sábado, 27 de fevereiro de 2016

[Novidade] - Pregaminho: Março

NAS ASAS DO PERDÃO
Kyle Gray

Com a ajuda dos anjos pode curar e transformar a sua vida

«O perdão é milagroso.» Quem o afirma é Kyle Gray, autor de O Encantador de Anjos e Orações aos Anjos, e que nos chega agora com um novo título, com o selo da Editora Pergaminho: As Asas do Perdão. É no dia 4 de março que chega às livrarias o mais recente livro deste médium e guia espiritual, no qual aborda a questão da importância do perdão.  

«O texto metafísico Um Curso em Milagres define um milagre como uma ‘mudança de perceção’, e o perdão é justamente o momento em que mudamos a forma como vemos uma experiência, uma situação, uma pessoa ou, mais importante, nós próprios. O perdão gera uma onda de mudança. Ele desvia-nos da raiva, do ressentimento e dos medos mais enraizados, e guia-nos com as suas asas na direção da paz, do amor e da calma», declara Kyle Gray no seu livro, que é uma ‘viagem’ ao interior de todos nós. 

São 12 os capítulos que compõem As Asas do Perdão, que funcionam como um guia através do reino angelical no caminho do perdão. O primeiro capítulo arranca com a resposta à pergunta «O que é o perdão?» e o livro termina com «Aceitar o milagre» que é o perdão, pois é isso que conduz à paz interior. 

«O médium de anjos com maior sucesso no Reino Unido.»
Psychologies  

Sinopse:

Kyle Gray tem um dom muito especial: consegue ver anjos, ouvi-los e comunicar com eles. É autor de vários best-sellers internacionais, através dos quais ajudou já milhões de pessoas em todo o mundo a receber a presença angelical nas suas vidas.

Uma das mensagens mais importantes que os anjos transmitiram a Kyle Gray, ao longo da sua vida, foi a da importância do perdão. Quando somos feridos ou magoados, seja por alguém que amamos ou apenas pelas circunstâncias desfavoráveis da vida, tendemos a concentrar muita da nossa atenção e energia emocional na mágoa que sentimos. Isso é natural, mas não é o caminho mais favorável. O caminho para a cura e para a harmonia interior passa sempre por um ato simples, mas difícil, de transcendência: o perdão.

Ao longo destas páginas, Kyle Gray partilha com os leitores as lições que aprendeu através da sua experiência pessoal, do seu trabalho com clientes e da leitura de clássicos da espiritualidade como Um Curso em Milagres ou Os Evangelhos Gnósticos, acerca do poder do perdão. Recorrendo a histórias reais, exemplos práticos e reflexões sentidas, explica como os anjos e os arcanjos podem ajudar cada um de nós a libertar-se da prisão das emoções negativas e viver com mais amor e entrega.
 


«Uma revelação no campo da espiritualidade.»
Soul & Spirit 
Sobre o Autor:

Kyle Gray é um dos médiuns e conferencistas inspiracionais de maior sucesso e renome no Reino Unido. É uma presença constante nos media de destaque, e viaja por todo o mundo para partilhar a mensagem de amor e de esperança dos anjos com milhares de pessoas.

«Desde que descobri o poder e a beleza dos anjos, sempre soube que queria trabalhar para eles. Ainda era novo e já sentia um chamamento interior, como se a minha vida tivesse um propósito maior, mas não sabia o quê nem como o descobrir. Sabia que trabalhar nos domínios da espiritualidade seria uma viagem emocional e que encontraria obstáculos pelo meio, mas, mesmo assim, não estava preparado nem para metade das experiências que vivi desde então.»



  CURAR AS ENERGIAS NEGATIVAS
Anne Jones
 
Técnicas de proteção emocional e espiritual 

Anne Jones, terapeuta e autora de vários livros na área da espiritualidade, junta-se à Editora Pergaminho com o livro Curar as Energias Negativas, que chega às livrarias no dia 4 de março. Este livro oferece um conjunto de técnicas de proteção emocional e espiritual, que partem da experiência de mais de 10 anos da autora no decorrer do desenvolvimento do seu trabalho de cura natural das energias.

  
Em Curar as Energias Negativas, Anne Jones partilha algumas das suas experiências com muitos tipos de energias negativas, da mesma forma que partilha as técnicas de proteção e limpeza de energias negativas que aprendeu e desenvolveu. No primeiro capítulo a autora dá a conhecer alguns aspetos em torno do seu próprio processo de «educação» espiritual, bem como as suas experiências de cura. Seguidamente, aborda a autolimpeza, assim como a limpeza de energias negativas dentro das casas de cada um e locais de trabalho. «Prepare-se para a maior operação ‘detox’ da sua vida!», avisa Anne Jones.

Banhos de sal, defumações, utilização de cristais para equilibrar os chacras, radiestesia ou hastes divinatórias são apenas algumas das técnicas abordadas.

