).