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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

[Novidade] - Porto Editora: "Montaigne" de Assírio & Alvim

MONTAIGNE

 
O livro de Stefan Zweig sobre Michel de Montaigne.

Um fascinante vislumbre sobre biógrafo e biografado.
 
Sinopse:
 
A 3 de março a Assírio & Alvim lança Montaigne, uma fascinante biografia de Stefan Zweig sobre este grande pensador francês, traduzida do alemão por Maria Elsa Neves e Maria José Diniz.
A escrita deste livro sobre Montaigne ocupou os últimos anos de Stefan Zweig, ajudando-o a tirar sentido da sua própria vida e de algumas das suas obsessões — como a liberdade individual ou a santidade do indivíduo. Com a prosa elegante e intensamente psicológica tão característica da ficção de Zweig, este relato da vida de Montaigne pergunta-nos como devemos pensar e como devemos viver. E é um maravilhoso vislumbre sobre as vidas de biógrafo e biografado — «Quando leio os Ensaios, o papel impresso desaparece na penumbra da sala. Alguém respira, alguém vive em mim, um estranho veio ao meu encontro, deixando de ser um estranho mas um amigo que eu sinto muito próximo.»


Sobre o Autor:

Austríaco de ascendência judaica, Stefan Zweig nasceu em 1881 e é um dos mais importantes autores europeus da primeira metade do século XX. Dedicou-se a quase todas as actividades literárias: foi poeta, ensaísta, dramaturgo, novelista, contista, historiador e biógrafo. A crescente influência do nacional-socialismo na Áustria e a instauração do chamado «austrofascismo», regime fundado pelo Chanceler Engelbert Dolfuss e que se baseava na ideologia fascista de Mussolini, levam-no a abandonar a Áustria. Emigra para Inglaterra acompanhado da sua secretária Lotte — com quem se virá posteriormente a casar — e torna-se cidadão inglês em 1940.
Receando não ser distinguido dos alemães e julgando correr o risco de ser considerado um enemy alien, decide partir para o Brasil, obtendo ali um visto permanente. Estabelece-se em Petrópolis ondese suicida, com a sua mulher Lotte Zweig, a 23 de fevereiro de 1942.
 
 

[Novidades] - Porto Editora: Fevereiro

A ÚLTIMA NOITE E OUTRAS HISTÓRIAS

Os contos de James Salter finalmente em Portugal


O género de eleição do autor em A Última Noite e outras histórias com prefácio de John Banville.
Aqui, encontramos histórias marcadas pela grande elegância literária de James Salter, histórias que o confirmam, nas palavras do The Times, como «mestre do grande conto americano».
Depois do romance “Tudo o que Conta”, o primeiro livro de James Salter em Portugal, muito bem recebido pelos leitores e pela crítica, a Livros do Brasil publica agora os seus contos, género que o consagrou internacionalmente.
A Última Noite e outras histórias chega dia 11 de fevereiro às livrarias numa edição que inclui um prefácio do escritor irlandês John Banville.

Desde o seu primeiro conto publicado na revista Paris Review em 1968, o trabalho de James Salter nas histórias curtas recebeu uma aclamação universal, reafirmada em sucessivas distinções. Agora, pela primeira vez em Portugal, são revelados mais de vinte contos deste que foi um dos mais extraordinários escritores do nosso tempo, num volume que inclui as suas duas compilações, Dusk and Other Stories (1988, premiada com o PEN/Faulkner) e Last Night (2005), assim como o texto «Carisma», até agora inédito em livro.


Sinopse:

Estas são histórias de homens e mulheres nos seus momentos mais íntimos, em luta com a perda, com o desejo ou com o fardo da memória.
Um homem enfrenta o suicídio assistido da sua mulher e é devastado pelo dia seguinte. Dois advogados nova-iorquinos, de viagem a Itália, descobrem as sórdidas possibilidades que lhes oferecem as suas riquezas recentes.
Uma mulher é derrubada pelo cavalo e, sozinha e imóvel no chão, recorda fragmentos de uma vida que em breve chegará ao fim. Histórias marcadas pela grande elegância literária de James Salter. Histórias que o confirmam, nas palavras do The Times, como «mestre do grande conto americano».