 
Sinopse:

«Neste livro partilharei algumas das minhas experiências com muitos tipos de energias negativas, entre as quais aquelas que são criadas por nós mesmos, pelas pessoas que nos rodeiam, pelos equipamentos elétricos, pelas energias telúricas desalinhadas, pela magia negra e pela presença de espíritos. Da mesma forma, partilharei as técnicas de proteção e limpeza de energias negativas que aprendi e desenvolvi, para que o leitor possa manter positiva, elevada e liberta de influências negativas não apenas a sua energia pessoal como também a dos ambientes em que se move.

Quaisquer que sejam as causas geradoras de energia negativa – ou seja, quer estas sejam originadas na natureza ou fabricadas pela inconsistência humana ou pelos seus próprios medos e ansiedades – existem formas de compensar e minimizar os seus efeitos.

Tenho a firme convicção de que as nossas atitudes, formas de ser e de pensar influenciam o ambiente em que vivemos. Com efeito, marcamos a diferença quando trazemos às nossas vidas uma atitude positiva e otimista, e também quando mantemos limpos e em boa ordem as nossas casas e locais de trabalho e nos empenhamos em respeitar o ambiente. Sim, podemos substituir a negatividade e a escuridão reinantes no nosso mundo pela luz e pela positividade. Se cada um de nós fizer a sua parte, não tardará até que o mundo se torne um lugar mais leve e luminoso em que a paz e o amor prevaleçam para o bem de todos.»

Sobre a Autora:
Anne Jones começou a sua vida profissional na banca e na área de IT, tendo viajado e vivido um pouco por todo o mundo com a sua família. Em meados da década de 1990, descobriu a sua vocação de cura e começou a dedicar-se a organizar workshops e retiros de cura.

Presentemente, vive em Inglaterra, onde se dedica por inteiro ao seu trabalho na área da espiritualidade e do desenvolvimento pessoal; para além dos workshops que dirige, é formadora, autora de vários livros de sucesso, bem como de cartas oraculares e CD’s de meditação. Todos os rendimentos provenientes do seu trabalho são doados a instituições de solidariedade social em diversos países africanos.

[Novidade] - Guerra & Paz: "Mein Kampf - A Minha Luta" de Adolf Hitler

Agora sim, chegou o Mein Kampf
 COMUNISMO, NAZISMO E MAOISMO NOS 10 ANOS DA GUERRA E PAZ




Está pronto o mais aguardado livro deste primeiro trimestre. Numa edição muito especial, Mein Kampf – A Minha Luta, de Adolf Hitler chega às livrarias a 2 de Março. É uma edição invulgar, de capa dura, cerca de 50 fotografias e com um arranjo gráfico ambicioso. Para comemorar o 10.º aniversário, a Guerra e Paz está a publicar uma trilogia de «livros malditos». Malditos por estarem inegavelmente ligados às maiores tragédias e genocídios do século XX. Primeiro saiu o Manifesto Comunista. Agora é a vez do livro de Hitler. Em Maio, estará nas livrarias o Pequeno Livro Vermelho de Mao Tsé-tung. Esta edição de Mein Kampf, com o texto integral de Hitler, é precedida de mais de 100 páginas de análise histórica do nazismo, dos métodos que levaram Hitler ao Poder e do hediondo crime que culminou com as câmaras de gás e os fornos crematórios do Holocausto. O livro fecha com 20 páginas que sublinham a derrota militar e o suicídio de Hitler. 



Sinopse:

Um dos livros mais nefastos da história. O fim do livro proibido. Este livro, mal escrito, de teses abomináveis, foi a bíblia de um movimento, o nazismo, que dilacerou a Europa, primeiro, e o mundo a seguir. Um documento com esta natureza deve ser conhecido e deve ser publicado: a democracia deve conhecer os seus inimigos. Esta edição da Guerra e Paz inclui a versão integral do texto. Mas antes, o leitor vai encontrar 90 páginas de análise da barbárie nazi e da história da ascensão, poder e crime do nazismo, por Manuel S. Fonseca: a violência da eliminação das forças democráticas alemãs; a emergência do ódio rácico de que um ultra-exacerbado anti-semitismo é o cume; a estarrecedora criação da solução final, com os campos de concentração e dos crematórios do Holocausto.


O Mein Kampf é um livro de ódio. Mas é, também, um livro imprescindível para a compreensão da utopia racial nazi, que é parte dos movimentos revolucionários do século XX. Ensaia-se também uma breve análise dos principais traços da personalidade de Adolf Hitler.

