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sábado, 5 de março de 2016

[Novidade] - Bertrand: "Velhas Traições" de Olen Steinhauer

«Um thriller estupendo.»
Publishers Weekly
 
Considerado pela crítica como sendo o novo John Le Carré, o autor norte-americano Olen Steinhauer chega-nos com o empolgante thriller Velhas Traições, que está disponível nas livrarias a partir do dia 11 de março. 

Henry e Celia são os dois protagonistas deste inquietante romance de espionagem, repleto de flashbacks que nos vão revelando lentamente a verdade do passado. O autor lançou-se ao desafio de escrever toda uma história a partir da qual a acção decorresse praticamente do início ao fim à mesa de um restaurante, ou seja, enquanto decorre o jantar entre Henry e Celia, que outrora foram amantes e colegas na CIA em Viena.
Olen Steinhauer tem a capacidade de tornar uma situação que à partida se julgaria monótona, num jantar em que a tensão e a expectativa vão sempre aumentando, numa mistura de paixão e espionagem. Qual deles sairá vivo deste jantar?

Um enredo que se desenvolve a partir de um episódio do passado. Um avião foi sequestrado no aeroporto por terroristas e uma tentativa de resgate, delineada no interior da agência, é mal sucedida, culminando com a morte de todos os passageiros. Qual foi o papel de cada um em toda a situação? Será que o agente infiltrado estava comprometido?

Velhas Traições vai ser adaptado ao cinema. Os direitos foram vendidos à Chockstone Pictures (A Estrada, A Árvore da Vida) e Nick Wechsler, produtor de Serena e Magic Mike. Neil Burger está indicado para realizador do filme. O guião será escrito pelo próprio autor, Olen Steinhauer.
 
 
Sinopse:
Há seis anos, Henry e Celia eram amantes e colegas, e trabalhavam na CIA em Viena. Até que os terroristas sequestraram um avião no aeroporto. Uma tentativa de resgate, delineada no interior da agência, correu terrivelmente mal. Todos os passageiros morreram.

Essa noite continua a assombrar todos os que a viveram; para Henry e Celia, foi o fim da sua relação. Celia decidiu mudar de vida, deixou a CIA, casou e teve filhos. Agora vive uma vida normal nos subúrbios da Califórnia. Henry continua a ser analista na agência e viaja até aos Estados Unidos para se encontrar com ela: para reviver o passado, talvez, ou para o deixar definitivamente para trás.

Mas nenhum dos dois pode esquecer as perguntas: será que o agente infiltrado estava comprometido? Qual é o papel de cada um em toda a situação?
 
Um livro intenso, emocionante e inquietante que o vai manter refém até à última página.


Sobre o Autor:
Olen Steinhauer cresceu na Virgínia e viveu em várias cidades norte-americanas, bem como na Croácia, na República Checa e em Itália. Viveu também um ano na Roménia, uma experiência que o inspirou para a escrita dos seus primeiros cinco livros.
É frequentemente comparado a John le Carré e os seus livros têm conhecido grande sucesso junto da crítica e dos leitores, estando dois deles a ser actualmente adaptados ao cinema.
Vive na Hungria com a mulher e a filha.
http://www.olensteinhauer.com


«Até os leitores mais versados em romances de espionagem serão agradavelmente surpreendidos.»
Kirkus Reviews

quinta-feira, 3 de março de 2016

[Novidade] - Bertrand: "Lobo Solitário" de Jodi Picoult

Lobo Solitário
Jodi Picoult
 
Data de lançamento: 11 de março de 2016
 
Nº1 do New York Times
 
O pragmatismo da Natureza através de uma alcateia de lobos em comparação com a complexidade dos seres humanos é colocado em perspetiva em o Lobo Solitário, o novo romance de Jodi Picoult. A autora, uma das mais internacionais e populares da actualidade, retrata a dinâmica das relações familiares através das personagens Luke Warren, Georgie, Edward e Cara, que se debatem com difíceis questões morais, das quais a principal é: vale a pena viver a qualquer custo?

Depois de A Contadora de Histórias, Jodi Picoult volta a trazer aos leitores um dilema moral difícil de resolver. É com grande mestria que a escritora faz alternar as vozes narrativas e entra no delicado universo médico da neurociência, tocando no tema sensível da vida perto do fim.

Estabelecendo sempre um paralelismo entre uma alcateia e o sentido de família tendo como pano de fundo a dicotomia vida-morte, Jodi Picoult cria uma escrita de grande intensidade em torno de Luke Warren, um cientista que dedicou a sua vida a estudar lobos, e que está em estado grave na sequência de um acidente automóvel com a filha, Cara. Ela e o irmão, Edward, debatem-se sobre o destino do pai. «Haverá razões ocultas para deixarem o pai morrer… ou viver?».

Uma escrita rica e brilhante, que prende desde o primeiro instante, conduzindo quem lê pela resolução de um mesmo problema que é sentido de modos diferentes por diferentes personagens.
 
