A mestria do escritor brasileiro em 38 Histórias curtas
A Sextante Editora publicou a 28 de Abril o mais recente livro de Rubem Fonseca, Histórias curtas. Aqui, o escritor brasileiro opta de novo pela concisão, tal como fizera na colectânea Amálgama, com que ganhou, pela sexta vez, o Prémio Jabuti. Prestes a completar 91 anos, Rubem Fonseca continua a revelar a sua mestria na arte do conto e reúne desta vez trinta e oito histórias curtas, por vezes curtíssimas, nas quais volta a abordar brilhantemente, de forma crua mas delicada, temas já recorrentes na sua obra mais recente: o envelhecimento, a obesidade, a loucura e todo o tipo de decadência humana.
Histórias curtas chega às livrarias nas vésperas de estrear nos cinemas portugueses Axilas, o derradeiro filme de José Fonseca e Costa, escrito a partir do conto de Rubem Fonseca incluído no livro Axilas & outras histórias indecorosas.
Sobre o Autor:
Carioca desde os oito anos, Rubem Fonseca nasceu em Juiz de Fora, a 11 de maio de 1925. Contista, romancista, ensaísta, guionista e «cineasta frustrado», é um dos mais originais prosadores brasileiros contemporâneos.
Em 1963, a primeira coletânea de contos, Os prisioneiros, foi reconhecida pela crítica como a obra mais criativa da literatura brasileira em muitos anos; quatro anos depois, Lúcia McCartney, tornou-se um bestseller e ganhou o maior prémio para narrativas curtas do Brasil. Já era considerado o maior contista brasileiro quando, em 1973, publicou o seu primeiro romance, O caso Morel. Em 2003, ganhou o Prémio Juan Rulfo e o Prémio Camões, o mais importante da língua portuguesa. Recebeu seis vezes o Prémio Jabuti e foi-lhe atribuído o Prémio Correntes d'Escritas/Casino da Póvoa, em 2012, para o romance Bufo & Spallanzani. Com várias das suas histórias adaptadas ao cinema, ao teatro e à televisão, Rubem Fonseca já publicou quinze coletâneas de contos, onze romances e O romance morreu, que reúne crónicas publicadas no Portal Literal.
A Sextante Editora iniciou em 2010, com o romance O seminarista, a publicação regular das obras de Rubem Fonseca em Portugal.
Na próxima semana, a 9 de março, realiza-se no Jardim de Inverno do São Luiz Teatro Municipal, às 18:30, a sessão de lançamento de O Sexo Inútil, o mais recente livro de Ana Zanatti, que chegou há pouco tempo às livrarias com a chancela da Sextante Editora. A obra será apresentada por Viriato Soromenho Marques e por São José Almeida.
Combinando reflexões, correspondência, vários testemunhos e excertos do diário da autora, O Sexo Inútil é um documento único que põe em causa o conceito de “tolerância” para com aquela, ou aquele, que não é igual a nós. Um testemunho pessoal e coletivo avassalador e um instrumento precioso de batalha pela dignidade, pela igualdade, pela fraternidade, face aos preconceitos.
Sobre o livro
«Este é um livro sobre o que de mais profundo vive no coração da condição humana. Sobre o direito de nos tornarmos, perante nós e os outros, aquilo que somos. Plenamente e sem concessões. Para muitos leitores, estas páginas serão uma revelação, simultaneamente, brutal e comovente, carregada de sofrimento, mas portadora também de gestos e testemunhos que alimentam e fortalecem a esperança. A esperança de que as centenas de milhões de pessoas que, em todo o mundo, se encontram envolvidas, por si próprias ou através de familiares e amigos, na grande constelação da causa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros), não estão condenadas para sempre a serem esmagadas, oprimidas, discriminadas, feridas na sua integridade moral e física, pela lâmina cortante do preconceito, ou pelo rolo compressor das leis injustas e dos (maus) costumes dominantes.»
Viriato Soromenho-Marques (no prefácio)
«O Sexo Inútil veio para fazer refletir, deitar ao chão preconceitos e máscaras, romper o cerco de silêncio em que vive boa parte daqueles a quem a expressão livre da sua identidade é negada.»
Lídia Jorge (no posfácio)
«Neste livro mais do que um livro, Ana Zanatti, falando de si, fala de nós, interpela-nos o desafio de sermos o outro, assume a primeira pessoa como a palavra identitária contra a palavra “eles”, essa que expulsa e condena. A autenticidade e a coragem desta escrita é a autenticidade e a coragem que devem merecer, que devem exigir, para além da lei, todas as pessoas LGBT, pessoas da cidade, que a
autora sabe marginalizadas, ainda mergulhadas no sofrimento que cada palavra sua denuncia. Ler este livro é uma lição de vigilância.
Afinal, quem não a entende será quem decide ficar fora da humanidade no seu sentido mais nobre.»
Isabel Moreira
Sobre a Autora:
Ana Zanatti nasceu em Lisboa em 1949. Ao longo de 47 anos tem exercido a atividade de atriz no teatro, cinema e televisão e foi, em simultâneo, durante 26 anos, apresentadora da RTP. Autora e coautora de canções, programas de rádio e televisão, documentários e séries, tradutora de peças de teatro, publicou o primeiro romance em 2003. Tem contos e poemas publicados em diversas antologias e colaborou com jornais e revistas, desde o extinto semanário SETE à revista literária Os meus livros, e às revistas Biosofia, Elle e Egoísta, entre outras.
Dedica-se a causas como a Condição Feminina (em 1984 foi uma das 25 mulheres escolhidas para representar Portugal, em Bruxelas, pela Comissão da Condição Feminina da CEE), Defesa dos Direitos LGBT, Conservação da Natureza e Defesa do Ambiente, Defesa dos Direitos Humanos e dos Animais. Recebeu os Prémios Rede Ex Aequo em 2009 e 2012 e o Prémio Arco-Íris em 2011.
Título: Toda a Esperança do Mundo Autores:Alfredo Cunha e Luís Pedro Nunes Págs: 320 PVP: € 39,90 Preço WOOK: € 35,91
Um livro onde cabe Toda a Esperança do Mundo
No ano em que se comemora o 30.º aniversário da AMI, Alfredo Cunha e Luís Pedro Nunes assinam uma obra que homenageia o trabalho notável da organização fundada e dirigida por Fernando Nobre.
Uma «viagem superlativa (…) pela “geografia humana do sofrimento, da dor e da esperança”, nas palavras de Adelino Gomes, que assina um dos dois prefácios – o outro é assinado pelo também jornalista José Manuel Barata-Feyo; um «espelho da sensibilidade e humanismo que sempre nortearam esta instituição, como também deverá ser a prova do amor humano que a AMI tentou partilhar na construção de um mundo mais fraterno, mais ético, mais equitativo, menos violento e mais harmonioso», como explica Fernando Nobre no texto de apresentação que abre o livro Toda a Esperança do Mundo, da autoria de Alfredo Cunha (fotos) e Luís Pedro Nunes (textos).
Com apresentações agendadas para os próximos dias 13 de novembro (Lisboa) e 14 de novembro (Porto), Toda a Esperança do Mundo reúne nove fotorreportagens realizadas por Alfredo Cunha e Luís Pedro Nunes acompanhando o trabalho da Assistência Médica Internacional (AMI), numa viagem que os levou a conhecer escravos que lutam por recuperar a dignidade nas terras áridas do Níger, habitantes dos bairros de lata do Bangladesh que tentam assegurar um futuro aos seus filhos, pescadores no Sri Lanka a quem o mesmo mar que os alimenta tudo levou num tsunami apocalíptico, crianças que sobrevivem no limbo surreal do Haiti, meninas que lutam contra a tradição na Guiné Bissau e curdos encurralados no Iraque pelo Estado Islâmico, resistindo à barbárie e à extinção – pessoas que na AMI encontraram um porto de abrigo que lhes providencia o que mais precisam: atenção e esperança. Toda a Esperança do Mundo assinala o 30.º aniversário da AMI – que receberá 2€ por cada exemplar vendido – e constituirá, nas palavras do seu fundador, como «o objeto de Arte mais perene do que foram as intervenções e preocupações da Fundação AMI» ao longo destas três décadas. Para além dos prefácios de José Manuel Barata-Feyo e de Adelino Gomes, destaque para a entrevista feita a Fernando Nobre, que revisita o percurso da AMI.