“O ódio de Adolf Hitler foi devastador. Trouxe um inominável cortejo de sofrimento, seis milhões de judeus mortos. Mas é muito importante sublinhar um ponto: Hitler perdeu. Foi vencido pela guerra que o Exército soviético e os exércitos aliados lhe fizeram. E a guerra de ódio de Mein Kampf. Hitler perdeu-a também. No mundo contemporâneo temos, hoje, a percepção do que neste livro é demagógico, do que neste livro, de que Hitler é autor, são mentiras e meias-mentiras, do que no Mein Kampf é acientífico e obscurantista, do que nele é criminoso. O ódio de Mein Kampf só pode ser repetido por ignorância ou por patologia. Hitler perdeu. Há veneno em Mein Kampf. Com a informação que hoje temos, lê-lo faz parte do antídoto que está, agora, ao alcance de todos”, remata Manuel S. Fonseca, nesta edição cartonada, com lombadas pintadas à mão, inovadora estampagem de suásticas e grafismo de Ilídio Vasco. Pelas sugestões a que induz, o grafismo de Ilídio Vasco é, aliás, intérprete e co-autor da obra.

A partir de hoje há um Mein Kampf diferente nas livrarias portuguesas. Tem o texto de Hitler, integral, mas esta edição é muito mais do que isso, é um desafio a mergulhar num dos momentos mais dramáticos da História da Europa e do Mundo.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

[Novidade] - Coolbooks: "O longo caminho de regresso" de António Bizarro

O LONGO CAMINHO DE REGRESSO
António Bizarro


O longo caminho de regresso, de António Bizarro, é a mais recente novidade da chancela digital da Porto Editora e está agora disponível em coolbooks.pt e também na livraria virtual wook.pt.
São onze contos passados numa cidade em que cabem milhões de histórias. Construída às margens do rio Árion, Saint Paul é uma urbe negra que surge da fusão entre São Paulo, Barreiro e Lisboa. 

Em O longo caminho de regresso, neste cenário cinzento e industrial, o leitor encontra contos inspirados por eventos reais – por exemplo, Johanna e os Demónios, baseado numa situação ocorrida em Portugal, no ano de 1933, numa aldeia que ficou conhecida pelo epónimo sinistro de Mataqueima – ou a presença de personagens recorrentes, como Tony Dornbusch, um escritor em busca de respostas e a projeção autobiográfica quase caricatural do autor. Dominada pela sombra do Instituto MacLaren, que parece insinuar uma nefasta influência nos incidentes misteriosos que acontecem por toda a obra, Saint Paul será palco de homícidios, exorcismos e confrontos pelo futuro da Humanidade.


Sobre o Autor:

António Bizarro nasceu em 1978 na cidade de São Paulo e cresceu no Barreiro. Atualmente vive em Pirescoxe, a meio caminho entre um castelo do século XV e uma oliveira milenar. Editou o seu primeiro livro de contos, Siamese Dream, em 2010. Integrou a compilação Seek and Thistroy! da Thisco Records, com o projeto de música eletrónica City of Industry. Em 2015, lançou o seu primeiro álbum em nome próprio, Opus I: Dark Room.

[Novidades] -Guerra & Paz: Março

OS LUSÍADAS
Luís de Camões

A 2 de Março a Guerra e Paz faz chegar às livrarias não um, mas dois títulos da colecção de Clássicos da Literatura: Os Lusíadas, de Luís de Camões, e O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence. São dois livros que vêm reforçar o carácter distintivo, mas variado em estilos e épocas, que distingue a colecção “Clássicos da Guerra & Paz”, em que já foram publicadas obras imperdíveis de Eça de Queiroz, Camilo de Castelo Branco e Robert Louis Stevenson. 

 
Esta não é uma versão de Os Lusíadas para pôr nas estantes. É uma edição para ler. Com actualização ortográfica, que não respeita, no entanto, o Novo Acordo, a fixação de texto de Helder Guégués aproxima a obra do leitor moderno. Este Os Lusíadas inclui também uma sinopse de cada um dos dez cantos do poema e tem mais de 1300 notas, soluções que facilitam a leitura e constituem uma ajuda preciosa para o leitor contemporâneo.



Sinopse:

Os Lusíadas é um poema épico, da autoria de Luís Vaz de Camões. Terá sido concluído em 1556 e foi publicado em 1572.
A obra está dividida em dez cantos e começa com a pri­meira viagem de Vasco da Gama à Índia, sendo a história de Portugal, desde os seus primórdios, o pano de fundo da narrativa.
N’Os Lusíadas perpassa o sentimento da multidão, do povo, da História daquela época. Fascinam-nos a remota geo­grafia e os estranhos costumes de povos longínquos. O que impressiona o leitor contemporâneo é o fôlego poderoso, o prazer que se solta da sonoridade dos versos de um mestre de uma língua e do seu ritmo. Camões é o poeta de uma poesia mais próxima da música, da pintura e da escultura do que de toda essa literatura que não é poesia.
Este é o livro que é preciso ler para se compreender a iden­tidade portuguesa.