Frase a frase, Salter é o mestre. Richard FordSalter é um escritor que recompensa excecionalmente aqueles para quem a leitura é um prazer intenso. Conta-se entre os pouquíssimos escritores norte-americanos dos quais quero ler toda a obra.
Susan Sontag


Um dos melhores escritores americanos da sua poderosa geração.
Esquire



Os contos de Salter são obras-primas de equilíbrio e clareza, em que a espantosa quietude superficial esconde dos nossos olhos a surpreendente ousadia dos riscos que contêm.
Metro


São os contos que fazem dele um dos maiores escritores do século passado e do presente.
Financial Times



Salter é um génio da verosimilhança e do movimento inexorável do fluxo dos tempos.
El País


Sobre o Autor:

James Salter nasceu em Nova Iorque a 10 de junho de 1925. Piloto da Força Aérea norte-americana, abandonou a carreira militar em 1957, um ano após a publicação do seu primeiro romance, The Hunters, com o qual captou desde logo as atenções da crítica. Passou pelo cinema, onde foi argumentista e realizador, antes de se dedicar em exclusivo à escrita, oque fez desde 1979. Destacam-se na sua obra romances como A Sport and a Pastime (1967) e Solo Faces (1979), os livros de memórias Burning the Days (1997) e Gods of Tin (2004), assim como o volume de contos Dusk and Other Stories, lançado em 1988 e premiado no ano seguinte com o PEN/Faulkner. Membro da Academia Americana de Artes e Letras desde o ano 2000, foi distinguido em 2010 com o Rea Award for the Short Story e em 2012 com o PEN/Malamud. O seu último romance, Tudo O Que Conta, publicado pela Livros do Brasil em 2015, marcou a sua estreia em Portugal. Faleceu a 19 de junho de 2015.


Sobre Tudo o que Conta:

Das batalhas navais de Okinawa, na Segunda Guerra Mundial, o jovem oficial Philip Bowman regressa à vida civil e torna-se editor de livros em Nova Iorque. Num mundo feito de conhecimentos, viagens à Europa, carreiras literárias decididas por encontros furtivos, cocktails, jantares e festas pela noite dentro, Bowman rapidamente triunfa. Em matéria de amor, porém, é sucessivamente derrotado: um casamento corre mal, outro acaba por nem acontecer. E, quando finalmente conhece uma mulher que o cativa, vê-se colocado numa posição em que nunca se imaginara.




CURIOSIDADES DO VATICANO


Porto Editora publica livro póstumo de Luís Miguel Rocha

O autor bestseller do New York Times que mostrou o que está para lá dos altos muros do Vaticano.


Autor bestseller do referencial The New York Times, Luís Miguel Rocha apaixonou milhares de leitores em todo o mundo, com histórias de intriga e mistério passadas no seio da Igreja Católica. Mas partiu demasiado cedo. Cumprindo a vontade do autor, a família e a Porto Editora anunciam a publicação, a 18 de fevereiro, de um livro inédito de não ficção da autoria de Luís Miguel Rocha, intitulado Curiosidades do Vaticano.

Nesta obra, os leitores podem encontrar textos, parte deles publicada pelo autor na respetiva página no Facebook, sobre as mulheres que influenciaram os papas, o interior do Palácio Apostólico, o Papa implacável que transformou Roma, as forças de segurança do Vaticano, os Papas assassinados, a história do conclave e muitos outros temas.


Nota do Editor:

Luís Miguel Rocha prezava particularmente o contacto com os leitores e raramente recusava um convite para uma apresentação, uma palestra, uma sessão com o público. Respeitava cada opinião, cada comentário e fazia questão de responder a todas as perguntas sobre os seus livros e sobre o que se passava «para lá dos altos muros do Vaticano».
Para satisfazer as muitas solicitações que recebia no contacto com quem o lia, bem como dos seguidores que tinha nas redes sociais, Luís Miguel Rocha decidiu criar, no início de 2012, uma rubrica semanal na sua página de Facebook onde partilhou o conhecimento que detinha sobre o Vaticano.

Era intenção de Luís Miguel Rocha escrever muitos outros textos sobre o tema, partilhar outras curiosidades, mas infelizmente a vida não lhe deu oportunidade.
Por saberem que era vontade de Luís Miguel Rocha um dia publicar todos estes textos em livro, a família e a Porto Editora quiseram respeitar essa intenção, publicando agora Curiosidades do Vaticano.


Sobre o Autor:

Luís Miguel Rocha nasceu na cidade do Porto, em 1976. Foi técnico de imagem, tradutor, editor e guionista, até se dedicar em exclusivo à escrita. Publicou seis títulos: Um País Encantado, O Último Papa, Bala Santa, A Virgem, A Mentira Sagrada e A Filha do Papa. As suas obras estão traduzidas em mais de 30 países. O Último Papa marcou presença no top do The New York Times e vendeu meio milhão de exemplares em todo o mundo. Luís Miguel Rocha morreu a 26 de março de 2015, em Viana do Castelo.