Sobre os autores: Alfredo Cunha nasceu em 1953. Começou sua carreira profissional em fotografia publicitária em 1970, e como fotojornalista no Notícias da Amadora em 1971. Trabalhou no jornal O Século e n´O Século Ilustrado (1972), na Agência Noticiosa Portuguesa ANOP (1977) e nas agências de notícias Notícias de Portugal (1982) e Lusa (1987). Foi fotógrafo e editor-chefe no Público entre 1989 e 1997, quando decidiu juntar-se ao grupo Edipresse como fotógrafochefe. Em 2000, começou a trabalhar na revista Focus. Em 2002, colaborou com Ana Sousa Dias no programa “Por Outro Lado”, da RTP2. Foi o fotógrafo e editor-chefe do Jornal de Notícias entre 2003 e 2009 e diretor fotográfico da Global Imagens entre 2010 a 2012. Atualmente trabalha como freelancer e está desenvolvendo vários projetos editoriais. Fotografou o 25 de Abril de 1974 em Portugal. Pouco depois, viajou por Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, S. Tomé, Timor-Leste e Cabo Verde, fotografando a descolonização Portuguesa. Publicou vários livros de fotografia, entre os quais Raízes da Nossa Força (1972), Vidas Alheias (1975), Disparos (1976), Naquele Tempo (1995), O Melhor Café (1996) Porto de Mar (1998), 77 Fotografias e um Retrato (1999), Cidade das Pontes (2001), Cuidado com as crianças (2003), Cortina dos Dias (2012), O Grande Incêndio do Chiado (2013) e Os Rapazes dos Tanques (2014).
Luís Pedro Nunes Fundador do Público em 1989, como estagiário, onde esteve como repórter e editor até 1997. Em 1991, ganhou o Prémio Gazeta Revelação com a reportagem com as crianças na Roménia. Durante os anos em que esteve neste jornal, fez todo o tipo de reportagens pelo mundo e pelo País, abarcando a cobertura de diversos acontecimentos para todas as secções do jornal. Foi enviado especial a vários cenários internacionais como o conflito de Angola em 1992, onde percorreu o país logo a seguir às eleições que degeneraram no recomeço da guerra civil. Esteve vários meses em Moçambique antes das eleições onde cruzou todo o território a elaborar reportagens. Desdobrou-se em incontáveis trabalhos: de voltas ao mundo no Concorde à cobertura das Voltas a Portugal em Bicicleta. A reportagem sempre foi o seu território. Em 1997, mudou-se para o Independente, onde esteve dois anos como repórter, e, posteriormente, como chefe de redação. Seguiu para o universo das dot.com, onde elaborou diversos sites para grandes grupos económicos. Foi consultor de comunicação de crise, até regressar aos jornais, mas desta vez como diretor do Inimigo Público, suplemento satírico que fundou. É, “por mero acaso”, comentador do programa Eixo do Mal na SIC Notícias, tem uma crónica semanal no Expresso, e pretende continuar a fazer por muitos e bons anos reportagens com o seu grande amigo e camarada Alfredo Cunha: o primeiro companheiro numa reportagem internacional em 1991 na Roménia. Com a AMI.
O novo livro de Germano Silva surpreende a cada página. Chega às livrarias nos próximos dias e tem lançamento agendado para sábado, dia 7.
Germano Silva tem um novo livro. Se isso é uma (boa) notícia, mais interessante se torna quando, página a página, se revela uma cidade que o próprio autor confessa que lhe tinha passado algo despercebido – até agora. Eis Porto Desconhecido & Insólito, 176 páginas de pura descoberta de histórias fascinantes: um imperador caloteiro; um amor de fazer perder a cabeça; uma igreja envergonhada; estas são algumas das histórias desconhecidas (ou pouco conhecidas) da maioria das pessoas, que agora Germano Silva partilha. “Há anos comecei a pensar em como seria interessante descobrir outras histórias de um Porto que se esconde nas traseiras dos edifícios, invisível, por isso, a quem passa apressado pelas suas ruas ou sobe as suas escadinhas. Julguei que sabia muito do Porto, das pessoas que nele habitam, das suas ruas e ruelas, esconsas e estreitas, e dos sorrisos atrás das janelas. Mas um dia comecei a olhar também para os jardins escondidos nas traseiras das casas e para o interior de certas habitações e a prestar mais atenção a certas imagens das nossas igrejas e capelas. E não imaginam as histórias e outras curiosidades que acabei por descobrir…”. Porto Desconhecido & Insólito chega às livrarias nos próximos dias e será lançado no próximo dia 7 de novembro, sábado, pelas 15:30, na Casa do Cais Novo, no Porto. A apresentação estará a cargo do jornalista David Pontes, subdiretor do Jornal de Notícias. "Quem já percorreu as ruas do Porto pelo seu olhar sabe-o. Quem o vê passar percebe que ele não anda, não caminha, não calcorreia, mas desliza veloz pelo Porto como, ele próprio, parte integrante e indissociável desta cidade que ama e conhece como poucos. Germano é pedra granítica, azulejo biselado de fachada e ferro forjado de uma varanda portuense."
O autor Germano Silva nasceu em Penafiel (S. Martinho de Recezinhos), em 1931. Veio com a família para o Porto quando tinha somente um ano de idade. Fez nesta cidade a Instrução Primária, após o que começou de imediato a trabalhar. Foi marçano num retroseiro da Rua de Santa Catarina. Trabalhou, depois, na desaparecida Fábrica de Fósforos e logo a seguir na Fábrica de Lanifícios de Lordelo. Na década de cinquenta frequentou, em horário noturno, o Curso Geral de Comércio na antiga Escola Comercial de Oliveira Martins. A conclusão do curso possibilitou-lhe a entrada, como escriturário, na Secretaria do Hospital de Santo António. Ingressou no jornalismo em 1956 como colaborador desportivo no Jornal de Notícias. Três anos depois foi admitido nos seus quadros redatoriais. Aí fez toda a sua carreira, percorrendo todos os escalões da profissão: estagiário, repórter informador, repórter, redator e chefe da Redação. Aposentou-se em 1996, mas continua ligado ao JN, onde mantém a coluna dominical “À Descoberta do Porto”. Foi dirigente sindical em várias legislaturas e membro do desaparecido Conselho de Imprensa. Pertenceu aos corpos gerentes do Teatro Experimental do Porto, da Cooperativa Árvore e da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, de que é presidente da Assembleia Geral. É sócio fundador do Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende e membro do seu Conselho Fiscal. Foi correspondente do semanário Expresso no Porto e, nesta cidade, exerceu também por largos anos o cargo de delegado do desaparecido semanário O Jornal e da Visão, onde ainda colabora com uma crónica semanal dedicada ao Porto. Foi distinguido pelas Câmaras Municipais do Porto e de Penafiel com as medalhas de mérito de ouro.
Outras obras do autor publicadas pela Porto Editora
Dicionário de Personalidades Portuenses, coautor, 2001
Porto – História e Memórias, 2.ª edição, 2011
Porto – Nos Lugares da História, 2011
Porto – Nos Recantos do Passado, 2012
Porto – Viagem ao Passado, 2013
Caminhar pelo Porto, 2014
Título: A mulher da lama Autor: Joyce Carol Oates Tradutor: Maria João Delgado Págs.: 464 PVP: € 19,90
Novo livro de Joyce Carol Oates
A mulher da lama põe em confronto o pesadelo e a realidade, um passado tenebroso e o sucesso do presente
A Sextante Editora publica, a 19 de novembro, A mulher da lama, um novo romance de Joyce Carol Oates, uma das mais importantes e premiadas escritoras americanas da atualidade, com mais de 50 livros publicados. Neste romance magistral, a autora explora o elevado preço do sucesso na vida de uma mulher a braços com os seus demónios pessoais e profissionais. Considerada, a par com Edgar Allan Poe, uma das grandes mestres do terror, Joyce Carol Oates tem sido por várias vezes apontada como uma das candidatas ao Prémio Nobel da Literatura, «uma escritora perigosa no melhor sentido da palavra», segundo o The New York Times. Este é o quarto livro da autora no catálogo da Sextante Editora.