Sobre o Autor:

Luís de Camões. Luís Vaz de Camões terá nascido em Lisboa por volta de 1524, filho de Simão Vaz de Camões e de Ana de Sá e Macedo. Viveu algum tempo em Coimbra, onde terá frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de Santa Cruz, onde tinha um tio padre.
Há notícia de dois desterros seus. Um foi em Ceuta, como soldado, tendo perdido um olho em combate. O outro, em Constância, entre 1547 e 1550, por ofensa a uma dama da corte.
Regressou a Lisboa, levando então uma vida de boémia. Em 1553, depois de ter sido preso por causa de uma rixa com um funcionário da Corte e consequente prisão, parte para a Índia.
Fixou-se na cidade de Goa, com passagem por Macau, tendo escrito grande parte da sua obra no Oriente. Na viagem atribulada de regresso a Portugal, começa por ficar, sem meios, em Moçambique, onde terá sobrevivido da esmola de amigos. Em 1569, pobre e doente, está já em Lisboa. Consegue publicar Os Lusíadas, em 1572, graças à influência de alguns amigos junto do rei D. Sebastião. Faleceu em Lisboa no dia 10 de Junho de 1580. É uma das maiores figuras da literatura portuguesa, poeta em cuja obra, como disse Eduardo Lourenço, «tudo se eleva a uma espécie de reflexão intemporal», a uma «visão geral sobre o sentido do mundo e o lugar aí reservado ao homem».



O AMANTE DE LADY CHATTERLEY
D. H. Lawrence

O Amante de Lady Chatterley, proscrito durante décadas como se fosse uma obra pornográfica, é hoje um clássico da literatura. A Guerra e Paz edita-o com uma novíssima tradução e prefácio de Maria João Madeira, crítica e programadora de cinema na Cinemateca Portuguesa. Nesta edição, o leitor vai encontrar a versão integral, tal como D. H. Lawrence a queria publicar. É a versão integral do mais proibido dos romances do século XX, celebrado pela franqueza das cenas de sexo explícito e da relação adúltera e pelo choque das diferenças de classe de dois amantes que entendem o amor como uma fusão absoluta de corpo e espírito, o que despertou a fúria do puritanismo inglês.As capas, como já é marca emblemática nesta colecção, têm assinatura de Ilídio Vasco. 



Sinopse:

A história da ligação erótica entre Lady Chatterley e o seu amante, Mellors, guarda de caça na aristocrática proprieda­de inglesa do marido dela, despertou a fúria do puritanismo inglês, que não aceitou a natureza do erotismo deste livro, alicerçado na comunhão e fusão espiritual que só a mais física intimidade permite. Uma explosão de sensualidade faz nas­cer entre os amantes uma «ávida adoração» e Lady Chatterley, numa escrita lírica e veemente, desvela o que de mais instinti­vo e sublime há na natureza humana.


Sobre o Autor:

D. H. Lawrence. Nasceu a 11 de Setembro de 1885, em Nottingham. É um dos grandes escritores do século xx. Escreveu romances, contos, poesia e ensaios. Filhos e Amantes, Mulheres Apaixonadas e A Serpente Emplumada são alguns dos seus romances maiores. Mas seria a proibição de O Amante de Lady Chatterley a conferir-lhe uma aura de escritor maldito. Fortemente humanista, a sua obra sublinha tudo o que no humano é vitalidade, espontaneidade e instinto. Desgostado com as perseguições e proibições que a sua obra sofreu, remeteu-se, nos seus últimos anos, a uma vida de exílio, a que ele mesmo chamou «peregrinação selvagem». Morreu em Vence, França, aos 44 anos.


 

[Novidade] -Booksmile: "O Bando das Cavernas: Vem aí o Ogima" de Nuno Caravela



«O Bando das Cavernas: Vem Aí o Ogima», é o 12ª volume de uma divertida coleção, 100% portuguesa, que tem provocado muitas gargalhadas nos leitores mais novos! Tocha, Ruby, Menir, Kromeleque, Tzick e Sabre são um grupo especial de amigos que nasceram da fértil imaginação de Nuno Caravela, autor dos textos e ilustrações. O Bando das Cavernas já vendeu 75 mil exemplares e vai continuar a crescer.

«O Bando das Cavernas: Vem Aí o Ogima», vindo dos confins do tempo, está repleto de aventuras e gargalhadas. Tudo por causa de um grupo muito especial de amigos: o Tocha, a Ruby, o Menir, o Kromeleque, o Tzick e o Sabre. Eles são o Bando das Cavernas!

O que será um Ogima? Será um monstro pré-histórico? Decidido a desvendar este mistério, o Bando parte ao encontro de um dos maiores sábios de sempre, que vive na fronteira entre o mundo conhecido e o mundo desconhecido. 
Pelo caminho, atravessam o prado das superirritantes ervasrasteiras, conhecem três Trogloditas que nunca tinham saído da sua caverna e visitam a Ilha dos Monstros Imaginários… onde são devorados. Como é que eles escaparam e descobriram o que é um Ogima? Bem… para descobrires terás de ler mais esta divertida aventura.
Sobre o Autor:

«Com esta coleção pretendo, acima de tudo, divertir e estimular a imaginação dos mais novos, transportá-los ao longo das páginas para um mundo de descobertas, onde tudo é possível. Onde todos os personagens, cada um com as suas diferenças, limitações, defeitos e virtudes, se tornam amigos nos quais se pode confiar e que acompanhamos em qualquer aventura.» - Nuno Caravela

Nuno Caravela nasceu a 1 de Agosto de 1968 e é um conhecido autor e ilustrador com vários livros publicados. A sua coleção de maior sucesso é precisamente O Bando das Cavernas. O ilustrador tem percorridos várias cidades do país a convite de escolas, fruto do sucesso da coleção.