«Ficção literária de qualidade superior com uma história muito humana e cativante.»
Mail on Sunday
 
Sinopse:
 
Quando um lobo sabe que o seu tempo está a terminar e que já não é útil à alcateia, muitas vezes escolhe afastar-se. Morre assim isolado da sua família, do seu grupo, preservando até ao fim todo o orgulho que lhe é próprio e mantendo-se fiel à sua natureza.
Luke Warren passou a vida inteira a estudar lobos. Chegou inclusivamente a viver com lobos durante longos períodos. Em muitos sentidos, Luke compreende melhor as dinâmicas da alcateia do que da sua própria família. A mulher, Georgie, desistiu finalmente da solidão em que vivia e deixou-o. O filho, Edward, de vinte e quatro anos, fugiu há seis, deixando para trás uma relação destruída com o pai. Recebe então um telefonema alarmante: Luke ficou gravemente ferido num acidente de automóvel com Cara, a sua irmã mais nova. 
De repente, tudo muda: Edward tem de regressar a casa e enfrentar o pai que deixou aos dezoito anos. Ele e Cara têm de decidir juntos o destino deste. Não há respostas fáceis, e as perguntas são muitas: que segredos esconderam Edward e Cara um do outro? Haverá razões ocultas para deixarem o pai morrer… ou viver? Qual seria a vontade de Luke? Como podem os filhos tomar uma decisão destas num contexto de culpa e sofrimento? E, sobretudo, terão esquecido aquilo que todo e qualquer lobo sabe e nunca esquece: cada membro da alcateia precisa dos outros e, às vezes, a sobrevivência implica sacrifício.
Lobo Solitário descreve de forma brilhante a dinâmica familiar: o amor, a proteção, a força que podem dar, mas também o preço a pagar por eles. 


Sobre a autora:

Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e Escrita Criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante.
O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram a autora a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa corretora e numa editora, foi copywriter numa agência de publicidade e professora de inglês.
É uma das autoras mais populares da atualidade. Em 2003, foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction.
 
 

[Novidade] - Bertrand: "Tim" de Colleen McCullough

«Deixa -nos o coração a bater com força.»
New York Times

Acabado de completar-se um ano da morte de Colleen McCullough, conhecida autora best-seller de renome internacional, a Bertrand Editora publica Tim, a obra que inaugurou a sua carreira literária. A par de Pássaros Feridos, este é a nível internacional o seu livro de maior sucesso.
Com Tim, Colleen McCullough traz-nos uma história de amor pouco convencional entre uma mulher, Mary Horton, de 43 anos, e um jovem lindíssimo de 25 anos, mas com «a cabeça de uma criança» de cinco anos. Esse homem é Tim Melville.
Esta história, que inspirou um filme com o mesmo nome com Mel Gibson no papel principal, conta com personagens e um enredo de grande envolvência. O que está certo e errado, os juízos de valor e morais vão ganhando cada vez mais peso à medida que a leitura vai avançando.


Uma história de amor única e inesquecível!

Sinopse:

Mary Horton tem quarenta e três anos e vive num subúrbio tranquilo, de classe média, na costa australiana. É uma mulher solteira, muito rígida e distante, que conseguiu construir uma vida a pulso, mas o seu conceito de «vida» não inclui relações pessoais. Sem um namorado nem amigos, Mary não quer deixar ninguém entrar na sua vida solitária.
Tim Melville é um trabalhador manual de vinte e cinco anos, com o rosto e o corpo de um deus grego, mas a cabeça de uma criança. Num mundo cruel e inflexível, apesar da sua família maravilhosa, Tim acaba muitas vezes por se deixar levar pelos que se dizem seus amigos e se aproveitam dele.
Tim conhece Mary por acaso numa manhã de verão, e aquilo que começa por ser um dia de trabalho para ele transforma-se numa relação que vai mudar a vida dos dois.
 

Sobre a Autora:

Colleen McCullough nasceu na Austrália em 1937. Começou a sua carreira literária com a publicação de Tim, seguido de Pássaros Feridos, um best-seller internacional que bateu todos os recordes. Ambos foram adaptados ao cinema.
Além dos romances individuais que foi escrevendo, a autora publicou duas séries. «O Primeiro Homem de Roma» retrata em seis volumes e de forma excecional a história da Roma Antiga. A série foi elogiada por muitos historiadores e políticos, incluindo Kissinger. «Carmine Delmonico» é uma série policial com cinco títulos publicados.
A autora morreu em janeiro de 2015, aos 77 anos, na ilha de Norfolk, no Pacífico, onde vivia com o marido.