SINOPSE Uma criança é abandonada pela mãe no leito lamacento do Black Snake River. Contra todas as expectativas, «a menina da lama» sobrevive e é adotada por um casal de classe média que tentará esconder para sempre essa terrível história. Mas o presente vai tornar-se surpreendentemente vulnerável aos agentes do passado. Meredith «M. R.» Neukirchen será a primeira mulher a presidir a uma universidade da Ivy League. Imersa numa carreira absorvente, num amor secreto por um homem que não define os seus sentimentos, e preocupada com o ambiente político dos Estados Unidos em vésperas da Guerra do Iraque, M. R. depara-se subitamente com inúmeros desafios. Para além de ver a sua carreira em jogo, as duras marcas do passado e o confronto com «a menina da lama» ameaçam fazer ruir todas as suas convicções.
A AUTORA Joyce Carol Oates nasceu em 1938 nos Estados Unidos. Publicou o seu primeiro romance em 1963 e ganhou o National Book Award em 1970 com o romance Eles. É professora na Universidade de Princeton e já publicou uma obra vasta com cerca de trinta romances, mas também ensaios, contos, peças de teatro, poesia. A sua obra foi traduzida em várias línguas e elogiada pela crítica internacional. Joyce Carol Oates é, desde 1978, membro da Academia Americana de Artes e Letras.
IMPRENSA Cruzando magistralmente pesadelo com realidade, Oates criou um resoluto, incisivo e empolgante drama sobre a profunda ligação a um lugar, a persistência do passado e as batalhas de uma alma resiliente que sofre cercada pelo interior e pelo exterior. Booklist
Não é possível confundir uma história de Joyce Carol Oates com a de outro qualquer autor… Não penas o seu virtuosismo mas também a sua aura ameaçadora faz com que seja uma história «dela»… Pensamos em Oates, como em Poe, como um mestre do terror, mas a sua verdadeira mestria reside em nunca deixar uma emoção forte ficar sozinha… Los Angeles Times
Oates é uma escritora perigosa no melhor sentido da palavra, aquela que arrisca obsessivamente com energia e deleite. New York Times
Título: Tatuagens num grão de areia – Tattoos on a grain of sand Autor: José Micard Teixeira Formato: e-wook N.º páginas (estimado): 160 PVP: 4,99 €
Motivar a mudança com Tatuagens num grão de areia
José Micard Teixeira aponta caminhos alternativos para uma vida mais feliz
Tatuagens num grão de areia, de José Micard Teixeira, é a mais recente obra publicada pela Coolbooks e está disponível a partir de hoje em coolbooks.pt e na livraria virtual wook.pt. Em 2001, José Micard Teixeira era diretor-geral de empresas num grande grupo empresarial e decidiu deixar a sua carreira de sucesso para se tornar life coach. A sua experiência enquanto motivador de mudança cristaliza-se agora em Tatuagens num grão de areia. Esta coletânea de textos procura mostrar caminhos alternativos para a construção de uma nova vida e apontar escolhas que podem levar a mudanças significativas no dia a dia dos leitores. Uma das reflexões presentes nesta coletânea tornou-se viral na internet, em 2014, depois de a sua autoria ter sido erroneamente atribuída à atriz Meryl Streep. Tatuagens num grão de areia é o seu segundo título publicado na Coolbooks e o primeiro livro da chancela a ser publicado numa edição bilingue (Tattoos on a grain of sand).
O AUTOR José Micard Teixeira nasceu em Aveiro, no ano de 1961. É licenciado em Relações Internacionais pela Universidade do Minho. Trabalhou no Comité Económico e Social das Comunidades Europeias, em Bruxelas, e foi Diretor-Geral de empresas no Grupo Sonae durante cerca de 10 anos. Em 2001, decide mudar de vida e torna-se Life Coach e Motivador de Mudança. Em 2007, edita o seu 1º livro e começa a ministrar palestras e workshops um pouco por todo o país.
Título: A Queda Autor: Albert Camus Tradutor: José Terra N.º de Páginas: 88 PVP: 11,00 €
O regresso do derradeiro romance de Albert Camus
A primeira edição de A Queda na Livros do Brasil data de 1957, ano em que Camus recebeu o Nobel da Literatura.
A 12 de novembro regressa às livrarias. A Queda foi o último livro de ficção publicado em vida por Albert Camus, um ano antes de o autor ser distinguido com o Prémio Nobel da Literatura, em 1957. Nesse mesmo ano, o romance teria a sua publicação em Portugal pela Livros do Brasil, com tradução de José Terra que agora recuperamos, numa nova edição que chega dia 12 de novembro às livrarias. Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno, tendo sido considerada por Jean-Paul Sarte «talvez a mais bela e menos compreendida» obra de Camus. Na coleção Dois Mundos da Livros do Brasil foi também já lançada em julho uma nova edição de O Estrangeiro, do mesmo autor.
Sinopse Num bar de marinheiros em Amesterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam.
O Autor Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura, pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século xx. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.
Título: A Vinha do Anjo Autor: Sveva Casati Modignani Tradução: Regina Valente Págs.: 384 Capa: mole com badanas PVP: 17,50 €
Um romance muito aguardado
O fascinante mundo do vinho em A Vinha do Anjo, de Sveva Casati Modignani
A 30 de setembro, a Porto Editora publica A Vinha do Anjo, o novo e muito aguardado romance de Sveva Casati Modignani. Neste livro, a grande signora da narrativa italiana leva-nos até ao mundo fascinante do vinho, num texto que é um desafio aos sentidos.
A Vinha do Anjo é a história envolvente de uma família e de uma tradição milenar, o retrato de uma protagonista surpreendente que é exemplo das muitas mulheres corajosas e empreendedoras que constroem as nossas sociedades. Um hino aos sentidos, ao sedutor mundo do vinho e, sobretudo, à tenacidade, persistência e coragem das mulheres. Ao longo dos últimos sete anos, a Porto Editora tem vindo a publicar a obra daquela que é, sem dúvida, uma das autoras de maior sucesso em Portugal. Romances como Baunilha e Chocolate ou Um Dia Naquele Inverno, verdadeiros bestsellers, são exemplos desse enorme êxito. Recentemente, no final de 2014, a publicação de A Família Sogliano voltou a constituir uma demonstração da enorme popularidade de Sveva em Portugal.
Este é o décimo quarto título que a Porto Editora lança desta importante autora italiana.
SINOPSE Longas filas de videiras estendem-se pelas colinas suaves de Borgofranco. Há dois séculos que a família Brugliani é proprietária daquele antigo burgo e das vinhas, tratadas com paciência para delas extrair vinhos preciosos e únicos. Aos 35 anos, Angelica é a herdeira da tradição e do património familiar. Mãe, esposa, empresária de sucesso: tudo parece perfeito na sua vida. Só ela sabe que por detrás daquela fachada se esconde um mundo sombrio, feito de mentiras – as do marido – e de sonhos pueris. Uma noite, em que conduzia sua moto e sentindo-se dominada pela amargura e pelas lágrimas, Angelica não se apercebe de que o carro à
sua frente está a travar. O choque é violento, mas felizmente sem consequências graves, quer para ela, quer para o condutor do automóvel, Tancredi D’Azaro. Angelica não sabe ainda que aquele homem é um dos chefs mais aclamados em todo o mundo. E ambos ignoram que, depois daquele encontro fugaz, o destino voltará a entrelaçar os seus caminhos, suscitando a tentação de um novo começo. É então tempo de fazer escolhas, tendo em conta o peso do passado e as responsabilidades do presente - porque a vida é feita de sonhos e paixões. A Vinha do Anjo conta-nos a história envolvente de uma família e de uma tradição milenar, o retrato de uma protagonista fascinante no qual se reveem muitas das mulheres empreendedoras e corajosas que anonimamente constroem as nossas sociedades.