Leia as primeiras páginas aqui.

[Novidade] - Topseller: "A Vingança dos Tudor" de C. W. Gortner



C. W. Gortner é um conceituado autor de romances históricos. Depois dos aclamados bestseller internacionais O Segredo dos Tudor e A Conspiração dos Tudor, C. W. Gortner regressa com mais uma história desta intrigante dinastia inglesa que governou durante mais de um século.

Em 1558, após a morte da Rainha Maria, Isabel Tudor ascende ao trono. Brendan Prescott, o espião privado de Isabel, é chamado à corte inglesa, depois de um exílio de quatro anos na Suíça. A rainha incumbe-o então de investigar o desaparecimento de uma das suas aias, Lady Parry, que tinha ido visitar a família a uma aldeia distante e nunca mais foi vista.

Ao chegar ao destino, e após conhecer os familiares de Lady Perry, Prescott apercebe-se de que estes escondem um segredo que poderá pôr fim ao reinado de Isabel. O desenrolar dos acontecimentos leva-o também a ter a certeza de que alguém se quer vingar. Resta saber se o alvo da vingança é Isabel ou ele próprio.

Numa atmosfera repleta de segredos, Prescott lutará até ao fim para cumprir a sua missão, procurando nunca pôr em causa aquilo por que sempre lutou: a sua lealdade à rainha.


A Vingança dos Tudor chega às livrarias dia 29 de fevereiro (Ed. Topseller | 304 pp. | 19,99€), e as primeiras páginas podem ser lidas aqui.


«Um romance vertiginoso, fruto de uma pesquisa cuidada, que evoca a atmosfera da Inglaterra isabelina em toda a sua glória e intriga. Gortner atrai os leitores para todos os aspetos da história e irá deixar os seus fãs mais do que satisfeitos» 
RT Book Reviews


Sobre o Autor:

C. W. Gortner possui um mestrado em Escrita na especialidade de Estudos Renascentistas, pelo New College of California.
Os seus romances históricos, sempre fruto de intenso trabalho de pesquisa, têm-lhe granjeado elogios por parte da crítica internacional. Já foram traduzidos para 21 línguas. De ascendência espanhola, C. W. Gortner vive atualmente na Califórnia.
Saiba mais sobre o autor em www.cwgortner.com

[Novidades] - Planeta: Março

O PAI
Anders Roslund & Stefan Thunberg


Eles planeiam cada segundo.
Correm todos os riscos.
E cometem os assaltos a bancos mais ousados da história da Suécia. 


Um thriller intenso e inquietante inspirado na extraordinária história real de três irmãos – os irmãos de um dos autores deste romance, Stefan Thunberg - que cometeram dez audaciosos assaltos a bancos na Suécia, em apenas dois anos.


Nunca nenhum cometera um crime.
Todos tinham menos de vinte e quatro anos.
Transformaram-se nos criminosos mais procurados da Suécia.
O seu vínculo foi forjado enquanto cresceram sob o jugo de uma família violenta.
E do homem que os moldou dessa forma: o pai.
Quando o seu incrível percurso chegou ao fim no turbilhão da imprensa internacional, todos mudaram para sempre como indivíduos e como família.
Baseado numa série de acontecimentos violentos e macabros que marcaram a Suécia na década de 1990, o livro é a história de um destino comovente de uma família, do amor que une três irmãos e da complexa relação entre pais e filhos.
O livro é narrado a dois tempos: no passado, onde podemos perceber a dinâmica familiar, assim como a tirania e influência negativa do pai, e no presente, onde decorrem os assaltos.
A fuga durante meses do trio de assaltantes que ludibriava a polícia acaba com a sua prisão pelo detective John Bronk e com uma pena exemplar na história da Suécia.
 
 
«Uma poderosa e real história de vida» 
The Guardian

«Superior… de cortar a respiração» 
The Sun

Os direitos para filme já foram comprados pela Dreamworks, e a realização estará a cargo de Steven Spielberg.


Sobre os autores:

Anders Roslund
É um jornalista galardoado e um dos mais bem-sucedidos escritores escandinavos de criminalidade dos nossos dias. É também autor best-seller do New York Times de Três Segundos, livro que obteve entre outros prémios o CWA Dagger International, o The Glass Key e o Crime Writers’ Award.