Há por aí a moda de classificar os livros com estrelas. Cinco para os muito bons. Aos que li de Luís Miguel Rocha, não daria eu essas cinco, que são de pechisbeque e coitadinhas, mas as três com que a Michelin distingue a qualidade e o talento dos cozinheiros do topo. Porque não haja dúvida: no uso dos ingredientes, no preparo das cenas, no ritmo, no desenho dos personagens, no "cozinhar" do enredo, Luís Miguel Rocha é um grand chef.
José Rentes de Carvalho


Um mestre de contar histórias. Exímio a mostrar cada instante e cada pormenor, como se projetasse cinema na nossa imaginação. Este livro é um vírus. Domina-nos.
Valter Hugo Mãe, sobre A filha do Papa


Luís Miguel Rocha sabe tudo sobre Papas.
Jô Soares



O QUARTO DE JACK - Nova Edição

Com a adaptação para o cinema nomeada para quatro Óscares, a Porto Editora relança romance de Emma Donoghue.


No final de 2011, a Porto Editora publicou um livro que conseguiu reunir um raro consenso entre a crítica e um público bastante vasto: O Quarto de Jack, de Emma Donoghue. Finalista do Man Booker Prize e do Orange Prize, líder de tops de vendas em todo o mundo, este romance deu origem a um filme – Quarto – nomeado para quatro Óscares, que chega às salas portuguesas esta quinta-feira. Com o filme, dá entrada nas livrarias nacionais uma nova edição do livro de Emma Donoghue.
Após quase duas décadas de vida literária, esta autora alcançou o reconhecimento internacional com O Quarto de Jack. A crítica rendeu-sede imediato ao livro. O também escritor Michael Cunningham afirmou, lapidarmente: «O Quarto de Jack é uma raridade, uma completa e original obra de arte». Por cá, o jornalista e crítico literário José Mário Silva considerou-o «um romance espantoso», «poderoso e comovente, sem ser sentimental».

O Quarto de Jack (Room, na versão original) foi apontado como favorito a prémios como o Orange ou o Booker (cujo vencedor foi A Questão Finkler, de Howard Jacobson, também publicado pela Porto Editora). Não ganhou, mas conseguiu a principal vitória: o reconhecimento dos leitores. Em Portugal, passou a integrar o Plano Nacional de Leitura.


Sinopse:

Para Jack, de cinco anos, o quarto é o mundo todo. É onde ele e a Mamã comem, dormem, brincam e aprendem. Embora Jack não saiba, o sítio onde ele se sente completamente seguro e protegido, aquele quarto é também a prisão onde a mãe tem sido mantida contra a sua vontade. Contada na divertida e comovente voz de Jack, esta é uma história de um amor imenso que sobrevive a circunstâncias aterradoras, e da ligação umbilical que une mãe e filho. 


Poderoso e comovente, sem ser sentimental. Um romance espantoso.
José Mário Silva, Expresso


Bastam sete metros quadrados para fazer um grande grande livro. Uma combinação rara entre tensão e sensibilidade sem sentimentalismos.
Ana Dias Ferreira, Time Out


O Quarto de Jack é uma raridade, uma completa e original obra de arte.
Michael Cunningham


Adorei O Quarto de Jack. É de uma imaginação incrível e de um estilo de linguagem deslumbrante. E, no meio de tudo isto, um miúdo totalmente credível e encantador. Diferente de tudo o que li até hoje.
Anita Shreve


Sobre a Autora:

Emma Donoghue é escritora de romances históricos e contemporâneos. Nasceu em Dublin, onde viveu durante vinte anos, até ir viver para Inglaterra – para estudar em Cambridge – e depois para o Canadá. Mudou-se recentemente para França.
O Quarto de Jack é o seu título mais conhecido, mas Emma já escreve desde os vinte e três anos e a sua carreira como escritora conta com alguns bestsellers, como Slammerkin, The sealed letter, Landing, Life-Mask, Hood e Stir-Fry.

A título de curiosidade, refira-se que o pai de Emma Donoghue, que também era crítico literário, foi professor de Henry James na faculdade.



O ÚLTIMO ENCORE

Dos bares aos palcos internacionais: o duro percurso de uma banda de garagem.

Em O último Encore, romance de estreia de Paulo Costa, fala-se sobre a passagem para a vida adulta, acompanhada de uma banda sonora que vai deixar o leitor agarrado. Uma viagem ao mundo da música e das bandas de garagem, disponível agora em coolbooks.pt e também na livraria virtual wook.pt.
Ao mudar-se de Nova Iorque com o pai, o adolescente Cliff nada mais espera do que tédio quando chega a uma pequena cidade de Portugal. Como poderá prosseguir os seus sonhos de formar uma banda de sucesso num país tão pequeno? Porém, o jovem protagonista não desiste e decide espantar a revolta e o tédio que sente criando uma banda de rock. E na cidade que julgava o fim do mundo vai encontrar não só a música, ao descobrir colegas de escola que partilham os mesmos gostos, mas também a amizade, o amor e uma história familiar que todos pensaram estar enterrada.