A AUTORA Reconhecida como a grande signora do bestseller italiano, com mais de 11 milhões de exemplares vendidos, Sveva Casati Modignani está traduzida em 17 países e é hoje uma das autoras mais populares em Portugal. No catálogo da Porto Editora figuram já os seus romances Feminino Singular, Baunilha e Chocolate, O Jogo da Verdade, Desesperadamente Giulia, O Esplendor da Vida, A Siciliana, Mister Gregory, A Viela da Duquesa, Um Dia Naquele Inverno, O Barão e A Família Sogliano e 6 de abril ‘96. A sua obra autobiográfica, O Diabo e a Gemada também já se encontra publicada no catálogo da Porto Editora.
Título: Alfie – o gato do bairro Autor: Rachel Wells Tradução: Isabel Alves Págs.: 304 Capa: mole com badanas PVP: 15,50€
Um gato muito especial Alfie – o gato do bairro é o romance de estreia da britânica Rachel Wells
No próximo dia 15 de outubro, a Porto Editora publica Alfie – o gato do bairro. O romance de estreia da britânica Rachel Wells – cujo tremendo sucesso levou já a uma sequela, A Cat Called Alfie, a publicar no Reino Unido no próximo mês de novembro – dá a conhecer aos leitores uma personagem muito especial: Alfie, abandonado após a morte da sua dona, é um gato à procura de uma casa e um perplexo observador dos comportamentos dos humanos. Quando chega a Edgar Road, o bairro que lhe parece ideal para encontrar um lar, está longe de imaginar que terá de conquistar não um, mas quatro novos donos. Neste comovedor romance sobre a solidão, a esperança e o valor da verdadeira amizade nos momentos mais negros, os leitores conhecem Edgar Road pelos olhos e reflexões deste gato tão especial que vai mudar a vida de todos com quem se cruza. Um livro obrigatório para todos os leitores que gostaram de A minha história com Bob.
Sinopse: Alfie é um sem-abrigo, abandonado após a morte da sua dona. Agora, é o momento de procurar uma nova casa e alguém que lhe dê carinho e conforto – um verdadeiro lar. Quando chega a Edgar Road, parece-lhe ser aquele o sítio ideal para ficar, mas está longe de imaginar que encontrará, em vez de um, quatro novos lares. No entanto, terá de usar perseverança para convencer os seus futuros donos disso mesmo, pois a última coisa de que precisam é de um gato. Mas quando começam a surgir complicações nas suas vidas, todos se apercebem o quão importante Alfie se tornou. Ele trouxe-lhes esperança nos momentos mais negros e mostrou-lhes que a solidariedade é um valor inestimável. Rachel Wells cria com mestria um personagem-gato, que observa com perplexidade os humanos, levando-nos a refletir sobre os nossos próprios comportamentos.
Sobre a autora: Rachel Wells cresceu no Devon e aos 20 anos mudou-se para Londres, para trabalhar na área do marketing, cidade onde vivia num pequeno apartamento com Albert, um gato resgatado da rua. Depois do nascimento do filho, decidiu regressar ao Devon para se dedicar finalmente às suas duas paixões: a escrita e os animais.
À descoberta da ciência e do corpo humano
Catálogo da Porto Editora mais rico com livros infantis da Dorling Kindersley
Dentro do Corpo Humano e Ciência Incrível são os dois títulos que marcam a estreia dos livros da Dorling Kindersley no catálogo infantojuvenil da Porto Editora.
Com lançamentos agendados para os dias 8 e 15 de outubro, respetivamente, estes dois livros de referência são companheiros indispensáveis para os mais novos (a partir dos sete anos) na sua descoberta do mundo. Repletos de detalhes e cortes, como num verdadeiro estudo de anatomia, Dentro do Corpo Humano é perfeito para a descoberta, de uma forma divertida e interativa, de como é composto o corpo e de como funcionam os seus principais órgãos. O livro contém ainda um póster que mostra de forma pormenorizada e simples os principais elementos do corpo humano. Já Ciência Incrível é dedicado aos jovens exploradores da Natureza e mais curiosos em relação aos fénomenos científicos. Profusamente ilustrado e interativo (com abas para puxar e pop-ups), este livro vai levá--los a espreitar para dentro de um átomo, a levantar o cone de um vulcão ou a fazer girar um motor. Tudo isto é complementado com sugestões pedagógicas, tais como, a construção de um paraquedas ou de um hovercraft
SINOPSE DE DENTRO DO CORPO HUMANO Parte numa surpreendente viagem pelo corpo humano. Vais ficar de queixo caído! Descobre porque perdes milhares de células da pele por minuto; que parte do cérebro é que pensa; porque é que o nariz pinga; como é que os músculos se movem para te fazerem sorrir; por que razão és mais alto de manhã; o que torna o cocó castanho e muito, muito mais…
Título: Os animais do Natal Autor: Luísa Ducla Soares Págs.: 48 Capa: dura PVP: 13,30 €
Novo título de Luísa Ducla Soares na coleção da Porto Editora
Escritora apresenta coleção em Lisboa e no Porto
A coleção dedicada a uma das mais importantes autoras portuguesas de literatura para crianças prepara-se para receber mais um título. Depois de, a 10 de setembro, ter lançado mais três livros – O Capuchinho Vermelho no Séc. XXI, Contos para Rir e Seis histórias às avessas – eis que a Porto Editora publica, a 8 de outubro, o título original Os Animais do Natal. Com 14 títulos, a coleção Luísa Ducla Soares vai ser apresentada este mês em Lisboa e no Porto. A 21 de outubro, em Lisboa, o evento acontece às 18:30, no El Corte Inglés, com apresentação de Violante Magalhães. Três dias depois, a 24, a escritora é a protagonista do ciclo de conversas que a Porto Editora realiza mensalmente na cidade do Porto, o Porto de Encontro, e que terá António Torrado e o Bando dos Gambozinos como convidados especiais. Iniciada em fevereiro de 2015, a Coleção Luísa Ducla Soares reunirá as mais significativas obras desta autora. Referência da literatura infantil portuguesa e presença constante em escolas e bibliotecas, Luísa Ducla Soares tem desempenhado um papel fundamental no incentivo à leitura, motivo pelo qual foi galardoada com diversos prémios e ocupa um lugar destacado no Plano Nacional de Leitura e nas preferências dos jovens leitores.
SINOPSE Os animais do Natal também têm as suas histórias: inesperadas, aventurosas, ternas e divertidas. O burro tem pouco de burro. A vaca sonhadora também é capaz de lutar com lobos. E até os camelos, nas suas andanças, descobrem o mundo e… o amor! Com estas histórias originais, bem-humoradas e ternurentas poderás conhecer melhor estas personagens, fora da imobilidade do presépio, onde foram parar.
A AUTORA Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa a 20 de julho de 1939. É licenciada em Filologia Germânica pela Universidade Clássica de Lisboa. Iniciou a sua atividade profissional como tradutora, consultora literária e jornalista, tendo sido diretora da revista de divulgação cultural Vida (1971-2). Colaboradora de diversos jornais e revistas, estreou-se com um livro de poemas, Contrato, em 1970. Foi Adjunta do Gabinete do Ministro da Educação (1976-8). Trabalhou de 1979 a 2009 na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua atividade realizando uma bibliografia da literatura para crianças em Portugal. Foi assessora principal desta instituição e responsável pela Área de Informação Bibliográfica. Aí organizou, no centenário de Andersen, uma exposição, acompanhada de catálogo, sobre Andersen em Portugal e diversas exposições. Dedicada especialmente à literatura para crianças e jovens, em prosa bem como em poesia, publicou mais de uma centena de obras neste domínio. Muitos dos seus poemas foram musicados (por Suzana Ralha, Daniel Completo, João Portugal, Óscar Ribeiro e outros compositores) tendo sido editados em diversos CD. Escreveu guiões televisivos sobre língua portuguesa para os mais jovens. É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Realizou todos os sites de Internet da Presidência da República para crianças e jovens no mandato do Presidente Jorge Sampaio. Tem elaborado para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e para o Ministério da Educação diversas publicações seletivas da literatura infantil nacional e internacional. Junto de escolas e bibliotecas, desenvolve regularmente ações de incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre a problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos. Recusou, por motivos políticos, o Grande Prémio de Literatura Infantil com que o SNI pretendeu distinguir o seu livro História da Papoila em 1973. Recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio 1984-5 por 6 Histórias de Encantar e foi galardoada com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra em 1996. Foi candidata de Portugal ao Prémio Andersen. Em 2004, foi escolhida pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata ao Prémio Hans Christian Andersen. Em 2009, a Sociedade Portuguesa de Autores distinguiu-a com a sua Medalha de Honra. Em 2010, foi proposta pela DGLB como candidata de Portugal ao Prémio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil.