«Ainda mais provocador e intrigante do que Pássaros Feridos.»
Washington Post

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

[Novidade] - Bertrand: "Opus Dei Profundo – Desconstrução de Um Mito" de Eugénia Tomaz


Uma visão por dentro. Um livro escrito do e no interior do Opus Dei. Pautando-se por textos do fundador e do Magistério da Igreja, Eugénia Tomaz assina Opus Dei Profundo – Desconstrução de Um Mito, o livro que dá a conhecer a organização de que é membro, visando completar as lacunas deixadas em aberto pelo que até agora foi escrito. Esta é uma análise que resulta de inúmeras fontes, mas sobretudo das práticas de vida no seio da instituição. Um livro de leitura fácil, com informação rigorosa que dá resposta às diferentes perguntas que o público em geral e os jornalistas têm colocado ao longo dos anos sobre o Opus Dei. Eugénia Tomaz localiza e demonstra a origem dos atritos internos e desvios que se foram instalando entre a doutrina proclamada pelo fundador e a estrutura laical institucionalizada.  
Opus Dei Profundo – Desconstrução de Um Mito contém um ensaio sobre a espiritualidade da organização em duas vertentes: a do carisma fundacional e a dos mecanismos que têm contribuído para o seu obscurecimento ao longo dos tempos. Sem subterfúgios, conheça ponto por ponto a relação do Opus Dei com o Concílio do Vaticano II e a tensão entre Opus Dei e Maçonaria. Está disponível nas livrarias a 2 de Março, dia em que decorre a sessão de lançamento, às 18h30, na Bertrand Picoas Plaza, em Lisboa. Com apresentação de Paula Oliveira e Silva, da Universidade do Porto.


Sinopse:

O tema Opus Dei tem suscitado sempre curiosidade na opinião pública. Contam-se décadas de investigação, de reportagens jornalísticas e literárias, sem uma efectiva pa­cificação dos ânimos públicos, que se reacendem quando as questões surgem, de novo, nos meios de comunicação social. Este ensaio contém uma resposta objectiva, elaborada a partir de dentro, às diferentes perguntas que jornalistas têm feito ao longo dos anos à instituição.
Pautando-se por textos do fundador e do Magistério da Igreja, localiza e demonstra a origem dos atritos internos e desvios que se foram instalando entre a doutrina procla­mada pelo fundador e a estrutura laical institucionaliza­da. Este livro contém um ensaio sobre a espiritualidade do Opus Dei nestas duas vertentes: a do carisma fundacional e a dos mecanismos que têm contribuído para o seu obscu­recimento ao longo dos tempos.


Sobre a Autora:

Eugénia Tomaz. Nasceu em Lisboa a 1 de Setembro de 1957. Conjuga na sua actividade profissional a fisioterapia, as artes plásticas, a escrita e o ensino, num dinamismo multidisciplinar. Como pintora, realizou várias exposi­ções individuais e colectivas. Frequentou o curso de Conservação e Restauro de Pintura no Instituto de Artes e Ofícios da Universidade Autónoma de Lisboa. Iniciou a sua actividade como ensaísta no ano 2000 e conta com algumas publica­ções literárias. Colaborou com a revista do Instituto de Artes e Ofícios da Universida­de Autónoma de Lisboa, A Arte do Ofício.
Na área da comunicação social, foi colaboradora do jornal diocesano de Lis­boa Voz da Verdade e do jornal da Santa Sé L’Osservatore Romano de 2010 a 2013. Conta, ainda, com alguns artigos de opinião publi­cados na revista Grande Reportagem. Tem realizado várias conferências com o objectivo de promover uma renovação de linguagens entre Ciência e Religião.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

[Novidade] - Bertrand: "Para Sempre Contigo" de Laurelin Paige



Para Sempre Contigo
Laurelin Paige




Best-Seller do New York Times

 

Para Sempre Contigo é o terceiro e último volume da trilogia “Fixed” de grande sucesso mundial, da autora Laurelin Paige, e que chega às livrarias dia 19 de Fevereiro com o selo da Bertrand Editora.


As críticas dos leitores nos principais sites de referência, como Amazon e Goodreads, são altamente positivas, mostrando que a história entre Alayna ve Hudson Pierce, protagonistas da trilogia, cativou desde o primeiro instante.

Sinopse:
Neste terceiro volume após a relação entre Alayna e Hudson ter testado a capacidade de ambos para confiar, os dois acabam por decidir que a única maneira de poderem seguir em frente juntos é sendo transparentes e abertos. Não vai ser fácil para os amantes com as suas cicatrizes, mas o seu compromisso é agora mais forte do que nunca. Alayna, em particular, amadureceu muito e é agora uma mulher confiante e fiel ao homem que ama. Mas embora o casal esteja focado no futuro, o passado volta a atacar e ameaça o elo frágil que os une. As promessas feitas são quebradas e Alayna descobre que Hudson ainda tem muitos segredos. Por mais que goste dele, a sua capacidade de perdoar e esquecer é levada ao limite. Embora tenha encontrado o único homem que a pode fazer feliz, um «para sempre» com Hudson é algo que parece cada vez mais fora do seu alcance.


Sobre a Autora:
Laurelin Paige é uma autora de estrondoso sucesso nos Estados Unidos, best-seller do New York Times e do USAToday.