Sinopse:

É um revoltado Cliff que chega a uma cidade desconhecida de Portugal, vindo dos EUA com o pai. Ali ele não espera encontrar nada mais do que tédio e aborrecimento. Como poderá prosseguir os seus sonhos de formar uma banda num país tão pequeno? O que ele mal sabe, porém, é que é nesta cidade perdida no mapa que vai encontrar não só a música, como a amizade e o amor, acabando por descobrir uma história que julgava enterrada...


Sobre o Autor:

Paulo Costa tem 28 anos e é natural de Porto da Espada, uma pequena aldeia no concelho de Marvão. Foi neste concelho que realizou os estudos no Ensino Básico, nomeadamente na Escola Básica e Integrada da Ammaia, na Portagem. É no 5.º ano que começa a escrever com mais assiduidade, estimulado pelas leituras que ia fazendo. Foi em Portalegre que, por incentivo de um amigo, aprendeu a tocar viola baixo na Escola de Música Adagio e, depois, por conta própria.

Jurista de formação, com Mestrado em Ciências Jurídico Forenses, viveu de 2014-2016 na Península de Setúbal, primeiro na muito humana cidade do Barreiro e depois junto de uma das baías mais belas do mundo em Setúbal. Actualmente, reside em Bruxelas, onde trabalha.



LETRA ABERTA

Livro de inéditos de Herberto Helder será publicado um ano após a sua morte.

A Porto Editora vai lançar um livro de poemas inéditos de Herberto Helder, recolhidos dos seus cadernos, onde constava já o título: Letra Aberta. Este livro será publicado em março, por altura do 1.º aniversário da morte do poeta.
Esta não é a edição crítica que a obra inédita de Herberto Helder merece e que certamente será publicada no futuro, agora que o seu espólio está a ser integralmente digitalizado. Trata-se de uma escolha realizada pela viúva do poeta, que nos permite uma primeira abordagem à riquíssima «oficina» a partir da qual Herberto foi construindo o seu «poema contínuo».

A Porto Editora informa ainda que chegou a acordo com a editora Tinta da China para a publicação de toda a obra de Herberto Helder no Brasil.

Sobre o autor:

Herberto Helder nasceu em 1930 no Funchal, onde concluiu o 5.º ano. Em 1948 matriculou-se em Direito mas cedo abandonou esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequentou durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa. Viajou pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 partiu para África onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Faleceu em Cascais a 23 de março de 2015, tinha 84 anos.



O SEXO INÚTIL

O Sexo Inútil é um livro pioneiro sobre o preconceito e um instrumento de batalha por uma comunidade mais justa e fraterna.

A Sextante Editora publica a 23 de fevereiro o mais recente livro de Ana Zanatti, O Sexo Inútil, um testemunho pessoal e coletivo avassalador e um instrumento precioso de batalha pela dignidade, pela igualdade, pela fraternidade, face aos preconceitos. Combinando reflexões, correspondência, vários testemunhos e excertos do diário da autora, O Sexo Inútil é um documento único que põe em causa o conceito de “tolerância” para com aquela, ou aquele, que não é igual a nós.

Ana Zanatti apresentará este livro no dia 26 de fevereiro, no encontro Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, e posteriormente irá realizar-se uma sessão pública de lançamento em Lisboa.

Sobre o livro:

«Este é um livro sobre o que de mais profundo vive no coração da condição humana. Sobre o direito de nos tornarmos, perante nós e os outros, aquilo que somos. Plenamente e sem concessões. Para muitos leitores, estas páginas serão uma revelação, simultaneamente, brutal e comovente, carregada de sofrimento, mas portadora também de gestos e testemunhos que alimentam e fortalecem a esperança. A esperança de que as centenas de milhões de pessoas que, em todo o mundo, se encontram envolvidas, por si próprias ou através de familiares e amigos, na grande constelação da causa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros), não estão condenadas para sempre a serem esmagadas, oprimidas, discriminadas, feridas na sua integridade moral e física, pela lâmina cortante do preconceito, ou pelo rolo compressor das leis injustas e dos (maus) costumes dominantes.»
Viriato Soromenho-Marques (no prefácio)


«O Sexo Inútil veio para fazer refletir, deitar ao chão preconceitos e máscaras, romper o cerco de silêncio em que vive boa parte daqueles a quem a expressão livre da sua identidade é negada.»
Lídia Jorge (no posfácio)