Título: As receitas cá de casa Autor: Manuel Luís Goucha Págs.: 184 Capa: mole PVP: 17,70 €
Em casa de Manuel Luís Goucha
Manuel Luis Goucha e Rui Oliveira abrem, pela primeira vez, as portas de casa e mostram as receitas do dia a dia
As receitas cá de casa, que a Porto Editora publica a 8 de outubro, é o título do livro através do qual, pela primeira vez, Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira abrem as portas de casa. Esta obra pessoalíssima mostra, por via de fotografias tiradas no dia a dia com o smartphone do próprio Manuel Luís Goucha, as refeições que ambos preparam com todo o cuidado e dedicação. Num livro de receitas pensado para ser verdadeiramente usado (e não para ficar na prateleira), com espaço para tomar notas e personalizar cada uma delas (“A meu gosto”), Goucha demonstra que a apresentação e o cuidado na confeção assumem um papel primordial, sem esquecer a importância dos ingredientes e dos aromas. Porque, na opinião do autor, «só uma cozinha com alma conforta e apazigua» (saiba mais na página seguinte). Esta obra divide-se em três secções: “Entradas, saladas e petiscos”, “Suculências” e “Doçuras” (exemplos nas páginas 3, 4 e 5). As receitas cá de casa vai ser apresentado em Lisboa e no Porto, por Manuel Luís Goucha e por Rui Oliveira, em datas e locais a anunciar brevemente.
NAS PALAVRAS DO AUTOR Cá em casa… … somos dois e com uma paixão comum, esta de entender os alimentos, de os acomodar com gosto e criatividade e de saboreá-los. Estas são as receitas do nosso dia-a-dia e se, ao primeiro olhar lhe parecem, muito elaboradas, desengane-se, que exceptuando aquelas que pedem a mais terna das quenturas, a maior parte faz-se em menos de trinta minutos. É tudo uma questão de método na cozinha e de rentabilização do produto e do tempo. Gostamos de uma cozinha estimulante e saudável e para isso somos criteriosos na escolha do que preparamos e na forma como o fazemos. O mesmo se aplica ao jeito de temperar, que se há coisa que nos agrada é tirar da nossa pequena horta os olores que hão-de triunfar no prato. Depois somos pela estetização do empratamento, mesmo que sejamos só os dois à mesa. É que se os olhos são os primeiros a reagir ao jogo de cores e texturas no prato, logo o olfacto, o ouvido e tudo o há-de acordar. Que seja, então, uma festa para os sentidos! Por ser uma coisa tão nossa, quis ser eu mesmo a fotografar as receitas, sem pretensões ou mascarices e, assim, este livro quase recupera a memória de um velho caderno de receitas, machucado pelo uso, com algumas notas de pé de página, às quais também o(a) leitor(a) pode acrescentar as suas, que para isso reservámos umas quantas linhas. Agora é consigo, que por muitas receitas, ideias e sugestões que possamos nele incluir, algo há que não nos cabe acrescentar: a sua alma. É que só uma cozinha com alma conforta e apazigua. Manuel Luís Goucha
Título: O Estranhão – Socorro, a minha mãe está avariada! Autor: Álvaro Magalhães Ilustrador: Carlos J. Campos Coleção: O Estranhão Público-alvo: + 9 anos Págs.: 192 Capa: dura PVP: 15,50 €
Quarta aventura de Fred, o Estranhão
Porto Editora publica um novo livro da bem-sucedida coleção de Álvaro Magalhães
Os três primeiros livros da coleção O Estranhão, de Álvaro Magalhães, têm sido elogiados por pais e professores e, sobretudo, têm agradado muito aos jovens leitores. Por isso, não espanta que O Estranhão – Socorro, a minha mãe está avariada!, o quarto título da série, chegue às livrarias antes mesmo de passar um ano depois do lançamento da primeira aventura de Fred, um miúdo com um QI acima da média e um refinado sentido de humor. Ilustrados por Carlos J. Campos, os livros da coleção O Estranhão destinam-se a crianças a partir dos nove anos. São obras que não podem ser lidas – tanto nas passagens mais assertivas, como nas mais divertidas – de forma passiva. Ainda que perfeitamente adaptada à idade dos jovens leitores, a escrita de Álvaro Magalhães faz pensar e apresenta pensamentos engenhosos. Por outro lado, os livros não dão descanso a quem os lê e revelam, a cada página, ideias, invenções e perspetivas originais. Álvaro Magalhães, um dos mais importantes autores portugueses para crianças, com mais de 80 livros publicados, assinalou, recentemente, trinta anos de vida literária. O escritor foi distinguido, em 2014, com o Prémio Autores, para melhor livro infantojuvenil, com O Senhor Pina (Assírio & Alvim), dedicado a Manuel António Pina.
SINOPSE Fred, o Estranhão, está de volta, com novas e inesperadas peripécias. Desta vez, enfrenta o pior pesadelo de qualquer filho: uma avaria da mãe; ajuda a avó a decifrar o Grande Mistério (da vida depois da morte); foge para uma ilha deserta sem sair do quintal; e envolve-se num caso policial – o estranho caso da orelha cortada. E ele que só queria ter uma vida normal, sem sobressaltos… Mas isso não é tarefa fácil para um Estranhão. Pois não?
O AUTOR Álvaro Magalhães nasceu no Porto, em 1951. A sua obra para crianças e jovens, que integra poesia, conto, ficção e textos dramáticos, repartindo-se por cerca de 80 títulos, caracteriza-se pela originalidade e invenção, quer na escolha dos temas quer no seu tratamento. Foi várias vezes premiado pela Associação Portuguesa de Escritores e Ministério da Cultura. Em 2002, O limpa-palavras e outros poemas foi integrado na Honour List do Prémio Hans Cristian Anderson e, em 2004, Hipopóptimos – Uma história de amor foi distinguido com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian. Em 2014, O Senhor Pina recebeu o Prémio Autores, da Sociedade Portuguesa de Autores, para melhor livro infantojuvenil. Várias das suas publicações integram o Plano Nacional de Leitura e constam do corpus das Metas Curriculares de Português. Parte da sua obra (21 títulos) está publicada em Espanha, França, Brasil e Coreia do Sul.
Título: Mercado de Inverno Autor: Philip Kerr Tradutor: Carlos Sousa de Almeida Págs.: 374 PVP: 16,60 €
Ele é um treinador português de sucesso num clube londrino. E foi assassinado no novo thriller de Philip Kerr.
Mercado de Inverno é o mais recente livro do escritor de culto escocês. Apesar das semelhanças com a realidade, garantimos: isto é tudo ficção.
No dia 5 de outubro, a Porto Editora publica Mercado de Inverno, o thriller de Philip Kerr que nos leva pelos bastidores mais obscuros do futebol de elite. No centro de toda a trama está a morte de um treinador português da Premier League, bem-parecido e carismático, que é assassinado no seu estádio. Publicado no ano passado em Inglaterra, este livro rapidamente gerou atenção mediática devido às semelhanças do clube londrino da história com o Chelsea FC e da personagem do treinador com José Mourinho. Fascinado pelo mundo do futebol, o grande mestre do policial Philip Kerr afirma que «o futebol reúne muitos incentivos para o crime. Os jogadores são jovens, viris, têm muito dinheiro…» (La Vanguardia). E, numa altura em que nos aproximamos do mercado de inverno, chega até nós um livro onde magnatas do Leste, treinadores determinados e futebolistas de primeira linha jogam um fascinante derby entre a vida e a morte.