Stefan Thunberg
É um dos mais célebres guionistas da Escandinávia. Enquanto alcançou a fama neste campo, o resto da família celebrizou-se de forma muito diferente: o pai e irmãos tornaram-se nos mais procurados e famosos assaltantes de bancos da Suécia, o que lhes valeu a alcunha de Militärligan (O Gangue Militar), assim baptizados pelos meios de comunicação.
 
 
Entrevista:
A verdade por trás da ficção
 
Anders Roslund: Escrever um romance baseado em acontecimentos verídicos é estilhaçar a realidade e voltar a reconstitui‑la, e a única maneira de o fazer é começar por encontrar o Pulsar do romance: o conflito central que o conduz para o inevitável fim.
Qual é então, Stefan, o pulsar desta história?

Stefan Thunberg: Um acontecimento que me tem assombrado há mais de vinte anos. Estava‑se a 23 de Dezembro, um dia antes das Festas de Natal, e três assaltantes de bancos eram perseguidos pela polícia no meio de uma tempestade de neve depois de se despistarem e atirado o carro de fuga para uma valeta. Quando vi as notícias, soube no mesmo instante que eram o meu irmão mais velho e o meu amigo de infância… mas, pouco a pouco, compreendi que o terceiro homem tinha de ser o meu pai. Não conseguia perceber como, ao cabo de anos e anos de conflito, o meu irmão e o meu pai haviam decidido assaltar um banco juntos – o último assalto levado a cabo pela Liga Militar. Naquela noite de tempestade, fugiram para uma floresta e, à medida que o nó apertava, refugiaram‑se, exaustos, numa casa de Verão abandonada. Cercados pelas forças de elite da polícia, sem terem por onde fugir, pai e filho foram obrigados a resolver o conflito que os seguira ao
longo de todas as suas vidas – ao longo de toda a minha vida. O que disseram um ao outro durante aquelas longas horas, antes de a polícia lançar granadas de gás lacrimogénio e tomar a cabana de assalto?
AR: Quando descobriu pela primeira vez o que os seus irmãos faziam?
ST: Estava presente quando começaram a planear o roubo das armas. Cheguei ao apartamento do meu irmão e encontrei os outros a comer piza e a discutir a melhor maneira de perfurar um chão de betão. A partir daí, ao princípio calavam‑se quando eu aparecia, mas não tardou que continuassem a falar como se eu fizesse parte daquilo. Ao fim e ao cabo, era da família: nunca houvera segredos entre nós, os irmãos. E então, depois de cometerem o primeiro assalto armado, eu estava sentado no sofá enquanto se felicitavam uns aos outros, carregados de adrenalina, e acompanhámos a acção da polícia na televisão enquanto despachávamos uma grade de cerveja Kronenbourg. Pode parecer estranho, mas fora assim que eu e os meus irmãos tínhamos sido criados pelo nosso pai – nunca, em circunstância alguma, trair alguém da família.
AR: Quais das principais personagens são inventadas e quais foram mais de perto inspiradas pela realidade?
ST: Os três irmãos, o pai e a mãe no romance têm uma relação muito estreita com a realidade. Jasper é uma personagem ficcionada, embora alguns elementos dele tenham sido inspirados por uma combinação de dois amigos que participaram em alguns (mas não todos) dos assaltos. Não estiveram presentes na minha infância tão cedo como vem descrito no livro. Além disso, na parte «presente» do livro, Jasper tem um papel dramático que na realidade não corresponde ao de qualquer desses dois amigos. A personagem representa alienação, alguém que nunca será respeitado nos mesmos termos, nunca será aceite na irmandade, e por isso é usado por Leo para levar a cabo tarefas que não quer confiar aos irmãos. A sua presença na história esclarece que os laços entre os irmãos são mais fortes do que tudo o mais – para o melhor e para o pior – e isso reforça a ruptura quando esses laços se quebram. Anneli é ficcionada, sobretudo a situação familiar antes de conhecer Leo. O filho, Sebastian, é inspirado por vários miúdos diferentes. John e Sam Broncks são personagens ficcionadas, construídas para retratar o verdadeiro trabalho da polícia e como um reflexo da situação de Leo.
AR: E quanto a tempo e lugar?
ST: Não alterámos nenhum dos locais, nem na infância nem no presente, mas excluímos alguns e comprimimos o fluxo do tempo – os assaltos no livro ocorrem ao longo de catorze meses, mas na realidade foram vinte e seis.
AR: Foi‑lhe muito difícil escrever a respeito da sua infância?
ST: Pelo contrário, essa questão da infância deu‑me a oportunidade de participar na história sem ser retratado como uma das personagens. A minha experiência, a minha presença, foram colocadas, no livro, nos corpos dos meus irmãos, sobretudo no de Felix, porque na realidade eu sou o mais próximo, em idade, de Leo, e por isso fui o que experimentei mais vezes as coisas que Felix experimenta no romance: era eu que estava deitado no chão a ver o meu pai e o meu irmão a fazer cocktails Molotov para atirar contra a casa onde a minha mãe se escondia. Por isso as situações nas partes do livro sobre a infância não são menos verdadeiras; pelo contrário, o
conflito entre pai e filho a que assisti tão de perto na realidade é a verdade inerente na resolução da história anos mais tarde, naquela tempestade de neve.
AR: Quais foram, na sua opinião, os acontecimentos mais importantes que alteramos em relação ao que na realidade aconteceu?
ST: Nunca fomos numa direcção diferente, mas claro que há algumas anomalias: como e por que razão a cara sorridente foi desenhada a tiro no vidro do banco; o envolvimento de Anneli, porque a pessoa em que a personagem se inspira conduziu mais vezes o carro de fuga do que é dito no
romance, e sobretudo a bomba, tanto no que respeita ao assalto com que estava relacionada e ao facto de Jasper a ter preparado de propósito para explodir, uma acusação feita em tribunal, mas de que o assaltante em questão foi considerado inocente.
AR: Como sabe, fizemos muita pesquisa, mas quanto vem também da sua memória?
ST: Ao princípio, tentei o mais possível evitar documentação escrita e tentei em vez disso recriar as situações, baseado nas minhas recordações emocionais. Mas, claro, é impossível, para conseguir os melhores resultados, fazermos só o que queremos, sobretudo quando se trabalha com outro
escritor. Fomos obrigados a mergulhar numa das mais extensas investigações da polícia sueca, incluindo as investigações preliminares e os interrogatórios da minha família que eu, antes de iniciarmos o processo de escrita, nunca lera – e isso teve consequências. Depois disso, tive durante
muito tempo crises graves de ansiedade. Fugi da escrita tanto física como psicologicamente, mas voltei a ela quando decidimos estilhaçar a realidade e reconstitui‑la como ficção.
AR: O que aconteceu aos assaltantes?
ST: Foram todos capturados e sentenciados com a máxima severidade que a lei permitia, dada a natureza dos seus crimes, uma sentença que foi excepcional na altura, considerando que nunca mataram ninguém. Nas audiências, ficou muito claro que eu nunca estivera envolvido, e de acordo
com a lei sueca ninguém pode ser obrigado a testemunhar contra um familiar. E a minha mãe e eu tivemos uma perspectiva única do sistema prisional sueco depois de muitas, muitas visitas a várias prisões diferentes ao longo de muitos anos.
AR: Como reagiram os seus irmãos quando leram o livro?
ST: Todos reagiram à sua maneira. Um deles (o que inspirou «Felix») ligou‑me logo a seguir a ter acabado de ler o livro e disse‑me: «Stefan, odeio‑te, mas adorei a porra do livro que vocês escreveram», e então desligou o telefone e pôs fim à nossa relação – não voltámos a falar‑nos. Outro (que inspirou «Vincent») não disse uma palavra depois de várias leituras do livro, mas após a quinta disse em voz baixa: «Agora compreendo o que fiz; este sou eu naquela altura, o que retrataste foi um ‘eu’ com dezassete anos, não o homem que sou agora.» Por fim, o terceiro irmão (o que inspirou «Leo») ficou profundamente comovido e escreveu‑me uma carta fantástica em que explicava como agora compreende a loucura a que se tinha exposto a si mesmo e aos que o rodeavam.
 