«Neste livro mais do que um livro, Ana Zanatti, falando de si, fala de nós, interpela-nos o desafio de sermos o outro, assume a primeira pessoa como a palavra identitária contra a palavra “eles”, essa que expulsa e condena. A autenticidade e a coragem desta escrita é a autenticidade e a coragem que devem merecer, que devem exigir, para além da lei, todas as pessoas LGBT, pessoas da cidade, que a autora sabe marginalizadas, ainda mergulhadas no sofrimento que cada palavra sua denuncia. Ler este livro é uma lição de vigilância. Afinal, quem não a entende será quem decide ficar fora da humanidade no seu sentido mais nobre.»
Isabel Moreira


Sobre a autora:

Ana Zanatti nasceu em Lisboa em 1949. Ao longo de 47 anos tem exercido a atividade de atriz no teatro, cinema e televisão e foi, em simultâneo, durante 26 anos, apresentadora da RTP. Autora e coautora de canções, programas de rádio e televisão, documentários e séries, tradutora de peças de teatro, publicou o primeiro romance em 2003. Tem contos e poemas publicados em diversas antologias e colaborou com jornais e revistas, desde o extinto semanário SETE à revista literária Os meus livros, e às revistas Biosofia, Elle e Egoísta, entre outras.
Dedica-se a causas como a Condição Feminina (em 1984 foi uma das 25 mulheres escolhidas para representar Portugal, em Bruxelas, pela Comissão da Condição Feminina da CEE), Defesa dos Direitos LGBT, Conservação da Natureza e Defesa do Ambiente, Defesa dos Direitos Humanos e dos Animais. Recebeu os Prémios Rede Ex Aequo em 2009 e 2012 e o Prémio Arco-Íris em 2011.




STALKER

O regresso do hipnotista.

Lars Kepler convocam protagonista do primeiro livro no seu novo thriller, Stalker.

Em 2010, a Porto Editora publicou O Hipnotista, a estreia da saga policial de Lars Kepler que alcançou o sucesso e o reconhecimento da crítica. A 3 de março chega às livrarias o quinto título da série, Stalker, cuja trama inclui o inspetor Joona Linna, como é habitual, mas também o hipnotista Erik Maria Bark que cativou os leitores do primeiro livro. Graças ao suspense, à complexidade do enredo e às personagens cativantes, Stalker foi o livro mais vendido na Suécia no ano da sua publicação. A dupla Lars Kepler, composta por Alexander Ahndoril e pela luso-descendente Alexandra Coelho Ahndoril, é já uma marca no panorama do thriller nórdico, e a sua série já ultrapassa os 5 milhões de exemplares vendidos nos 40 países em que está publicada.


Sinopse:

Um assassino em série aterroriza Estocolmo. Qual voyeurista, ele filma as suas presas, sempre mulheres, na intimidade das suas casas e depois coloca os vídeos no YouTube, enviando em simultâneo um link para o Departamento da Polícia Criminal. Quando a primeira mulher aparece morta, vítima de um brutal homicídio, a Polícia começa as suas investigações, mas os vídeos que se sucedem não permitem identificar os alvos. Desconfiando de que o marido da segunda vítima, Björn Kern, traumatizado após ter encontrado o corpo da mulher, detém informações cruciais que podem ajudar o caso, a Polícia decide pedir ajuda ao hipnotista Erik Maria Bark. No entanto, aquilo que Björn lhe conta leva Erik a mentir à Polícia. Se as luzes estiverem acesas, um stalker consegue ver a sua presa do lado de fora, mas, se estiverem apagadas, é impossível ver um stalker que já se encontre dentro de casa. Tranque as portas e corra as cortinas – os Lars Kepler regressaram com um novo thriller de cortar a respiração.


Sobre os Autores:

Lars Kepler é o pseudónimo de uma dupla de escritores de sucesso na Suécia: Alexander Ahndoril e Alexandra Coelho Ahndoril. O Hipnotista, primeiro volume da saga, alcançou um enorme sucesso internacional e foi adaptado ao cinema pela mão do realizador Lasse Hallström. Depois de O Hipnotista, O Executor, A Vidente e O Homem da Areia, chega-nos Stalker.
Mais informações em www.larskepler.com


Imprensa:

«Lars Kepler, os sucessores de Larsson.»
El Mundo


«Joona Linna é um polícia deveras merecedor de uma série de romances.»
José Riço Direitinho, Ípsilon


«Incrível […] Este livro consegue ser melhor do que os anteriores.»
Berglingske


«Uma receita fantástica com ingredientes capazes de despertar os maiores medos e as fantasias mais obscuras.»
Dagsavisen


O RAPAZ MILIONÁRIO

Novo livro do humorista britânico, autor do sucesso Avozinha Gângster.