Sinopse: João Gonzales Zarco é o protótipo do treinador de futebol moderno. Impecavelmente vestido e de rosto fechado, domina o balneário como ninguém e é conhecido pelas suas conferências de imprensa inflamadas, destroçando todos os que se intrometem entre a sua equipa e o sucesso. Scott Manson, o seu fiel adjunto no London City FC, é o mediador sempre disponível para apoiar incondicionalmente os rapazes. Não inspira nos adversários o mesmo temor que o treinador principal mas os jogadores adoram-no e o patrão, um oligarca ucraniano cuja imensa fortuna surge associada ao fantasma da dissolução da União Soviética, tem plena confiança nele. Todos sabem que o futebol é um desporto de vida ou morte, mas desta vez é literal: Zarco é encontrado morto no seu próprio estádio. E não sendo a polícia propriamente bem-vinda nas instalações do clube londrino, será Manson quem ficará encarregado de encontrar o assassino.
Sobre o autor: Philip Kerr nasceu em Edimburgo, em 1956, e é o autor bestseller dos célebres thrillers em torno da personagem Bernie Gunther (no catálogo da Porto Editora figuram já O Projecto Janus e Se os mortos não ressuscitam), pelos quais recebeu, em 2009, os prémios CWA Ellis Peters Historical e RBA International for Crime Writing. Para além dos catorze romances publicados, escreveu uma série de livros juvenis com o pseudónimo de P. B. Kerr. Colabora assiduamente em publicações como o Sunday Times, o Evening Standard e o New Statesman. Um dos nomes mais consagrados do policial britânico, é traduzido em 25 idiomas e várias das suas obras foram adaptadas ao cinema e à televisão. Um adepto de longa data do Arsenal, vive agora em Londres. Página do autor: www.philipkerr.org
Imprensa: Uma leitura entusiasmante.The Times
Ele escreve… Ele marca! Fantástico de uma ponta à outra. Mail on Sunday
Um delito de leitura viciante… Uma janela através da qual podemos espreitar os excessos do futebol da Premier League inglesa. Scotland on Sunday
Um romance claramente apaixonado pelos preceitos do jogo e onde Kerr se lança de forma desenfreada, explorando o clube e as suas personagens com prazer. The List
Título: Sopa de Pedra Autor:Cas Willing Ilustrações: Paula Rego Público-alvo: + 6 anos Págs.: 32 Capa: dura PVP: 14,90 €
A Porto Editora orgulha-se de publicar, a 8 de outubro, Sopa de Pedra, o mais recente livro de Paula Rego, nome maior da arte europeia e uma das mais prestigiadas pintoras da atualidade. Trata-se de uma magnífica adaptação feita pela artista e pela filha, Cas Willing, da lenda da sopa de pedra, que existe em várias culturas ocidentais. Nesta versão, o frade da conhecida lenda é substituído por uma jovem rapariga que é forçada a usar de grande persistência e perspicácia para prosperar em tempos difíceis. O texto de Cas Willing, que já escreveu para televisão vários argumentos dedicados a crianças, é magistralmente ilustrado por 14 pinturas de Paula Rego. A obra pode ser lida e apreciada por crianças a partir dos 6 anos, mas é, claramente, um texto para leitores de todas as idades e um objeto de grande beleza (revelamos duas ilustrações na página seguinte). Este verão, um quadro da grande artista portuguesa, intitulado The Cadet and his Sister, foi vendido em leilão pelo valor recorde de 1,6 milhões de euros.
Sinopse: O pai disse-lhe: − Não adianta, as minhas pernas estão fracas e já não consigo pescar. O poço está seco, o terreno é pó e os burros estão pele e osso, mas tu, minha filha, és jovem e forte… Tu hás de arranjar comida. Uma jovem rapariga é forçada a utilizar toda a sua força, persistência e engenho para prosperar em tempos difíceis. Uma história que demonstra que a generosidade beneficia todos.
BIOGRAFIAS Paula Rego é um dos nomes de maior destaque na arte europeia. Nascida em Portugal em 1935, estudou na Slade School of Fine Art, em Londres. Foi a primeira Artista Associada da National Gallery e recebeu o título de Doutora honoris causa pelas universidades de St. Andrews, East Anglia, Rhode Island School of Design, The London Institute, Oxford, Roehampton, Cambridge e também da Universidade de Lisboa. Foi condecorada com a Grã-Cruz da Ordem de Sant'Iago da Espada pelo Presidente da República em 2005 e nomeada Dame Commander of the Order of the British Empire pela Rainha do Reino Unido em 2010, logo após a abertura da Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, um novo museu projetado por Eduardo Souto de Moura.
Cas Willing nasceu em Londres, mas passou os seus primeiros anos de vida em Portugal antes de ser educada no Reino Unido. Licenciou-se com distinção na Central School of Art e em seguida tirou um mestrado em artes na Royal College of Art. Começou a trabalhar na indústria cinematográfica como fabricante de monstros e colaborou em muitas produções, incluindo Um Porquinho Chamado Babe, A Guerra das Estrelas e Labirinto. Depois de ser mãe, começou a escrever para o cinema e tirou um mestrado em artes, em escrita de argumentos, no LCP. Escreveu inúmeros argumentos, curtas-metragens e produziu histórias infantis para a televisão, incluindo A Princesinha. É casada, tem dois filhos e vive e trabalha em Londres.
Título: Uma Rapariga Endiabrada Autor:Nick Hornby Tradução: Elsa T. S. Vieira Págs.: 352 PVP: 16,60 €
O conhecido escritor e argumentista estreia-se na editora com o seu mais recente romance,Uma Rapariga Endiabrada
Conhecido por livros como Era uma vez um Rapaz e Alta Fidelidade, Nick Hornby é um dos grandes escritores e argumentistas ingleses, e tanto os seus romances como os guiões são presença assídua nas listas de nomeados para prémios em ambas as áreas. Uma Rapariga Endiabrada é o seu romance mais recente e é com ele que o autor se estreia, a 1 de outubro, no catálogo da Porto Editora.
Neste novo livro, que tem como pano de fundo a cidade de Londres dos anos 60, Nick Hornby fala-nos sobre cultura popular, juventude e velhice, fama, homossexualidade, luta de classes e trabalho de equipa; e oferece um retrato cativante de uma época em que a própria Grã- -Bretanha passava por um dos booms criativos mais entusiasmantes da sua história.
Sinopse: Barbara Parker é Miss Blackpool 1964, mas as suas aspirações são outras e vão para além do mundo dos concursos de beleza. O seu maior desejo é fazer rir as pessoas. Assim, deixa Blackpool e a família e muda--se para Londres, onde arranja emprego na secção de cosmética de um grande armazém, enquanto tenta descobrir como chegar à ribalta. Um encontro acidental com um agente resulta numa nova identidade e numa audição para a mais recente comédia da BBC – chegou a hora de Sophie Straw brilhar. Uma Rapariga Endiabrada é a história de um programa de televisão e das pessoas por detrás dele: os argumentistas, Tony e Bill, amigos desde o serviço militar e obcecados por comédia; o produtor, Dennis, inteligente, calmo e dedicado à equipa em geral, e a Sophie em particular; e o atraente Clive, que contracena com Sophie na série e se acha destinado a coisas melhores.
Sobre o autor: Nick Hornby é autor de cinco bestsellers: Alta Fidelidade, Era Uma Vez Um Rapaz, Como Ser Bom, Um Grande Salto e Juliet, Nua, bem como de um romance para jovens, Slam – A Vida Como Ela É. As suas obras de não-ficção incluem Febre no Estádio, 31 Canções, The Complete Polysyllabic Spree e Stuff I’ve Been Reading. O seu argumento para o filme Uma Outra Educação foi nomeado para um Óscar. Página do autor: www.nickhornbyofficial.com
Porto Editora publica guia de Parentalidade Consciente, de Mikaela Övén, para pais e educadores
A 1 de outubro, a Porto Editora publica uma obra na qual o Mindfulness é aplicado à parentalidade: Educar com Mindfulness é um guia de Parentalidade Consciente, para pais e educadores, da autoria de Mikaela Övén.