 
 
STAR WARS
O despertar da Força
Livro do Filme
 
Chega o livro oficial, em capa dura, com a história completa do novo filme da saga de ficção com mais êxito de todos os tempos.
Especialmente pensado para os jovens que começam a ler e a gostar desta fascinante saga intergaláctica.
Novas histórias. Novos personagens. Novas emoções
Que a Força te acompanhe.!
 
 
 
 HARRY POTTER  LIVRO DE COLORIR 
 
Dê vida a estas magníficas ilustrações originais do arquivo da Warner Bros, e seja bem-vindo ao fantástico universo de Harry Potter! 
 

Os fãs da saga encontrarão as suas cenas preferidas, assim como as criaturas e personagens mais queridas: desde Dobby até ao dragão Norbert, jogos de Quidditch ou a batalha final entre Harry e Voldemort.
Este livro é um convite ao mundo maravilhoso de Harry Potter, onde se podem pintar muitas cenas emblemáticas da saga. 

Deixe que os fotogramas, as fotografias de rodagem e os desenhos que encontrará no fim deste volume lhe sirvam de guia e inspiração para explorar a cor dos filmes e da magia de Harry Potter. 



O Panda Kung Fu está de volta com o terceiro filme da saga.

Uma história de amor e amizade que chega às salas de
cinema portuguesas em Março. 
 
A Planeta Junior traz-lhe três livros em EXCLUSIVO sobre
esta série que tem feito as delícias de miúdos e graúdos. 
 
O primeiro filme da saga Kung Fu estreou em 2008 e, desde então, os seus protagonistas tornaram-se companheiros indispensáveis das crianças.
 