Depois dos êxitos Avozinha Gângster, Doutora Tiradentes e A Terrível Tia Alberta, acaba de chegar às livrarias O Rapaz Milionário, o novo e entusiasmante livro juvenil do famoso humorista britânico David Walliams.
Em Avozinha Gângster, que liderou os tops de vendas britânicos e foi adaptado para televisão pela BBC, a avó do protagonista é uma famosa ladra de joias, que toda a vida sonhou roubar as Joias da Coroa inglesa. Em Doutora Tiradentes, a personagem principal é uma dentista diabólica.Por sua vez, no livro A Terrível Tia Alberta, Walliams parte das más intenções de uma tia mazinha para uma inesperada aventura.

Neste “O Rapaz Milionário”, o autor contrapõe o valor da amizade ao do dinheiro e dos bens materiais. Até há poucos anos conhecido apenas como comediante e membro do júri do programa televisivo Britain’s got talent, David Walliams transformou-se num autor cuja popularidade tem tido um crescimento exponencial: os seus livros venderam mais de 8 milhões de exemplares desde 2008 e está já traduzido em mais de 40 línguas. Foi também distinguido em três ocasiões com o único prémio inglês decidido por crianças, o The Red House Children’s Book Award.


Sinopse:

O Joe tem vários motivos para ser feliz. Milhões deles, até.
É que o Joe é muito, muito rico... Mas mesmo muito rico. Tem uma pista de Fórmula 1, um cinema em casa e um orangotango como mordomo! É o rapaz de 12 anos mais rico do país.
Sim, o Joe tem tudo com que sempre sonhou. Exceto uma coisa...
Um amigo.



Sobre o Autor:

David Walliams nasceu em Inglaterra em 1971, e é um ator britânico de comédia, conhecido pela parceria com Matt Lucas, na série Little Britain.
Em 2008, tomou o mundo da literatura infantil de assalto. Avozinha Gângster entrou diretamente para o primeiro lugar no top britânico e vendeu mais de um milhão de exemplares até à data. David é atualmente o autor de crescimento mais exponencial no Reino Unido, com mais de 8 milhões de exemplares vendidos. Os livros do autor, traduzidos em mais de 40 línguas, obtiveram um impacto sem precedentes na crítica, que o compara a um dos mais emblemáticos autores de sempre no género, Roald Dahl.











sábado, 30 de janeiro de 2016

[Novidades] - Porto Editora


Milagre Autor
Deborah Smith 
Tradutor: Elsa T. S. Vieira 
Págs.: 456 
PVP: 16,60 € 

Novo romance de Deborah Smith   

Milagre é um dos livros de maior sucesso da escritora americana

No dia 1 de fevereiro, chega às livrarias Milagre, um novo livro da escritora bestseller Deborah Smith, de quem a Porto Editora publicou já A Doçura da Chuva, Segredos do Passado e O Café do Amor, que obtiveram assinalável êxito junto dos leitores portugueses. Este novo livro, cuja ação se desenrola ao longo de vários anos, tem no seu epicentro uma história de amor entre pessoas aparentemente incompatíveis, narrada no estilo realista, cativante e romântico com que a autora tem alcançado o seu sucesso. Bestseller do The New York Times, Deborah Smith tem já mais de 35 livros publicados e trabalha atualmente enquanto diretora editorial na editora BelleBooks, de que é co-fundadora.  

SINOPSE 
Sebastien de Savin é um brilhante cirurgião cuja habilidade e arrogância representam uma mistura explosiva. No passado, um segredo obscuro foi o responsável pelo endurecer do seu coração, até que um milagre acontece. O milagre dá pelo nome de Amy Miracle, uma rapariga tímida com um emprego de verão nas vinhas da família de Savin e a última pessoa pela qual alguém como Sebastien esperaria apaixonar-se. Um acaso junta-os: graças a Sebastien, Amy escapa de uma vida de pobreza e abusos psicológicos, adquire autoconfiança e progride numa carreira de sucesso. Graças a Amy, Sebastien reaprende a rir e desperta para o amor. No entanto, a vida real separa-os. Embora tendo passado pouco tempo juntos, a memória desses preciosos momentos assombra-os durante anos. Até ao dia em que os seus caminhos se cruzam novamente… Repleto de personagens bem-humoradas e apaixonantes, Milagre é sobretudo uma história de amor e de conflito inesquecível, que mostra como o amor pode parecer improvável, mas nunca é impossível. 

A AUTORA
Deborah Smith é uma das autoras americanas mais lidas em todo o mundo: a sua obra já vendeu mais de três milhões de exemplares. Nomeada para diversos prémios importantes, como o RITA Award da Romance Writers of America e o Best Contemporary Fiction da Romance Reviews Today, foi distinguida com o Prémio de Carreira atribuído pela Romantic Times Magazine.