Embora tenha nascido e estudado (ciências comportamentais e recursos humanos) na Suécia, Mia Övén, como é conhecida, vive em Portugal desde 2001. Mãe de três filhos, incluiu neste livro exemplos reais dos principais desafios educativos com que todos os pais se deparam e também sugestões de resolução de conflitos. A obra contém também práticas de Mindfulness, tabelas orientadoras das necessidades das crianças e um CD com meditações guiadas pela autora. Educar com Mindfulness é apresentado a 2 de outubro, sexta-feira, na Casa das Artes, no Porto, e a 17 do mesmo mês, sábado, às 15:00, na Fundação D. Pedro IV, em Lisboa.
SINOPSE Ninguém nos dá a fórmula mágica quando nos tornamos pais. Nem existe um manual que nos ensine a lidar com os desafios diários como as birras, o sono e as refeições. Estaremos a agir bem? O que é normal em cada idade? Devemos elogiar ou castigar? Quando dizer não? E como compensar o pouco tempo que partilhamos com os nossos filhos? O Mindfulness aplicado à parentalidade ajuda-nos a pensar a educação de forma consciente e plena. Conheça as ferramentas que a Mia sugere para se libertar da culpa e da ansiedade. E viva mais a sua família! Sempre que, para a Activa, pedi apoio “técnico” à Mikaela, eu sabia que a ajuda ia ser três coisas: prática, realista e respeitadora das crianças. Também sabia que ia ouvir qualquer coisa muito longe do “psicologês”. Este livro é o seu reflexo: procurar entender em vez de corrigir. Catarina Fonseca, Activa
A AUTORA Mikaela Övén, ou Mia, nasceu em 1976, na Suécia, vive em Portugal desde 2001 e é mãe de três filhos. Estudou ciências comportamentais na Universidade de Lund, Suécia, e é licenciada em Recursos Humanos com a especialidade de desenvolvimento de competências pela Universidade de Malmo, Suécia. É coach e practitioner em Programação Neurolinguística, certificada em Competências de Relacionamentos nas Escolas, facilitadora Family Lab e instrutora de Mindfulness certificada desde 2012. Estudou Generative Coaching, Family Communications e Positive Parenting. É também fundadora da Academia de Parentalidade Consciente. Apaixonada pelo Mindfulness e Parentalidade Consciente, Mia Övén procura apoiar indivíduos e famílias na busca de harmonia e equilíbrio, através de seminários, cursos e acompanhamento individual e familiar. Trabalha também com empresas, organizações, escolas e infantários, facultando workshops, cursos e consultoria.
Mais em: facebook.com/mamamiaparentalidade e mindfulnesseparentalidade.com
SOBRE O TRABALHO DE MIKAELA ÖVÉN A Mia tem o dom de colocar questões poderosas! Tão poderosas que consegui desconstruir alguns paradigmas que me estavam a impedir de ser feliz e de fazer feliz quem está próximo de mim. Grata, Mia! Hoje, com os seus ensinamentos de Mindfulness, vivo mais consciente e desperta. Logo, com uma maior capacidade de escolher comportamentos que se adequam a uma vida de excelência! Marisa Ribeiro, formanda
Com a Mikaela aprendi imenso como pai. Este livro será seguramente uma luz para quem sente que se pode agir de forma diferente; para quem procura uma alternativa à forma tradicional, e talvez pouco consciente, de educar as birras e teimosias dos filhos com castigos e palmadas. Uma alternativa de verdadeira conexão com os nossos filhos e onde está tudo bem. Obrigado! João Machado, formando
A Mia tem a excelente capacidade de refletir sobre a realidade parental e simplificar o processo educacional. Zélia Coelho, formanda
Em vez de reagir com palavras, atitudes e tom de voz agressivos, aprendi a criar momentos que vão ao encontro das necessidades, que agora sei bem quais são, dos meus filhos. Muito obrigada, Mia. Daniela Phalempin, formanda
Acompanhar, viver e aplicar o trabalho da Mikaela Övén tem sido uma verdadeira mais-valia na relação que tenho comigo próprio e com a minha família. Tornei-me mais consciente de todos os processos envolvidos e assumi a minha parentalidade de uma forma mais genuína e sincera. Imensamente grato, Mikaela! César Ferreira, formando
Título: O meu amigo Billy Autor: Louise Booth Tradutor: Inês Amado Págs.: 208 PVP: 15,50 €
O meu amigo Billy, o gato que mudou a vida de um rapaz autista
Louise Booth tem a certeza: o Billy salvou a vida do seu filho. Agora, conta a história da relação dos dois.
Fraser era ainda muito novo quando lhe foi diagnosticado autismo e, desde logo, os pais perceberam que iriam precisar de ajuda para lidar com a ansiedade e os acessos de raiva do filho e para o motivar a interessar-se pelo mundo à sua volta. Só não sabiam que essa ajuda viria de um gato. O meu amigo Billy conta a história de como a vida de Fraser mudou desde que conheceu este amigo de quatro patas e de como ele o ajudou a ultrapassar inúmeros obstáculos que os pais achavam intransponíveis: a fala, a interação social e até a entrada numa escola de ensino regular. Escrito pela mãe de Fraser, Louise Booth, este livro é publicado pela Porto Editora a 21 de setembro e com ele a autora pretende dar esperança a todas as famílias com filhos autistas. Hoje, 4 anos volvidos, Fraser e Billy são inseparáveis, e Fraser é uma criança mais feliz.
SINOPSE Fraser é uma criança autista de três anos, tensa e ansiosa, com acessos de raiva tão súbitos quanto incontroláveis. A vida dos Booth, numa pequena casa na herdade de Balmoral, a residência de verão da rainha de Inglaterra, é dura e muitas vezes desesperante. Para Louise, a mãe de Fraser, o futuro parece pouco animador. É então que o filho conhece Billy, um gato cinzento e branco, e a amizade que nasce entre os dois irá mudar para sempre as suas vidas. Os dois tornam-se inseparáveis e, com a ajuda do seu novo amigo de quatro patas, Fraser começa a fazer progressos: pequenas coisas que, somadas, dão vida a um verdadeiro milagre. A história de Fraser e Billy, narrada pela mãe, fará o leitor rir, chorar e, em última instância, reconhecer a força da amizade entre um menino e o seu gato de estimação.
IMPRENSA A forma como Billy encoraja Fraser é inspiradora. James Bowen, autor de A minha história com Bob
Um exemplo da força das relações entre os mais novos e um animal de estimação. The Times
Um relato enternecedor. Daily Mail
VÍDEO «When Fraser met Billy»
Título: A maldição da porta de gelo Autor: Tomás Borges de Castro Coleção: Aventuras de Flauto Formato: e-wook N.º páginas (estimado): 152 PVP: 4,99 €
Nova aposta em aventuras juvenis
A maldição da porta de gelo, primeiro título da coleção Aventuras de Flauto, de Tomás Borges de Castro
Está disponível a partir de hoje em coolbooks.pt e na livraria virtual wook.pt A maldição da porta de gelo, primeiro título da coleção juvenil Aventuras de Flauto, de Tomás Borges de Castro, sobre um rapaz normal que deseja intensamente viver as peripécias que lê nos livros. Nesta sua primeira aventura, o protagonista encolhe de tamanho e embarca num universo paralelo, em auxílio do reino mágico de Vulka, invadido pelo maléfico Drakon. Com um cuco a servir de guia neste mundo repleto de portais e segredos, Flauto cruza-se com criaturas incríveis que lhe ensinam valiosas lições, e outras terríveis, corrompidas pela sede de poder. Repleta de coragem, altruísmo, medos e alegria, esta é uma obra perfeita para jovens leitores ávidos de aventura. As aventuras de Flauto é a terceira coleção juvenil publicada pela Coolbooks.