 
 
O LIVRO DO FILME Quando Po encontra o seu pai panda, Li, este pede-lhe que regresse com ele à aldeia dos pandas, onde vive a sua verdadeira família. Mas quando o espírito do malvado Kai começa a atacar a China e rouba o chi de todos os mestres de kung fu, Po tem de enfrentar um grande desafio: converter uma aldeia de preguiçosos pandas em verdadeiros guerreiros.
 
 
 
 
OS DOIS PAIS DE PO O pai biológico de Po apareceu e quer que Po vá viver com ele para o paraíso dos pandas. Po está entusiasmado por voltar a juntar-se à sua família, mas isso significaria ter de separar-se do Sr. Ping, do mestre Shifu, dos Cinco Sensacionais... Encontrarão uma maneira de continuar juntos?
 
 
 
 
 
 
 
O LIVRO DE AUTOCOLANTES
Os mais novos podem juntar-se a Po e aos Cinco Furiosos na sua luta contra Kai, um guerreiro muito poderoso que fugiu do Reino dos Espíritos. E para completar as cenas deste livro, basta usar os autocolantes reutilizáveis das personagens do filme Kung Fu Panda 3.  
 
 
 
 
 
 
DARTH VADER E AMIGOS
Jeffrey Brown


O lado humano de Darth Vader, o eterno vilão da saga, é aqui explorado com muito humor. 
 
Depois do sucesso de Darth Vader e Filho, Darth Vader e a sua Princesinha e Boa Noite Darth Vader, mais um livro divertido, com uma abordagem hilariante do «outro lado» da icónica personagem de Star Wars.
Desta vez, o tema é sobre a amizade entre os melhores amigos do universo Star Wars. Desde Darth Vader ao Imperador, à Princesa Leia e os seus amigos Ewok, Han e Chewie, C3PO e R2D2, até aos caçadores de recompensas e muitos outros personagens favoritos da saga estelar.
Ciúmes, festas de aniversário, as batalhas com sabre de luz, a partilha, a rebelião intergaláctica e muitas mais emoções entram em jogo através das divertidas e bem-humoradas ilustrações e do humor de Jeffrey Brown.
Uma combinação irresistível entre as aventuras dos nossos amigos e os eventos diários mais «domésticos».

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

[Opinião Tertuliana] - "Na Pele de uma Jihadista" de Anna Erelle




Sinopse:

Mélanie acaba de se converter ao Islão quando conhece pelo Facebook o líder de uma brigada islamita: Abu-Bilel, combatente na Síria e braço direito do califa autoproclamado do Estado Islâmico. Em poucos dias, Abu-Bilel declara-se irremediavelmente apaixonado pela jovem, contacta-a dia e noite pelas redes sociais e incita-a a juntar-se a ele e à jihad, na Síria. Seduz a inocente Mélanie com juras de amor, promessas de casamento e uma vida plena de conforto material e espiritualidade. Mélanie acede e prepara a sua fuga em segredo.
Mas, no último minuto, tudo corre mal na viagem mais perigosa da sua vida.

Opinião:

Este livro conta a história de uma jornalista “Anna” de nacionalidade francesa que por meio da internet e das redes sociais decide criar um perfil falso no Facebook e no skype com o nome de Mélanie para conseguir perceber e investigar a rede de recrutamento do Estado Islâmico, uma teia que todas as semanas seduz centenas de jovens europeus.
Uma história arrepiante sobre a forma como todas as semanas perdemos centenas de jovens iludidos com as promessas de uma vida melhor. Uma religião cujo fanatismo ultrapassa o limite do aceitável e na qual se torna impossível de perceber como os nossos jovens podem cometer as maiores atrocidades contra outros seres humanos em nome de um Deus.
O Islão levado à letra incita os jovens radicais a cometer crimes como a morte, a violação, a mutilação e o suicídio em nome de Ala.
Foi preciso muita coragem da parte desta jornalista “Anna Erelle” para mostrar ao mundo como funciona o recrutamento do Estado Islâmico e de que forma é efectuado o mesmo.
Neste livro vamos sentindo aquilo que estas personagens vão vivendo bem como o envolvimento extremo desta jornalista ao ponto de já não saber qual a sua verdadeira identidade.
Um alerta a todos sobre a forma fácil de recrutamento e de chegaram aos jovens europeus, bem como a lavagem cerebral que lhes é feita de modo a que só tarde demais se apercebam da armadilha em que caíram.
Hoje, ameaçada de morte pelo Estado Islâmico, a jornalista cuja identidade permanece em segredo decidiu narrar a sua investigação neste fantástico livro que nos prende desde o primeiro segundo e que praticamente se lê sozinho.
Uma história chocante que nos mostra o verdadeiro rosto dos terroristas do Estado Islâmico.

Leitura obrigatória para quem quiser conhecer melhor este mundo.

Joana Campos