IMPRENSA  
«Deborah Smith escreve cada vez melhor.» Publishers Weekly  

«Um livro apaixonante! Engraçado, comovente, com um enredo que nunca se resigna... Um romance esplêndido!»Susan Elizabeth Phillips, autora bestseller do The New York Times  

«Este livro incrivelmente mágico vai fazê-lo chorar e sorrir!»  Romantic Times  

«Uma história de amor autêntica e bela.» Chicago Tribune  

«Uma autora extraordinariamente talentosa.» Mary Alice Monroe, autora bestseller do The New York Times  

«Uma narradora excecional.» Booklist  

Já publicado pela Porto Editora:  
A DOÇURA DA CHUVA 2009  
SEGREDOS DO PASSADO 2011   
O CAFÉ DO AMOR 2013 


Amemo-nos uns aos outros 
Catherine Clément  
Tradução: Manuela Torres 
Págs.: 272 
PVP: 16,60 € 

Reviver a mais apaixonante revolução francesa

Catherine Clément transporta-nos para a Comuna de Paris em Amemo-nos uns aos outros, o seu novo livro 

A Porto Editora publica, a 1 de fevereiro, o mais recente romance de Catherine Clément, Amemo-nos uns aos outros, que retrata e desmistifica os tempos agitados da Comuna de Paris e cruza personagens ficcionadas com personalidades históricas como Karl Marx, Victor Hugo ou Louise Michel. No decorrer da narrativa, acompanhamos a emoção das batalhas e motins, a discussão de direitos há muito adiados, a instauração de um novo regime, e uma história de amor marcada pela revolução. Da longa obra de Catherine Clément, que conta com mais de 30 livros publicados, foi no romance histórico que a autora ganhou o seu grande protagonismo. No catálogo da Porto Editora estão já os romances Dez Mil Guitarras e A Rainha dos Sipaios. 

SINOPSE
Em 1871, a Comuna de Paris, a mais nobre revolução que o mundo já conheceu, incendiou os corações e as ruas. Élisabeth Dmitrieff é a enviada e representante de Karl Marx na capital francesa. Jovem, tão frágil quanto arrebatadora, recusa-se a amar algo ou alguém que não a revolução. Léo Frankel, revolucionário húngaro e também ele membro da Primeira Internacional, tem o sonho de construir um modelo ideal de sociedade sem exploradores nem explorados. Mas poderá o amor nascer na insurreição e sobreviver no coração da barricada? Numa escrita apaixonada e de ritmo alucinante, Catherine Clément faz o retrato literário destes dias trágicos e gloriosos, «que começaram com a alegria e terminaram com o sangue», oferecendo--nos uma narrativa de esperança e de sonho, numa homenagem a todos cujas vidas foram tocadas pelo Génio da Liberdade. 

A AUTORA 
Filósofa e romancista, Catherine Clément nasceu em 1939, em Paris. Depois de ter publicado obras de filosofia, antropologia e psicanálise, converteu-se, com sucesso, à ficção. Entre as suas obras mais populares, contam-se A Senhora, Por Amor da Índia, A Valsa Inacabada, A Rameira do Diabo, A Viagem de Théo e O Último Encontro. No catálogo da Porto Editora figuram os seus romances Dez Mil Guitarras e A Rainha dos Sipaios.  

IMPRENSA 
A Comuna de Paris como nunca antes nos foi contada. Marie Claire  

Um olhar desmistificado e original sobre um acontecimento que marcou indelevelmente a sua época. Le Courrier de l’Ouest  

Uma homenagem à solidariedade que norteava os partidários da Comuna. Numa escrita entusiasmante, Catherine Clément faz-nos viver os dias sangrentos da Comuna de Paris. Psychologies Magazine  

Uma narrativa palpitante, longe da lenda mas próxima das pessoas. L’Echo des Vosges 



Título: Mundo do Fim do Mundo
Autor: Luis Sepúlveda
Tradutor: Pedro Tamen
Págs.: 128
PVP: 14,40 €

Despertar consciências, salvar o mar
 
Luis Sepúlveda apresenta um manifesto sob a forma de romance em Mundo do Fim do Mundo
 
A 28 de janeiro, a Porto Editora publica Mundo do Fim do Mundo, um romance de Luis Sepúlveda que aborda um tema universal e urgente: a caça ilegal de espécies protegidas.
 