O AUTOR Tomás Borges de Castro é licenciado em Direito. Apos a conclusão da sua formação viveu em Espanha e na Noruega, onde exerceu trabalho humanitário. Anos depois, dedicou a sua vida ao mar, como skipper de barcos a vela, onde o gosto pela leitura e a ambição de escrever livros se acentuou. No entanto Foi apenas em 2013, inspirado pelo nascimento do segundo filho que se sentiu preparado para abraçar este novo desafio - escrever para publicar. Atualmente concluiu um curso de escrita criativa e uma pós-graduação em Escrita Literária. Continua ligado ao mar.
LER EXCERTO Para aceder às primeiras páginas deste ebook, clique nesta ligação.
Título: Pelas ruas de uma cidade sem nome Autor: Carla Ramalho Formato: e-wook N.º páginas (estimado): 132 PVP: 4,99 €
Sobreviver a um amor perfeito
A Coolbooks publica Pelas ruas de uma cidade sem nome, de Carla Ramalho
Uma prostituta que encontra na escrita um refúgio para a dura vida e um escritor perseguido pelos seus fantasmas dão o mote para o romance de estreia de Carla Ramalho, Pelas ruas de uma cidade sem nome, já disponível em coolbooks.pt e na livraria virtual wook.pt. Pelas ruas de uma cidade sem nome é o primeiro título da rentrée a ser publicado pela chancela digital da Porto Editora, consolidando a aposta em novos autores. Madalena, prostituta, de noite suporta o peso dos homens que a procuram, e de dia vagueia entre a solidão sufocante e o preconceito dos conservadores vizinhos. E é quando pensa que a vida já não a poderia surpreender que conhece João, um escritor que liberta os seus demónios no papel. As palavras que trocam e o combate aos pesadelos que os atormentam acabam por os levar numa sedutora mas perigosa descoberta. Quanto vale um amor verdadeiro? Quanto vale uma história com princípio, meio e fim?
Sobre o autor: Carla Ramalho nasceu em Évora, em 1976. Acredita que foi por ter nascido alentejana que lhe veio o gosto pela escrita – a prosa das gentes e a poesia da planície tinham de extravasar. Licenciou-se em Sociologia e trabalha há vários anos na área social. A investigação, a formação profissional e os projetos de desenvolvimento local já a fizeram viajar um pouco pelo país e pela Europa. Mas é sempre à escrita que regressa.
Título: O último dos colonos Autor: João Afonso dos Santos Págs.: 336 PVP: € 16,60
As memórias dos irmãos João, Mariazinha e Zeca Afonso
O último dos colonos é publicado a 30 de setembro
A Sextante Editora publica a 30 de setembro O último dos colonos, um livro de memórias de João Afonso dos Santos, irmão de Zeca Afonso. Aqui, mais do que recordar as histórias familiares da sua infância e adolescência, o autor faz um retrato da sociedade portuguesa no Estado Novo, em Portugal e nas colónias, e recorre às memórias dos pais e da irmã Mariazinha para ilustrar a vida em Timor no início dos anos 40, onde estes viveram durante a invasão japonesa, enquanto João e Zeca se mudaram de Lourenço Marques para Portugal. Para além das fotografias exclusivas, este livro inclui um notável documento sobre o processo levantado ao pai do autor, na altura juiz em Díli, que ilustra a arbitrariedade da administração portuguesa na época do salazarismo.
SINOPSE Memórias de infância e adolescência, retrato de uma família mas também de uma sociedade: a ditadura, o regime colonial e a ilusória eternidade de tudo isso, inscrita no catecismo oficial e nos costumes de então. A dada altura, a família divide-se entre Portugal e Timor. Cá, em Portugal, para onde o autor e o irmão, Zeca Afonso, depois de uma infância africana, se mudam, ainda crianças; lá, em Timor, a onde aportam os pais e a irmã Mariazinha no mesmo dia em que deflagra a guerra, que rapidamente arrebatará a ilha no seu vórtice. Ao contrário do que anunciou ao tempo a propaganda oficial, a neutralidade portuguesa na II Guerra Mundial não foi respeitada. Portugal entrou na guerra, com Timor-Leste ocupado pela força das armas, com órgãos de soberania e administração suprimidos, com populações martirizadas, assassinadas ou encarceradas, com património público ou privado esbulhado ou destruído. Até que a grande catástrofe chegou ao fim e o percurso familiar se restabeleceu na conjunção feliz dos seus membros.
O AUTOR João Afonso dos Santos foi advogado em Lourenço Marques e Beira (Moçambique), desde janeiro de 1955 a setembro de 1975. Presidiu ao Cine-Clube da Beira e ao Auditório-Galeria de Arte dessa cidade, cuja comissão construtora antes dirigira. Foi diretor do jornal Notícias da Beira, após a revolução de 25 de Abril de 1974. Integrou a comissão de descolonização de Moçambique em 1974 e 1975. A partir de setembro deste último ano, passou a exercer funções profissionais em Lisboa, onde reside. É autor, em parceria com Carlos Adrião Rodrigues, António Pereira Leite e William Gerard Pott, de O julgamento dos padres de Macúti (Edições Afrontamento), de algumas obras de carácter jurídico e ainda de José Afonso – Um olhar fraterno (Editorial Caminho).
Título: Histórias de ver e andar Autor: Teolinda Gersão Págs.: 128 PVP: 15,50 €
Nova edição do livro de Teolinda Gersão vencedor do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco
1 de outubro, a Sextante Editora publica uma nova edição de Histórias de ver e andar, de Teolinda Gersão, escritora que na semana passada venceu o Prémio Fernando Namora com o romance Passagens (Sextante Editora, 2014). Composto por catorze contos «que nos precipitam em muito mais do que catorze mundos» (Inês Pedrosa), Histórias de ver e andar foi distinguido com o prestigiado Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco APE/Câmara Municipal V. N. Famalicão em 2002. Um dos contos presentes neste livro, Big Brother isn’t watching you, serviu de inspiração a Simão Cayatte para a sua curta-metragem Miami, que este ano foi a vencedora do Prémio MOTELx.
Sobre o livro: Histórias de ver e andar foi o nome dado pelos árabes às narrativas de viagem, em épocas de descobrir mundos. Mas não é necessário ir longe para mudar de horizonte: o desconhecido mora ao lado, e também dentro da nossa porta. Reconhecê-lo – ou não – depende do modo de ver. E do modo de andar.
Imprensa:
No fim de cada um destes contos descobriremos que a vida, a nossa própria vida, não estava exatamente no lugar que pensávamos. […] Teolinda sobe as escadas do banal quotidiano para alcançar a câmara escura do ser. […] São catorze contos que nos precipitam em muito mais do que catorze mundos.Inês Pedrosa, Expresso
A arte de Teolinda consegue o supremo prodígio de dar voz a um mundo interno, que tem a espessura da realidade televisionada […] e simultaneamente deixar emergir o outro lado, o lado obscuro, […] e se tornam o elemento iluminador (ordenador) da experiência relatada.Linda Santos Costa, Público
Sobre a autora: Teolinda Gersão estudou nas universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi leitora de português na Universidade Técnica de Berlim e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à escrita literária. Viveu três anos na Alemanha, dois anos em São Paulo, Brasil, e conheceu Moçambique, onde se passa o romance A árvore das palavras (1997). É autora de 12 livros de ficção, traduzidos em 11 línguas. Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios: por duas vezes o Prémio de Ficção do PEN Clube (O silêncio, 1981, e O cavalo de sol, 1989), o Grande Prémio de Romance e Novela da APE (A casa da cabeça de cavalo, 1995), o Prémio Fernando Namora (Os teclados, 1999), o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco (Histórias de ver e andar, 2002), o Prémio Máxima de Literatura (A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, 2008), o Prémio da Fundação Inês de Castro (2008), o Prémio Ciranda e o Prémio da Fundação António Quadros (A Cidade de Ulisses, 2011). Três dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia. O seu livro Passagens foi recentemente distinguido com o Prémio Fernando Namora / Estoril Sol. Página pessoal: www.teolinda-gersao.com Página no Facebook: www.facebook.com/teolindagersao