Neste livro de aventura e protesto, o escritor chileno convida-nos a navegar nos mares do sul a bordo de um baleeiro e faz um retrato trágico da caça às baleias. Conhecido pelo seu ativismo político e social, Sepúlveda não deixa de referir e homenagear muitos dos defensores do meio-ambiente, nomeadamente os ativistas da Greenpeace, associação a que o próprio pertenceu. Numa entrevista ao jornal italiano Corriere, lembra esses tempos:

«Aprendi muito com a generosidade dos meus companheiros, voluntários que sacrificavam as suas férias para fazer parte de algo importante. Recordarei sempre quando, em 1982, bloqueámos o porto de Yokohama, para impedir a saída da frota baleeira japonesa. Foram quase dois meses na água…»

Sinopse:
Um adolescente, fascinado pela leitura de Moby Dick, aproveita as férias de verão para embarcar num baleeiro e conhecer, nos confins austrais do continente americano, as terras onde o mundo termina. Muitos anos depois, já adulto, jornalista e membro ativo dos movimentos ecologistas, o acaso fá-lo regressar a essas paragens distantes por uma razão distinta mas talvez igualmente romântica: a fauna marítima que habita as águas gélidas e impolutas desse mundo do fim do mundo está a ser destruída pela ação criminosa de navios piratas.
Partindo de um exercício ficcional de evocação da memória juvenil, impregnado de aventura e deslumbramento, Luis Sepúlveda traça um belíssimo roteiro do Chile Austral. Simultaneamente, põe a descoberto os obscuros interesses internacionais que sustentam a caça ilegal de espécies protegidas, aqueles que a praticam e aqueles que corajosamente a combatem, transformando a narrativa numa demanda pela salvação da vida do seu mar.

Sobre o autor:
Luis Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, em 1949. Da sua vasta obra (toda ela traduzida em Portugal), destacam-se os romances O Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar. Mas Mundo do Fim do Mundo, Patagónia Express, Encontros de Amor num País em Guerra, Diário de um Killer Sentimental ou A Sombra do que Fomos (Prémio Primavera de Romance em 2009), por exemplo, conquistaram também, em todo o mundo, a admiração de milhões de leitores.
 



A Cidade
William Faulkner
Tradução: Ana Maria Chaves
N.º de Páginas: 376
PVP: 16,60 €

A Cidade, de William Faulkner, a segunda peça da trilogia Snopes
 
Livro do Nobel da Literatura de 1949 estava inédito em Portugal.
 
No dia 28 de janeiro, a Livros do Brasil lança A Cidade, o segundo livro da trilogia Snopes, de William Faulkner, que se iniciara com A Aldeia e que terá o seu desfecho em A Mansão. Até agora inédito em Portugal, este é um romance repleto de humor, de desejo e de uma trágica aceitação do destino, onde Faulkner deixa espelhada a sua visão sobre a ganância destruidora que se apoderara do sul dos Estados Unidos no pós-Guerra Civil.
Nesta que é a peça central da saga, o autor adota uma estrutura narrativa diferente daquela que surgia em A Aldeia, sendo a história contada do ponto de vista de três personagens, mas retoma a ação precisamente no ponto em que terminava nesse primeiro volume.
Escrita ao longo de duas décadas, entre 1940 e 1959, a trilogia acompanha a história da família Snopes no mítico condado de Yoknapatawpha e revela, através dela, a história de um país em grandes transformações. A publicação deste volume pela Livros do Brasil representa um passo fundamental para permitir a leitura completa desta obra maior de Faulkner. Ainda em 2016 deverá chegar às livrarias o terceiro volume, A Mansão, numa nova tradução.

Sinopse:
Foi num belo dia de sol que Flem Snopes, acompanhado da mulher, do bebé e de meia dúzia de pertences, entrou na cidade de Jefferson. A ascensão astuciosa deste aldeão com fama de salteador, incendiário e ladrão de cavalos não passara despercebida aos habitantes da sede do lendário condado de Yoknapatawpha e é pois com expectativa que aguardam os seus próximos passos. Pela voz de três narradores de fiabilidade variável, A Cidade relata a história da ambição desmesurada de um homem rude e implacável, ávido de prestígio e ainda mais de dinheiro, mas também a história de amor da sua mulher, a fatal Eula Snopes, cuja beleza voluptuosa irá arrebatar toda a povoação.

Sobre o autor:
William Faulkner nasceu a 25 de setembro de 1897 em New Albany, Mississípi. A decadência do sul dos Estados Unidos da América, onde sempre viveu, está no centro de grande parte dos seus romances, entre os quais se destacam O Som e a Fúria (1929), Luz em Agosto (1932) e Absalão, Absalão! (1936). Distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 1949, recebeu por duas vezes o Prémio Pulitzer de Ficção, com A Fábula (1954) e Os Ratoneiros (1962). Autor central da literatura norte-americana e um dos maiores escritores do século xx, morreu a 6 de julho de 1962.